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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MA ANANDA MOYI - 01-12-2012 - AUTRES DIMENSIONS


Áudio em francês.

Eu sou MA ANANDA MOYI, Irmãs e Irmãos em humanidade, acolhamo-nos mutuamente no silêncio e na paz, com todas minhas bênçãos.


...Compartilhamento do Dom da Graça...

Eu estou novamente com vocês, neste dia, e me permito, desde já, antes de começar a falar, a remetê-los ao que eu pude dizer, eis já mais de 01 ano, concernente ao retorno da alma, da matéria, para o espírito, porque definitivamente, tudo o que pode se manifestar e se desenrolar para vocês, tudo o que acontece e tudo o que se produz em toda sua vida é apenas o reflexo dessa Reversão da alma (ndr: suas intervenções de 9 e de 21 de agosto de 2011).

Até agora eu tinha exprimido que a alma estava artificialmente cortada do espírito, e sua única via de manifestação e de saída era a matéria e a encarnação.

A alma Reverteu-se, o Triângulo do Fogo está reposicionado no sentido correto, permitindo-lhes viver o Fogo do Coração, o Fogo do Amor, o Fogo da Luz. É claro, o que até o presente não implicava incompatibilidade entre o que nós chamamos o efêmero (ou seja, a vida) e a Eternidade (o que vocês São) acomodava-se muito bem um ao outro. Hoje, isso não acontece mais porque a Reversão da alma tendo acabado, em vocês (para aqueles de vocês que a vivem), no eixo ATRAÇÃO-VISÃO, a atração pela matéria se tornou mais leve.

O conjunto do que foi completado os leva, atualmente, a viver coisas diferentes. O que quer que elas possam suscitar em vocês, é preciso, sobretudo, ver nisso, de qualquer modo, algo muito mais geral que o que lhes é próprio em suas percepções, seus sentimentos e suas vivências. A Reversão da alma pessoal implicou, é claro, aí também, uma Reversão da alma coletiva, que começou a manifestar-se desde algumas semanas, concernente à Liberação da Terra e ao Desdobramento do Coração Ascensional, bem como ao Canal Mariano que nós nomeamos coletivo.

A Luz veio até vocês: ela desceu em um movimento que vocês podem chamar alto/baixo. A isso respondeu um movimento de baixo ao alto, ilustrado pela Onda da Vida, pela Kundalini, pelas Vibrações celulares ou a Implementação do Coração Ascensional, bem como pelo Canal Mariano (ndr: ver, em particular, a Seção: “Protocolos a praticar/Implementação do Coração Ascensional).

Hoje, a alma coletiva da Terra, a alma coletiva da humanidade (com mais ou menos facilidade, com mais ou menos evidência ou ainda mais ou menos pesar), Reverteu-se. Ela Reverteu-se para o Espírito e concordou, de todo modo, em viver, agora e desde esse dia, o que há a viver.

A Última Passagem, impulsionada por URIEL (no nível coletivo e por vezes individual), permitiu à alma coletiva da humanidade e da Terra de mudar sua polaridade. Essa mudança de polaridade não é simplesmente uma inversão de sentido alto/baixo, baixo/alto, mas também interior/exterior e esquerda/direita.

Isso, é claro, deve se atualizar nos fatos da Terra, por alguns movimentos geofísicos (nós, minhas Irmãs e eu, evocamos longamente a ação dos Cavaleiros, da Fusão dos Elementos e dos Éteres). Tudo isso contribuiu para fazer Bascular a alma da Terra, e a de vocês, a fim de que ela não esteja mais sujeita ao confinamento do eixo ATRAÇÃO-VISÃO, que ela possa livremente decidir de se voltar, na totalidade, para o Espírito, para a Unidade e para Shantinilaya, ou de manter a experiência de uma consciência, qualquer que ela seja, em qualquer Dimensão que seja.

O fim das Linhas de Predação, o fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO e a Passagem pela Porta Estreita, o acesso ao coração do Coração (que está situado imediatamente acima, ou seja a ligação, de todo modo, entre OD e ER do peito de vocês), decorrem diretamente (assim como o emprego da Merkabah Interdimensional e da Lemniscata Sagrada) desta última Reversão da alma, ela também, para sua Eternidade.

Não esqueçam que a alma é um meio entre a matéria e o Espírito. Mas, que a alma não é a Eternidade. Ela é algo que não evolui sobre a mesma escala de tempo que a vida humana, mas ela não é senão uma interface que permite seja cortar, seja religar, o que está no alto e o que está embaixo. O fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO, a restituição do Alfa e do Ômega permite, ao mesmo tempo, beneficiar-se da Morada da Paz Suprema, mas também de visualizar o fim da alma e o Retorno ao Espírito.

Isso pode traduzir-se por todas as modificações que vocês vivem e o conjunto das questões que vocês se fazem em relação, aliás, a seus contextos de vida, ao que entra em vocês e ao que sai de vocês (quer sejam seus pensamentos, suas palavras, ou ainda o que entra em vocês como os alimentos ou a respiração), ou qualquer outra coisa, como a Onda da Vida ou ainda a percepção da Coroa Radiante da cabeça ou do Coração.

Tudo isso se transforma em vocês. Há, certamente, as próprias modificações da consciência que são as testemunhas disso, desde a revelação de suas Linhagens (possível durante suas noites ou outro modo), ou ainda as modificações, por vezes importantes, que a fisiologia desse corpo sofre. A Reversão da alma é, por sua vez, terminada.

O fim da Predação e o fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO permite o retorno ao Alfa e ao Ômega, e sobretudo, não vem mais impedir a Implementação do Coração Ascensional através do que foi chamado de portas AL e UNIDADE, acopladas, desta vez, à porta KI-RIS-TI. O conjunto dos impulsos (quer sejam Metatrônicos, quer sejam Marianos) não faz, de fato, nada além de permitir à alma de se desengajar da materialidade exclusiva: é o retorno à multidimensionalidade.

Enquanto oficiante do Manto Azul da Graça, eu oficio, de novo, como MARIA lhes disse, desde esse dia, de maneira mais precisa, mais intensa e mais perceptível para vocês. O início do eixo ALFA e ÔMEGA, substituição ao eixo ATRAÇÃO-VISÃO (quer seja para esse corpo que ainda está sobre esta Terra, quer seja para sua alma que o nutre ainda), não nutre mais simplesmente esse corpo, mas, Reverteu-se, realmente, para o Espírito.

O eixo ATRAÇÃO-VISÃO dá lugar ao ALFA e ao ÔMEGA, permitindo-lhes, de todo modo, de dizerem, vocês também: “eu sou o ALFA e o ÔMEGA”, ou seja, recuperar a totalidade do Amor, a totalidade da Luz, a totalidade da Verdade. Não mais a necessidade de interface ou meio: há simplesmente a Verdade que vai aparecer-lhes, se isso já não aconteceu, da maneira mais e mais clara, de maneira mais e mais precisa. Isso ao qual vocês assistem (em vocês como no mundo) não são senão os últimos sobressaltos do que MARIA lhes nomeou: “parto e liberação” (ndr: sua intervenção de hoje).

Isso se traduz, cada vez mais, vocês o sabem, por momentos, seja de beatitude, seja o que vocês poderiam chamar a ausência ou o desaparecimento. Alguns de vocês já têm acesso ao que há após o desaparecimento, quer dizer, o aparecimento da Eternidade, da Felicidade, da Morada da Paz Suprema ou ainda, das experiências de Estado de Ser ou o estabelecimento, mesmo, em meio ao Absoluto.

O fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO (através das Portas do corpo, bem como da Cruz da cabeça) põe fim, aí também, a um certo número de obrigações ligadas à fisiologia, à individualidade, desta personalidade em encarnação. Isso se traduz, de maneira maior, por várias mudanças. Essas mudanças não concernem mais somente à Vibração, mas diretamente esse corpo de carne, em suas necessidades, em seus funcionamentos e, se vocês obedecem às novas necessidades do corpo, quaisquer que sejam essas modificações, vocês não tardarão a ver aparecer, em vocês, esta Morada da Paz Suprema.

Porque o corpo é o lugar, certamente, neste mundo, onde a Vibração se apoia, mas também onde se apoiava e se manifestava a alma. A Reversão do eixo ATRAÇÃO-VISÃO liberou, pois, as Portas AL e UNIDADE. Ela permitiu, sobretudo, ao Espírito de se desvelar e de reforçar a própria Unidade bem como a capacidade em viver (pela Implementação do Coração Ascensional ou por um dos componentes que lhes foram descritos anteriormente) a Verdade Última do Ser de vocês.

A descoberta desta Verdade Última, bem como a vivência desta Verdade Última são momentos em que a Alegria e a Paz estão à frente do palco de vocês. É como se a Alegria e a Paz viessem nivelar e fazer desaparecer tudo o que tem um tempo. Não se alarmem com as mudanças em sua fisiologia, com seu estado de saúde, com suas circunstâncias de vida, porque o que quer que mude, o que quer que vocês percebam, em definitivo, somente representará a Reversão da alma para a Luz, na aceitação de seu próprio sacrifício, a fim de reencontrar a essência, o Espírito e o Absoluto.

Isso pode representar, é claro, incômodos para o seu corpo, mas vocês notarão facilmente que qualquer que seja o incômodo desse corpo (quer isso se expresse por uma intolerância de tal coisa ou pelo aparecimento de uma doença ou o desaparecimento de uma doença), isso não muda nada. A consciência de vocês e o que vocês São, descobrem, cada vez mais, a Morada da Paz Suprema (mesmo se vocês não a exprimem nesta palavra) ou ainda Shantinilaya.

O que vocês podem ainda chamar desaparecimento ou ausência ou estase ou ainda confusão, aparecer-lhe-á, de maneira cada vez mais clara, como efetivamente, o modo, para vocês, de manifestar a Morada da Paz Suprema. 

Lembrem-se também de que chamando-nos, minhas duas Irmãs e eu, durante este período, vocês encontrarão também, em nossos Contatos, em nossas Comunhões e também, doravante em nossas expressões para vocês, mesmo com suas palavras, não somente um reconforto, nem mesmo uma prova, mas bem mais, uma ação real sobre essa Reversão da alma e sobre a cessação total do que é chamado ATRAÇÃO-VISÃO.

Quando da minha experiência de encarnação, eu podia ficar anos sem nada absorver porque a Luz me nutria. Isso, vocês fazem a experiência, hoje, e eu os convido a conformarem-se ao que lhes foi tão bem explicado por minha Irmã HILDEGARDE (ndr: sua intervenção de 03 de outubro de 2012). Não vão contra a Luz, por seus hábitos: em primeiro lugar, pelos hábitos desse corpo. Se a Reversão da alma lhes pede para dormir vinte horas, então, durmam vinte horas. Se a Reversão da alma faz desaparecer o sono, então não se inquietem tampouco. Se a Reversão da alma faz cessar toda necessidade que lhes era habitual antes, a que quer que isso concirna, não se inquietem porque, se vocês ultrapassam a primeira fase de inquietude em que os hábitos são transformados, vocês descobrirão que através disso se manifesta, cada vez mais facilmente, Shantinilaya. Então, é claro, sempre o que corresponde à pessoa vai ver nisso uma ameaça a sua integridade corporal, porque na fisiologia ordinária não é habitual viver sem isso ou aquilo, ou de viver assim ou assado.

E bem, este hábito terminou. Torna-se-lhes cada vez mais acessível que, quaisquer que sejam as circunstâncias desse corpo, quaisquer que sejam as circunstâncias de sua fisiologia, qualquer que seja a existência e a presença de seus hábitos, alguns deles desaparecem sem razão aparente e, sobretudo, sem nenhuma razão da parte de vocês. Aceitem isso como uma evidência da Luz e vocês viverão os frutos disso de maneira cada vez mais imediata. O que era dificilmente concebível (e experimentável) há ainda alguns anos, é, hoje, totalmente aberto, pelo fato mesmo da Reversão da alma e da substituição do eixo ATRAÇÃO-VISÃO pelo eixo nomeado ALFA e ÔMEGA.

A Terra também deve se conformar a esta mudança de eixo, a esta mudança de inclinação: ela o decidiu. As coisas estando decididas e integradas no que nós chamamos (e vocês chamam também) os planos sutis, há somente que deixar se manifestar no plano tangível e visível, do lado de vocês, o que aconteceu no plano Etérico.

O Fogo do Éter pôs fim à falsificação do Éter. Encontrar seu Éter original efetivamente desencadeou processos diversos e variados em seus corpos durante esses anos. Esses processos diversos e variados habituam (de maneira mais que tangível) a modificações, por vezes fenomenais, do que era a vida de vocês. Não se alarmem: contentem-se de recolher disso os frutos, ou seja, a Paz.

Somente o mental os questionará sempre, somente a dúvida poderá assaltá-los. Mas, nada pode impedir em vocês a progressão da Luz (nem mesmo suas interrogações, nem mesmo suas dúvidas) porque o corpo não é mais somente o ressoador e a testemunha da alma, mas o corpo, aqui presente em sua Dimensão, tornou-se, de qualquer modo, a testemunha do Espírito. E as regras do Espírito não são as regras da alma em meio a este mundo falsificado. O Espírito é livre de encarnação, o Espírito é livre da alma, mesmo se está ligada a ela. E o Fogo do Espírito vem Reverter a alma.

E essa Reversão da alma é responsável tanto por suas satisfações quanto por seus dissabores durante este período. Não se demorem nisso. A finalidade é Uma e Única: é o retorno da Luz e o retorno da Eternidade. Isso se produz em vocês e isso se produzirá cada vez mais facilmente em vocês desde o instante em que vocês aceitarem totalmente esta ideia e viverem-na totalmente.

O fim da alma é o início da vida do Espírito. É claro, os que não conhecem o Espírito não podem falar senão de corpo e de alma: eles estão limitados por suas próprias crenças ou pela ignorância do que eles creem conhecer. A alma não é a finalidade: o Espírito o é. E esta finalidade nunca se moveu. Simplesmente a alma (pela roda das encarnações, pela roda dos hábitos e a roda do confinamento) levou-os a ignorar, progressivamente, o Espírito. Isso foi restabelecido: é o que vocês vivem nesta última fase.

O que se passa, em sua carne, não deve ser julgado nem condenado, deve ser simplesmente constatado. E é nesses momentos que a confiança de vocês no que São (mesmo em meio à personalidade) pode aparecer ou não. Lembrem-se que se vocês escolherem a personalidade sua vida será, durante esses tempos, cada vez mais cheia de dúvidas, de medos, de interrogações, mesmo de cóleras, e quanto mais vocês deixam esta alma ser infundida pelo Espírito, mais sua personalidade lhes parecerá em uma Paz que nada pode vir alterar ou interromper.

Como eu mostrei, em minha vida nesta Terra, o que eu vivi, vocês o viverão. Como o CRISTO lhes disse, para vocês do Ocidente (e como numerosos sábios da Índia nos disseram): “o que eu vivi, vocês o viverão. O que eu fiz vocês farão igual e muito maior ainda”. Porque não há limites ao Espírito (contrariamente aos limites do corpo e da alma) e quando o Espírito revivifica a carne ele cria as condições da Ascensão da matéria e da carne. É o que se realiza em seu microcosmo, tanto em escala de uma célula quanto em escala do sistema solar.

O que foi vivido (pelas Vibrações, pela chegada da Luz tanto em vocês como neste sistema solar) deve, pois, aparecer, também, à alma coletiva da humanidade e à alma coletiva da Terra, que engrenará, pois, esse processo de Basculamento, em um dado momento preciso, do qual ninguém conhece a data e que, entretanto, já está completo em todos os outros Planos.

O que nós podemos dizer-lhes é que, se nós desencadeamos esta fase última com vocês é porque a Terra a viveu, porque o Céu a viveu e que resta fazer a junção, neste Plano (aí onde vocês estão). Retenham que, face a uma dificuldade ou o que pode lhes parecer como uma dificuldade, se vocês mudam o olhar, se há em vocês a fé total na Luz, a fé total no que vocês São, então o que pode acontecer ou o que pode amedrontá-los, o que vocês podem esperar, o que vocês podem temer? Vocês saíram do tempo.

A Reversão da alma para o Espírito os faz retornar ao Espírito e, logo, à Eternidade, lá onde o tempo não tem mais nenhuma incidência (tal como ele é concebido e vivido sobre a Terra). Eis a que nós os chamamos, agora e doravante, cada dia.

A Reversão da alma, completa no nível da Terra, faz sequência lógica à Liberação da Terra e faz sequência lógica ao desaparecimento das Linhas de Predação. Evidentemente, o hábito e seu peso faz com que o coletivo da humanidade (no sentido o mais importante, em número, enquanto entidades de consciência) esteja ainda totalmente ignorante mesmo do que significa a palavra “alma” ou “Espírito” e do que elas representam na vivência. Mas, o que é ignorância, hoje, não poderá mais ser ignorado por ninguém, em muito pouco tempo. Mas, isso não deve, absolutamente, perturbar o que quer que seja em vocês.

Eu terminarei por esta metáfora e esta compreensão, bem simples: quando vocês morrem para esse mundo, o mundo continua, mas, para vocês, ele não existe mais. É tão simples como isso. Então, é claro, é sedutor (para a alma voltada para a matéria) de imaginar uma perenidade através da reencarnação, de imaginar uma evolução para esperar, um dia, extrair-se do que é nomeado esses ciclos de reencarnação, a Samsara, a Roda da Ilusão. Mas, em definitivo, a alma que está infundida pelo Espírito nem mesmo se coloca este tipo de questão, pois ela não busca, no seio deste mundo, nem recompensa, nem justificação.

A alma religada ao que ela É, em Espírito, em Verdade, em Unidade, não tem mais necessidade do que quer que seja para se apoiar neste mundo. Isso não é a negação da vida, mas é, realmente, a Transcendência da vida confinada à Vida Liberada. Isso é, muito exatamente, o que corresponde às diversas manifestações de seus corpos, quer isso esteja situado nas pernas ou nas costas, quer isso esteja ligado às dores (ligadas aos Elementos) em sua cabeça, ou ainda às diferentes manifestações que vocês possivelmente viveram desde mais de um ano e meio, agora.

Nenhuma importância a isso, porque tudo não passa (como eu disse) de manifestações e, além da manifestação, ao momento em que a alma coletiva da Terra Basculou totalmente, então tudo isso se torna, de todo modo, caduco. Do mesmo modo, segundo minha metáfora: quando vocês morrem, para vocês o mundo desapareceu, não resta nada do que era esse mundo. Do mesmo modo, quando a alma despertou para o Espírito, quando ela efetuou seu Basculamento e sua Reversão, no momento preciso em que a Porta Estreita foi atravessada, no momento em que o coração do Coração começa a estar próximo, então, neste momento, tudo o que era justificação e explicação no plano em que vocês estão, não se mantém mais em pé.

A única coisa que se mantém em pé é a Eternidade e isso basta para fazê-los viver, para esse corpo, ao mesmo tempo o Êxtase, a Beatitude ou ainda o Samadhi (como várias de minhas Irmãs e eu mesma testemunhamos para vocês). Vocês vivem exatamente a mesma coisa. Então, claro, no seio da personalidade há sempre uma tendência a querer comparar, mesmo de maneira quase inconsciente.

Ousar comparar-se ao CRISTO, ousar medir-se com BUDA ou a um dos místicos mais recentes que viveram a Liberação: vocês devem ultrapassar isso. Isto quer dizer não há nada a comparar, nada a medir: há somente a Ser o que nós fomos, todos, e o que nós Somos, todos. Aceitar isso é a maior das Humildades e Simplicidade. Não é se rebaixar nem se elevar: é colocar-se no justo lugar que é o do Amor e da Luz.

Eis a que este último período, esses tempos de Basculamento e de Clique lhes abrem. Alguns de vocês começaram a vivê-lo, já desde várias semanas, até mesmo, para alguns de vocês, desde o aparecimento da Onda da Vida. Mas, o que era somente um entusiasmo à época, o que podia ser definido como um novo Êxtase ou uma nova Beatitude tornou-se (eu diria, de todo modo, para aqueles de vocês que o vivem desde o início da Onda da Vida) um hábito ou, se vocês preferem, uma segunda natureza que se torna sua verdadeira natureza.

Então, neste momento, vocês ajudarão esse corpo seguindo o que ele diz, não para explicá-lo, mas para bem verificar, por si mesmos, que se, por exemplo, vocês adotam tal conduta e se vocês sofrem, cabe a vocês modificar tal conduta. Ajustem-se ao que lhes diz o corpo, porque neste momento o corpo é vivificado pelo Espírito e não mais, somente, pela alma. Isto é a ilustração tanto dos processos Vibratórios quanto dos processos da própria consciência de vocês e da própria a-consciência.

Se nós insistimos tanto sobre a Humildade é que vocês poderão muito facilmente constatar, por si mesmos, que se vocês saem da Humildade, então o processo de Paz, de Beatitude, o processo de Shantinilaya se afasta de vocês. Vocês terão, pois, um testemunho cada vez mais seguro, cada vez mais formal, mesmo, do que vocês vivem, não através do que vocês creem, não através do que vocês veem (isso devido à visão etérica), mas, bem mais simplesmente, no momento em que se produz o que quer que seja: vocês estão em Paz ou não? Vocês estão na Beatitude ou não?

É desta qualidade, desta quantidade, de Beatitude ou de Paz que vocês podem, não se julgarem, medir e comparar, mas sim beneficiar-se do máximo de afluxo da Luz e crescer, sempre, mais em Paz e em Beatitude até viver Shantinilaya. Shantinilaya que lhes permitirá, em um dado momento (tal como MARIA o definiu), de lançar Luz sobre tudo o que foi histórico, de lançar Luz, sem nenhuma dúvida possível, sobre a Eternidade que vocês São, além da crença e além das Vibrações, além mesmo dos processos históricos desse mundo. Eis ao que lhes promete esta última Reversão da alma coletiva da Terra, o fim das Linhas de Predação, a Liberação da Terra e a Liberação de vocês.

Eis, pois, alguns pensamentos que eu tinha a submeter-lhes a fim de verificarem, por si mesmos, o que vocês vivem disso. Se existem em vocês interrogações concernente à Reversão da alma, ao Basculamento ou a esse Clique (da alma coletiva da Terra, e a de vocês também), concernente ao que eu acabo de exprimir e que ainda não tinha sido expresso em lugar nenhum (se não eu me permitiria de remetê-los a isso), eu os escuto.


Questão: quando a alma está infundida pelo Espírito as emoções ligadas aos hábitos das Linhas de Predação pessoais caem por si mesmas?
Sim. Vocês não têm de se opor a isso, vocês não tem de medir forças, mas bem real e concretamente, ficarem Tranquilos e deixar a Luz agir. Vocês não podem nada por si mesmos, porque toda ação por si mesmos, doravante, somente e em definitivo, decorrerá do que pode restar de hábito da alma voltada para a matéria.

Quando a alma se volta para o Espírito o que lhes parecia antes um esforço ou uma necessidade, torna-se natural e espontâneo. Eu tomei o exemplo da alimentação porque é flagrante: até agora vocês tinham necessidade de comer para subsistir, para viver, para continuar a fazer funcionar esse corpo. E, um dia, isso desaparece, ou seja, que esta alimentação, no sentido em que vocês a entendem, não é mais tão indispensável nem necessária como antes, tendo até efeitos inversos.

Quer dizer que vocês se nutrem, real e concretamente, da Luz; porque a alma não está mais separada do Espírito. Neste momento, lembrem-se de que vocês não têm de decidir ou agir, mas bem mais, ter esta fé total e absoluta na Luz, em sua ação como em suas resoluções concernindo às problemáticas de vocês, se elas existem.

Mas, lembrem-se também de que enquanto a personalidade estiver em evidência, se posso dizer, ela justificará sempre sua necessidade de ação e reação, sua necessidade de manifestar emoções para se sentir viva. Isso não é absolutamente a mesma coisa quando o Espírito infunde a alma e o corpo.

Questão: É a mesma coisa se está confrontado a uma situação ambiental violenta?
Bem amada, por que o CRISTO disse: “oferece a outra face”? Há nisso um dos maiores mistérios. Aquele de vocês que está na personalidade achará isso totalmente estúpido: não se resolve um problema se se instalar ou se manifestar. Mas, existe uma outra realidade por trás disso e que necessita, ao mesmo tempo, uma imensa coragem e uma imensa Humildade: não é o pedido à Luz, mas a fé na Luz que vai permitir a resolução.

Além de saber se um evento que sobrevém em tua vida (mesmo muito violento) está ligado a uma consequência de um passado qualquer, de uma resistência à Luz (de ti ou das próprias circunstâncias ou de uma outra pessoa), vai além; faça a experiência de ver, por ti mesma, se a Luz resolve o que é para resolver. Evidentemente, se não existe previamente o processo Vibratório que foi vivido durante esses anos, se o acesso ao despertar ou à Liberação não aconteceu, a Luz não intervirá nunca.

Ao contrário, desde o instante em que há a abertura, real e vivida, no corpo (por diversos sinais que vocês conhecem, talvez, desde anos), então, não há nenhum obstáculo à resolução da Luz. A personalidade será sempre confrontada a oscilações e a reações, mas lembrem-se, como lhes disse SNOW, de que os Elementos, mesmo desencadeados ao seu lado, não poderão nada contra vocês, ao invés, eles podem dissolver a personalidade em totalidade (ndr: ver em particular as intervenções de SNOW de 01 de setembro de 2012 e de 18 de outubro de 2012).

E, se tu estás, neste momento, inscrita na consciência da personalidade, tu chamarás isso de “violento”, tu vais chamar isso de “injustiça”, tu vais chamar isso de “sofrimento”. Em resumo, aí também, tudo depende do local onde tu estás.

Para retomar nossas experiências que nós lhes contamos, quanto a nós, Estrelas, ou ainda, se vocês tomam modelos ditos históricos; quem pode dizer que mesmo o CRISTO não foi confrontado à violência, e à maior das violências que é o sofrimento? Ele duvidou naquele momento. Mas, que peso representa este sofrimento, o do CRISTO, excetuado pela personalidade e por aqueles que confinaram este sofrimento como um meio de Liberação?

O sofrimento não é um meio de Liberação, ele é um meio de se encontrar em face de seus próprios limites, os do corpo de carne. Mas, vocês não são este corpo de carne. Vocês não são absolutamente nada do que vocês percebem. Descobrir isto não é uma crença, nem mesmo uma experiência: é descobrir a Morada da Paz Suprema. Nenhuma circunstância exterior pode vir alterar aquele que vive Shantinilaya. Quer seja o fim desse corpo como o fim do mundo, ou o fim de uma relação ou a pior das violências; nada pode alterar Shantinilaya.

A violência, o sofrimento, não são mais que a expressão da ignorância do que vocês São, mesmo se isto não é, propriamente falando, culpa de vocês, porque não há culpa: somente há culpa do ponto de vista da personalidade ou da história. Mas, o que tu És, de toda Eternidade, jamais se moveu. Como o que jamais se moveu, que sempre esteve aqui, poderia ser afetado do que quer que seja, concernente a tua vida ou a este mundo? Toda diferença está aí.

Aquele que é Shantinilaya não é mais enganado pelo jogo desse mundo, não é mais enganado por todas as ilusões e todas as atrações e ilusões deste mundo. Ele próprio se recolocou pela consciência e pela a-consciência, entre o Alfa e o Ômega e então, ele pode dizer: "eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida". Não para ser seguido, não para ser imitado, mas simplesmente para dar testemunho da Luz. Existe uma predisposição da alma isolada do Espírito e voltada para a matéria: é uma busca de sentido, uma busca de explicação, que esta explicação e este sentido concernem o que é visível e aparente. Mas, isso concerne um nível de realidade.

Quando a alma voltou-se para o Espírito, quando o início da ação da Luz (visando o fim do eixo ATRAÇÃO-VISÃO) começou a operar, a Reversão da alma criou, não uma indiferença, não uma insensibilidade, mas realmente, uma transcendência. Quer dizer que tu não és mais tributária das circunstâncias (violentas ou doces) da tua vida, das relações, dos diferentes aspectos da tua vida. Tu não és mais tributária senão da Luz que tu És.


Nós não temos mais questionamentos, nós a agradecemos.

Irmãs e Irmãos em humanidade, que posso eu desejar-lhes mais do que viver a Paz Suprema e viver esta Beatitude? Não busquem isso como uma fuga. Não busquem como um meio, ou através disso, de se subtraírem a um inconveniente. Porque no Espírito não há inconveniente, no Espírito há a totalidade da felicidade.

Então, vivam isso. Busquem o Reino dos Céus, todo o resto se estabelecerá para vocês. Tenham esta fé que ultrapassa largamente a crença, não em um salvador, não em uma identidade histórica, nem seguindo alguém, mas na certeza do Amor e da Luz: não como uma crença, mas verdadeiramente para viver a transmutação da alma e sua Dissolução.

Sobre essas palavras, deixem-me depositar o Amor, aí onde ele está: no Coração de vocês!

Até breve.


Ponto OD do peito: na ponta do esterno.
Porta ATRAÇÃO: Chacra do baço: uma mão sob o seio esquerdo (o chacra do baço é elíptico, a posição simétrica ao chacra do fígado convém perfeitamente aqui).


Porta VISÃO: chacra do fígado - uma mão sob o seio direito.
Porta AL: Chacra de enraizamento da alma – do lado direito do peito, uma mão acima do mamilo, no nível do segundo espaço intercostal.


Porta UNIDADE: Chacra de enraizamento do Espírito – do lado esquerdo do peito, uma mão acima do mamilo, no nível do segundo espaço intercostal.


Ponto ER do peito: sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, sobre a protuberância esternal chamada ângulo de Louis.


Triângulos Elementares

 Lemniscata Sagrada


KI-RIS-TI: Entre as omoplatas, à meia-altura (sob a 5ª vértebra dorsal). Raiz do chacra do Coração.


ALFA (AL da cabeça): no meio da testa a 2 milímetros atrás da implantação da raiz dos cabelos.


ÔMEGA (OD da cabeça): 1 centímetro acima da raiz de implantação dos cabelos, sobre a linha do meio da nuca.


Mensagem de MA ANANDA MOYI no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1714

01 de dezembro de 2012 (Publicado em 02 de dezembro de 2012)
Tradução para o português:
Dionéia Lages


M.M - http://minhamestria.blogspot.com.br/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/


 

ANAËL - 01-12-2012 - AUTRES DIMENSIONS


Eu sou ANAEL, Arcanjo. Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amados Filhos da Lei do Um, Bem Amados Libertadores da Terra, que a Paz, o Amor e a Luz estejam em vocês. Estabeleçamos, em primeiro lugar, um momento de Fusão, de mim para vocês e de vocês para mim, na mesma consciência, na mesma Unidade e na mesma Presença.


... Compartilhando a dádiva da Graça ...

Eu venho a vocês, neste dia como durante as semanas anteriores de seu tempo, para responder aos seus questionamentos e interrogações, orientando, no entanto, se vocês o quiserem, o sentido de seus questionamentos inscritos, desta vez, não tanto nos dados gerais concernentes tanto ao Abandono, como à Verdade, como ao Absoluto, mas, bem mais, servindo-se justamente do conjunto dos elementos que eu pude lhes comunicar, enquanto Arcanjo da Relação e da Comunicação, durante estes anos.

O objetivo é então, fazê-los questionar sobre o sentido mesmo do que eu nomearei a temporalidade. Temporalidade enquanto tempo que passa e temporalidade concernente a este período atual a fim de recolocar essa temporalidade (e a interrogação ou questionamento que se relaciona a ela ou que se relaciona a vocês) em relação ao que eu pude exprimir, durante esses anos, enquanto Embaixador do Conclave Arcangélico, mas de maneira mais global, como intercessor entre os diferentes Conclaves e vossa consciência. 

Eu especifico também que, no final de minhas palavras e no intervalo de suas interrogações, nós estabilizaremos, cada vez mais, neste lugar como em todo lugar, o efêmero com o Eterno, deixando um espaço de Luz aparentando-se e aproximando-se com o Último. Eu especifico, enquanto as interrogações se levantam em vocês, que evidentemente, essa temporalidade decorre muito precisamente do que eu nomeei de prazos astronômicos.


Pergunta: o que significa o fato de não ter mais vontade de nada?
Bem Amado, a resposta a isso é muito simples e eu a apresentarei de duas maneiras, ilustrando, assim, o que acabou de exprimir o Bem Amado João, antes de mim (ndr: intervenção de SRI AUROBINDO de 1 de dezembro de 2012).

A vontade de nada fazer pode ser considerado, do ponto de vista da personalidade, como uma demissão de um papel ou de uma função (social, moral, afetiva, profissional ou ainda ligada ao que vocês nomeiam de seu ponto de vista, a vida), se traduzindo tanto pela necessidade de se alimentar, de se vestir, de ganhar sua vida, ou de manifestar interações em meio a este mundo nos diferentes setores que lhes são perfeitamente conhecidos.

Do ponto de vista da Eternidade, nada fazer é justamente entrar na Eternidade. O fato de ter menos vontade de fazer ou, mais diretamente, de nada mais fazer, é uma demissão da personalidade que se dirige não para o Nada, mas para a Eternidade.

Sua lucidez vai corresponder simplesmente à posição em que você se situa em relação à sua própria pergunta. No entanto, convém recolocar também esse sentimento de não mais ter vontade de fazer no quadro do que é nomeado “hábitos”, tal como exprimiu IRMÃO K há pouco tempo (ndr: sua intervenção de 24 de novembro de 2012).

Assim, os hábitos, em meio à Humanidade, são extremamente poderosos. Eles participam, à sua maneira, para o estabelecimento e manutenção do sistema de controle do mental humano: a egrégora social e humanitária e da humanidade visam uma pseudo coesão de uma humanidade Una, evoluindo para o Amor. Não ter mais vontade de fazer nada pode ser traduzido, na verdade, como uma problemática da própria personalidade, que você chama de depressão ou inversão do humor, stress ou ansiedade.

De fato, é diferente de não ter vontade de fazer nada, estando Tranquilo, de não ter vontade de fazer nada vivido como uma agitação, uma ansiedade, ou uma demissão de tudo o que fazia suas interações em meio à vida. Ou isso é realmente uma demissão e concernirá, de qualquer maneira, ao efêmero que você é. Ou é um impulso para mudar de ponto de vista e para estabelecê-lo em algo que ainda não lhe é conhecido, de maneira global e total. A observação do “nada fazer” pode então resultar de uma mesma causa, mas levando a uma percepção ou a um ponto de vista que é diferente.

Eu o lembro, para tranquilizá-lo, contudo, que basta olhar, ler, ver a vida de alguns Seres, tendo realizado seu ser profundo ou estando Liberados da matriz, como se comportam em suas vidas. É evidente que, em toda vida humana, existe certo número de componentes variando conforme o tempo, conforme a temporalidade, conforme o humor ou ainda conforme a época que é vivida sobre esta Terra.

Unicamente aquele que estabiliza sua própria Eternidade é capaz de ver, de maneira lúcida, clara e sem nenhuma apreensão, a Dissolução de seu próprio efêmero, a Dissolução de seus próprios hábitos. Do ponto de vista daquele que está inscrito na personalidade: isso representa um erro magistral de falha no encarregar-se de sua própria vida. Do ponto de vista da Eternidade: aí está a Verdade Absoluta.

Eu os lembro de que “nada fazer” não se inscreve em uma temporalidade que eu qualificaria “usual” e “normal” ou “habitual” da Terra, mas em uma temporalidade alterada correspondendo ao fim de todo ciclo. Assim, portanto, nada fazer e não ter mais vontade de fazer nada pode ser tanto a expressão de uma patologia como a expressão de uma finalidade a mais elevada.

Tudo dependerá, como sempre, do ponto de vista daquele que olha como de seu próprio ponto de vista, enquanto observador em meio ao Si, de sua própria vida.


Pergunta: acolher tudo o que se apresenta pode ser considerado como "não fazer nada"?
Bem Amado, o "fazer" e "não fazer nada" correspondem às ações conduzidas em meio a este mundo: as ações mais usuais e habituais para um corpo (como lavar-se, restaurar-se) que se encontram, eu o lembro, profundamente modificadas, aí também, pela mudança de hábito ligada à sobreposição e à justaposição.

Acolher a Luz é uma das etapas. A segunda etapa (permitindo chegar, de algum modo, ao “nada fazer”) é, evidentemente, acolher a Luz, mas aceitar deixá-la trabalhar, em vocês, sem interferir, de maneira nenhuma, com ela.

O Abandono à Luz, depois o Abandono do Si (tais como eu os expliquei e desenvolvi amplamente, durante esses anos) encontram, hoje, de maneira muito natural, para vocês, sua conclusão.

Se esse “nada fazer” se traduz por um questionamento, por uma ansiedade, por um sentimento de anormalidade, então, nesse momento, vocês sabem onde se coloca seu ponto de vista. Por outro lado, se esse “nada fazer” se traduz pela maior das beatitudes, então vocês tocam a Verdade Absoluta.

O “nada fazer” não é uma finalidade, sobretudo que, segundo o ponto de vista, esse “nada fazer” é profundamente diferente, conforme vocês estão inscritos em uma história lógica e temporal ou conforme vocês estão, doravante, posicionados em meio ao que vocês São, em Eternidade.

Assim, portanto, a observação atual desses preceitos que nós lhes demos, para este período, de “nada fazer” ou de “ficarem Tranquilos”, não concerne absolutamente a uma demissão de qualquer das atividades da personalidade, ela mesma, mas resulta e decorre diretamente da capacidade, para a Luz, estabelecer-se em vocês, no que vocês São (uma vez que vocês São a Luz), sem interferências (eu chamaria isso: franja de interferências ligada ao efêmero, ao transitório e à pessoa).

Existem, no entanto, (e como isso foi exprimido, de diferentes maneiras, nestas últimas semanas transcorridas de seu tempo Terrestre) muitas maneiras de assimilar esse Choque da Humanidade, diferentes maneiras de vivê-lo. Lembrem-se de que as circunstâncias (como eu exprimi, há três semanas e quatro semanas) que se desenrolam em vocês são muito exatamente aquelas que vocês criaram para viver este período, da maneira mais adequada conforme seu ponto de vista e conforme o que vocês São, em Verdade, e a distância podendo existir entre o que vocês São, em Verdade, e o que vocês percebem disso.

Quanto mais essa distância diminui, e mais ela tende a desaparecer, mais vocês estarão no que nós chamamos Shantinilaya ou Beatitude. O que quer que se torne esse corpo, o que quer que se torne essa vida, o que quer que se torne este mundo, nesse momento vocês não são mais concernidos, nesse momento vocês realizam as palavras do CRISTO: “eu estou sobre este mundo, mas eu não sou deste mundo”. Esta é a melhor maneira de viver a Vida Eterna e Absoluta.

Nos momentos em que a Luz os chama, como nos momentos em que vocês acolhem a Luz, a resultante será diferente, conforme seu ponto de vista, conforme o lugar, em certo sentido, em que está posicionada sua consciência: no efêmero da personalidade e do desenrolar de sua vida ou na Eternidade do que vocês São.

O próprio princípio do que nós chamamos “sobreposição” e “justaposição” lhes dá a viver a Tranquilidade ou a não Tranquilidade que não decorrerá jamais de uma circunstância exterior, de uma circunstância física, social, moral, afetiva ou profissional.  O que quer dizer, dito de outra forma, que enquanto vocês acreditam que, para estarem Tranquilos, vocês dependem do estado de seu corpo, do estado de suas finanças, do estado de suas interações, vocês estão apenas na personalidade.

É apenas quando a Beatitude, a Tranquilidade e a Paz se instalam, sem nenhum esforço, sem nenhuma vontade, sem perseguir nenhum objetivo (qualquer que ele seja), que vocês encontram realmente a Paz que é sua Eternidade, sua Presença e seu Absoluto. Assim, portanto, a Tranquilidade ou o “nada fazer” pode ser vivido de diferentes maneiras conforme, é claro, onde você mesmo se posiciona.


Pergunta: dificuldades de relacionamento podem estar ligadas a ações / reações do passado ou igualmente a formas de freios para impedir-se de se evaporar?
Bem Amado, eu lhe agradeço a pergunta, porque ela chama exatamente a mesma resposta à qual acabei de dar: tudo dependerá exclusivamente, de seu ponto de vista. Ser afetado em seu presente e considerar que isso pode vir de uma lei de ação/reação passada coloca você mesmo e o sujeita, em certo sentido, a essa lei de carma e de ação/reação. Eu o convido a ouvir novamente o que eu acabei de responder na primeira questão: você aí encontrará, é claro, todas as respostas.

Saiba que, enquanto existe uma dificuldade ou uma resistência ou uma oposição (que isso se refira a um aspecto de relacionamento entre um Irmão e uma Irmã, ou dois membros da mesma família, ou qualquer outra espécie de interação referente tanto às circunstâncias como ao desenrolar da vida), aquele que está posicionado, de seu ponto de vista, no Absoluto, não pode ser afetado nem pela doença, nem pelo conflito, qualquer que ele seja, não dando nenhuma importância ao conflito.

O que não é uma demissão ou uma fuga, mas, sim, estabelecer você mesmo sua Presença na Infinita Presença ou no Absoluto. Então, o ponto de vista muda e, o que é dado a ver, nesse momento, não depende mais de qualquer discriminação, nem de qualquer resistência ou oposição.

O importante não é saber se a resistência ou a oposição vem de você ou do outro ou da circunstância, uma vez que é ainda considerar que há a interação em meio à personalidade e, portanto, do efêmero. Colocar-se a questão do próprio sentido de uma dificuldade vivida, para recolocá-la em uma explicação ou um sentido (seja de ação/reação do passado, seja de qualquer coisa que favoreça a Liberação), volta, a grosso modo, para a mesma coisa.

O “ficar Tranquilo” não pode ser afetado pelo que quer que seja vindo (aparentemente) de um exterior de si, que isso seja, mais uma vez, uma dificuldade entre dois seres ou com uma circunstância em um dado setor da vida. Unicamente aquele que está Tranquilo, unicamente aquele cujo ponto de vista não é mais do efêmero, mas da Eternidade, pode gozar, de algum modo, a diferença entre um mesmo evento ocorrendo do ponto de vista da personalidade e o mesmo evento ocorrendo do ponto de vista da Eternidade.

Em um caso, haverá reação, haverá punição, haverá perturbação. Em outro caso, não haverá nem demissão, nem indiferença, mas, bem mais, um ponto de vista que transcende e ultrapassa largamente as próprias condições deste mundo. Assim (como eu disse há algumas semanas), o que se desenrola em sua vida é expressamente o que você criou (ndr: sua intervenção de 6 de setembro de 2012).

Mas cabe a você ver, aí também, qual importância você dá ao que se desenrola, quer isso concirna a você Interiormente, quer isso concirna a esse corpo: a diferença, aí também, se situará em função de onde você está situado. No efêmero, você será afetado. Na Eternidade, você não pode, de maneira alguma, ser afetado, mesmo pelo desaparecimento de seu próprio corpo.

Qualquer sentimento, qualquer sensação, qualquer percepção de uma resistência ou, ao contrário, do que lhe aparece como algo que será libertador, em um dado momento, é apenas o ponto de vista da personalidade. O ponto de vista da Eternidade é aquele que vai constatar o que se desenrola. Que isso seja, por exemplo, o fim desse corpo, que isso seja, por exemplo, o fim de uma relação ou o início de uma relação, nada do que é Eterno pode ser afetado por uma circunstância histórica, pessoal e  de qualquer maneira, efêmera.

Seu ponto de vista dirige, de algum modo, diretamente, o que se manifesta à sua consciência. A utilização do que você faz, do que se manifesta à sua consciência é profundamente diferente segundo o ponto de vista que você adota.

O fim do corpo é chamado a morte. Para a consciência, o fim do corpo não é certamente a morte. Mas se sua consciência é tributária, de maneira que eu qualificaria de abusiva e ilusória, desse corpo, então você é efetivamente tributário desse corpo. É o mesmo, por exemplo, para um elemento comum à humanidade (que nos é desconhecido) que vocês chamam dor.

Não é meu propósito definir a origem ou a causa de uma dor que os afeta, mas sim de ver qual é o efeito dessa dor sobre o que vocês são. Quaisquer que sejam a expressão, a localização e a intensidade dessa dor (moral ou física), se isso se traduz por uma alteração de sua consciência, evidentemente vocês estão no efêmero, nesse momento. Aquele cujo ponto de vista, no momento em que ele a vive, se situa seja no Si, seja na Infinita Presença, seja no Absoluto, não pode de modo algum ser afetado por qualquer circunstância, desse corpo, como deste mundo.

O efêmero e o ilusório não são jamais fixos. Eles mudam o tempo todo. Esse movimento induz, de algum modo, a linearidade do tempo, de maneira bem mais complexa do que eu apresento. Mas, em um nível coletivo e individual, trata-se dos mesmos mecanismos colocados em operação. Se você está em sua Eternidade, se você está em sua Infinita Presença, como no Si, de modo não mais experimental, mas cada vez mais como um estado estabilizado, o que pode te fazer, realmente, uma dor, onde quer que ela seja?

O que pode te fazer qualquer transformação ou futuro deste mundo, uma vez que o mundo é você?

Pergunta: o que significa o fato de ter calor na periferia do corpo e frio no interior ?
Bem Amado, existem (durante este período, eu diria, de sobreposição, mas também de sobre-impressão, de duas consciências diferentes) modificações extremamente importantes ocorrendo no nível do que é chamado, justamente, a regulação central. Essa regulação central está diretamente ligada a um órgão específico de seu cérebro, uma peça específica de seu cérebro denominada hipotálamo e hipófise assim como, em uma menor medida, a epífise.

O conjunto dos processos da regulação chamada central (como a regulação térmica ou ainda a regulação da saciedade ou fome) é diretamente comandado, enquanto relé (retransmissor) de consciência, pela hipófise, e sobretudo, o hipotálamo, e, em uma menor medida, a epífise. A modificação dos ritmos fisiológicos, a modificação das circunstâncias alimentares, assim como de seu humor (no sentido o mais amplo), decorrem diretamente das modificações do hipotálamo, da hipófise e da epífise.

Elas estão em ressonância direta (para a hipófise, hipotálamo) com o que é nomeado o ponto ER da cabeça, no centro da cabeça. A chegada da Luz Vibral, juntamente à Onda da Vida, assim como sua capacidade para viver os diferentes estados Vibratórios da consciência, torna-os mais ou menos permeáveis à influência do Coração Ascensional, à influência da Lemniscata Sagrada, à influência da Merkhabah, à influência do Canal Mariano e se traduz, evidentemente, por modificações, cada vez mais sensíveis e perceptíveis, do conjunto das funções fisiológicas (centrais como do humor).

Este é, portanto, um processo bastante normal, devido à sobre-impressão das consciências. Eu os lembro, de maneira, eu diria, humorística, que ali onde nós estamos, nós não temos necessidade de comer outra coisa a não ser a Luz que nós Somos. Assim, então, é o mesmo para a regulação dita térmica.

O princípio do Fogo (que ele se manifeste no nível do Coração, que ele se manifeste no nível dos Triângulos Elementares, que ele se manifeste no nível celular) está, justamente, em ressonância direta com a penetração da Luz no mais íntimo de cada célula, no mais íntimo de cada Ser. E, sobretudo, no que toca, em meio a essa estrutura efêmera, o que está ligado, de algum modo, à multidimensionalidade e à sua Eternidade, inscrita, mesmo, nessa biologia corporal, contudo alterada e amputada de certo número de fitas de DNA.

Assim, portanto, as modificações de percepção térmica, as modificações de ritmo e de intensidade de sono, como de alimentação, ilustram apenas uma única e mesma coisa: a modificação extremamente importante, do que é nomeada a hipófise-hipotálamo, em ressonância e em relação, como eu exprimi, com o ponto ER do peito (quer dizer o Timo), modificando também seu sistema imunológico.

Pergunta: quais são as transformações induzidas quando se assiste às suas canalizações?
Bem Amado, quanto a isso (parece-me) foi dito pelo seu Comandante, ele próprio, referente, por exemplo, às Núpcias Celestes: o aspecto Vibral está sempre presente (ndr: O.M. AIVANHOV – As “Núpcias Celestes” referem-se às intervenções de MIGUEL de 17 de abril a 12 de julho de 2009).

Para aqueles que assistem ao que você chama “canalização”, para aqueles que escutaram o que foi dito pelo Arcanjo MIGUEL, para aqueles que leem, hoje, existe um impacto Vibratório. Esse impacto Vibratório não está ligado à adesão às palavras que nós pronunciamos, nem à crença no que nós pronunciamos, mas, bem mais, diretamente, ao impacto da Luz Vibral.

O que se desenrola, nesse momento, não é diferente do que você pode viver a sós, a partir do instante em que não existe mais interação de seu efêmero em meio a sua Eternidade. Deixar estabelecer-se um novo ponto de vista, é abandonar (como talvez você já o sabe) toda referência, todo posicionamento, em relação a um conhecido, em relação a uma explicação, ou a uma busca de sentido.

A Luz Vibral, tal como ela se produz, durante este espaço (presentemente, ou em leitura, ou em escuta), não esta de modo algum destinada a alimentar seu mental. Em resumo, eu poderia dizer que eu alimento de sentido, seu mental, permitindo que se exprima, em você, a parte mais alta do que você É, em Verdade: aquela que aflora à sua consciência e da qual você não tinha, necessariamente, realmente, consciência uma vez que isso se situa em um nível do que foi chamado, classicamente, em sua língua, o “subconsciente”.

O supraconsciente tem a capacidade, em certo sentido (supraconsciente para Supramental), de estar em ressonância, por pontos específicos, com o que é chamado o efêmero, mesmo se não existe sobreposição totalmente exata, e possibilidade de coexistência comum, dos dois estados, em um longo prazo (em um prazo Terrestre como em outras noções temporais).

É importante apreender que o mecanismo que se estabelece decorre diretamente do que é nomeado uma Comunhão. Aquele que Vibra não estará mais sujeito ou submisso no próprio sentido da frase, à localização da vírgula ou do ponto, não será,  portanto, tributário de um sentido ou de um outro.

Se eu tomo, por exemplo, as intervenções do Arcanjo URIEL, vocês puderam constatar que ele joga (no sentido Vibral) com o sentido das palavras, a fim de lhes permitir, no nível da consciência como do cérebro, ultrapassar o mecanismo de funcionamento habitual da linguagem, passar de uma linguagem oral carregada de sentido e de significação, de metáforas como de explicações, para uma linguagem que impacta diretamente os aspectos Vibrais (ou energéticos, se você prefere) que não tem mais nada a ver com a energia emocional, mental ou ainda etérica alterada. É a melhor maneira possível de recriar o que nós nomeamos o Novo Éter ou Éter Unificado ou Éter de Fogo.

Assim, portanto, você pode escutar o que eu te digo em diferentes níveis: do ponto de vista da personalidade, do ponto de vista do Si ou ainda do Absoluto. Aquele que está no Absoluto não tem mais necessidade de compreender o menor sentido do que é dito, mas de simplesmente, viver a Luz e o que daí decorre, quer dizer a Paz, a Alegria, a Serenidade e a Morada da Paz Suprema.

A Luz é a Morada da Paz Suprema. Ela é Shantinilaya e aquele que é Luz não pode considerar sair desse estado de Paz Suprema, somente a personalidade o considera, por meio de certo número de elementos pertencentes à personalidade, como o que vocês chamam de responsabilidade, compromisso, dever moral, obrigações (quaisquer que sejam essas obrigações), retomando, aí também, o que pôde dizer o CRISTO: “o pássaro se preocupa com o que vai comer amanhã?”

O Abandono do Si pode ir, para alguns de vocês, até esses extremos (concebidas como extremos pela personalidade) como, por exemplo, de não mais ter isto ou aquilo ou de ter demais isto ou aquilo. Isto, aí também, é exatamente o mesmo princípio e os mesmos mecanismos de funcionamento concernentes tanto à saúde (como vocês o dizem) desse corpo físico, como de seu mental, como de seu Ser, em sua totalidade.

Assistir à uma canalização não serve estritamente para nada se você se coloca, de imediato e exclusivamente, de acordo com o sentido da personalidade que vai sem parar te perguntar se o que é dito é verdadeiro ou não.

Eu o convido, para isso, a reler atentamente o que eu pude dizer, em numerosas reprises, concernente à Verdade Absoluta e a verdade relativa (ndr: ver em particular as intervenções de ANAEL de 10  e 13 de agosto de 2010).

As verdades relativas pertencem a um campo de experiência que lhe é próprio, a um quadro experimental ligado à sua história, ao seu histórico, ao seu passado e às suas projeções, em meio ao seu futuro ou mesmo de seu instante presente.

Aquele que transcendeu isso (não por qualquer vontade, mas, bem mais, pelo Abandono à Luz) não se coloca mais a questão do sentido das palavras, nem se coloca mais a questão da veracidade segundo a verdade relativa (do que é dito, anunciado, chegado ou não), mas, bem mais, segundo a Eternidade da Luz, independente totalmente de qualquer circunstância deste mundo como da pessoa.

Aí também, conforme onde você está, você verá as coisas de duas maneiras, às vezes totalmente opostas, ou mesmo contraditórias. Ver as coisas como contraditórias não lhe permitirá jamais estabelecer a Paz, que isso seja no que nós dizemos, como em qualquer acontecimento da vida.

Por outro lado, se você não se preocupa mais com o que você vai comer amanhã, a palavra que pode ser empregada (embora possa ser confuso), nesse momento, é a palavra Fé.  É evidente que tendo talvez ouvido, lido, algumas obras ou algumas intervenções das Estrelas, pode lhes aparecer de maneira clara, que é na Divina Providência, na Divina Graça, no Abandono à Graça, ela mesma, que a Graça ocorre.

Não são vocês que vão buscar a Graça. Não são vocês que vão buscar uma solução. Isto não é, não mais, uma renúncia, mas sim, uma mudança de ponto de vista.

Aquele que está na personalidade será sempre guiado pelo medo, pelo problema da escolha e pelo problema da veracidade, da realidade e da verdade do que é enunciado. Aquele que está na Vibração não ouve mais, mesmo, as palavras, nem mesmo o sentido das palavras que nós pronunciamos, mas isso, aí também, é uma forma de aprendizagem a qual nós os conduzimos, pacientemente, durante todos esses anos.

A diferença temporal é que, doravante, não há mais tempo necessário para se ocupar disso. Unicamente a via a mais direta, a mais rápida, a mais simples, é viver com o que você É, no instante presente em que outros Irmãos e Irmãs de sua humanidade, ou ainda de outros mundos, estão em sintonia (eu diria) com você, pelo sentido de sua escuta.

Eu concluirei dizendo que nenhuma palavra, nenhuma frase, nenhuma imagem, nenhuma circunstância, pode estabelecer a Paz Suprema, sobretudo, não em meio a este mundo. Mas é necessário, contudo, aceitar em totalidade, este mundo uma vez que, quaisquer que sejam sua ilusão e sua alteração, se não houvesse o princípio da Vida, bem, muito simplesmente não haveria vida possível. Assim, então, não é rejeitando a personalidade que se atinge a Eternidade, é interessando-se pela Eternidade: “busquem o reino dos Céus e o resto lhes será dado em acréscimo”.

Pergunta: o que nós devemos saber sobre a Porta KI-RIS-TI?
Bem Amado, o que é nomeado KI-RIS-TI (você talvez o tenha apreendido) é o Princípio Solar. Nós escolhemos essa denominação  para não ofuscar as crenças de numerosos humanos quanto à existência e à mensagem emitida pelo CRISTO.

KI-RIS-TI é o Logos Solar. Ele é o princípio CRISTO – MIGUEL. Não é somente MIGUEL. Não é somente um personagem histórico. KI-RIS-TI é o Filho Ardente do Sol. Aquele que realizou o Sol, em si, e que diz: “Pai, que se faça sua Vontade e não a minha”. Quer dizer aquele que (e eu coloco a palavra entre aspas) “crucificou” sua existência.

É necessário o último sacrifício: a Doação de Si à humanidade, a Doação de Si à Luz. KI-RIS-TI está, é claro, ligado a uma linguagem Vibral que vem (como nós já dissemos e, talvez vocês se lembrem) do sumério original, chamada linguagem cósmica.

Essa linguagem cósmica é uma linguagem que usa as sílabas. Essas sílabas carregam sentido, nelas mesmas. Essas três sílabas fazem sentido, na acepção de uma palavra procedente de uma representação, de uma compreensão e de uma experiência, qualquer que seja a palavra. Por outro lado, tomar a sílaba ultrapassa largamente a origem, mesmo semântica, da palavra, mas desemboca diretamente sobre o aspecto Vibral: um pouco como as sílabas sagradas.

KI-RIS-TI é então um Duplo, um Duplo Solar, cujo corpo é multidimensional. É a Luz que reaquece. É o Fogo que purifica. É a Vida, em todas as suas expressões, em todas as suas manifestações, que isso seja nesta Dimensão como em toda Dimensão.

Pergunta: se o círculo é uma forma confinante, o que é das mandalas?
Bem Amado, mais uma vez, tudo depende de onde você se situa. Enquanto você está no efêmero criado, recriado, observado, uma mandala, qualquer que seja, apenas fixa sua atenção, apenas fixa sua intenção sobre um objetivo contido nessa mandala.

O círculo, como a esfera, são estruturas ardilosas, nelas mesmas, porque no princípio do círculo (como da gota como da elipse), há essa noção de repassar pelo mesmo ponto, de maneira cíclica, mesmo se é em outro nível.

O princípio do Universo, tal como lhes é observável (que isso seja na observação do curso do sol, como lhes é dado a ver com a tecnologia moderna, os cálculos matemáticos, os cálculos físicos modernos) faz-se apenas por meio do que pode ser perceptível e, portanto, observável. Ora, nada lhes diz (e seus cientistas começam a se pôr em dúvida) que o que vocês observam corresponde à totalidade da vida, mas sim, eu diria, a algo que é totalmente incompleto.

O que vocês chamam o “vazio”, o que vocês chamam o “nada”, não é senão a Luz e sua Beatitude. Do ponto de vista da lagarta: um buraco negro coloca fim à vida. Do ponto de vista da borboleta: um buraco negro é o retorno à Vida.

Uma mandala é, portanto, útil, até um certo grau de transcendência e de evolução da personalidade, mas nenhuma mandala, assim como nenhum ser exterior a vocês pode Liberá-los: há apenas vocês, e somente vocês, que se Liberam. E a única maneira de ser Livre, de se Liberar, é o Abandono do Si. E isso não depende de nenhuma crença, de nenhuma circunstância exterior, nem mesmo de nenhuma mandala, como aliás de nenhuma figura geométrica perfeita.

Simplesmente, existe, em meio ao que nós chamamos o princípio das formas (e eu já tive ocasião de me exprimir sobre isso), uma onda de forma ou uma onda para efeito de forma, inscrita em uma temporalidade bem mais vasta do que aquela que sua consciência (mesmo sobre este mundo e mesmo Liberado) pode assimilar.

O Absoluto (mesmo, com forma) não pode se representar em algo que escapa ao próprio campo da consciência e que não concerne absolutamente à consciência, mas ao Absoluto. Para a consciência, em todo caso, uma forma é sempre, sem nenhuma exceção, um confinamento.

Enquanto sua consciência é tributária de uma forma (mesmo mutável de Dimensão em Dimensão, mesmo se vocês são Absoluto), vocês dependem (certamente não como aqui, aí onde vocês estão), no entanto, de uma forma uma vez que a consciência, nesse momento, se inscreve em uma forma. E uma forma é animada de consciência. Eu diria, mesmo, que é a consciência a mais estável no tempo.

Essa noção de estabilidade vai se reencontrar nas meditações, como a realizam alguns povos, por exemplo, diante de um tanka ou um tapete de oração constituído geralmente de mandalas.

A mandala não deve tornar-se uma finalidade, mas deve ser vista como um elemento de focalização, de transcendência da consciência do efêmero, mas não permitindo jamais desembocar na Eternidade. Mas isso pode representar, em certo sentido, a ilusão de um caminho válido.

Toda forma (qualquer que ela seja, qualquer que seja sua definição, qualquer que seja sua abordagem, qualquer que seja seu Universo Dimensional) é apenas um estado transitório da consciência, ligado à manifestação da referida consciência.

Vocês têm a experiência, sobre este mundo, em que sua forma se inscreve (em sua própria mobilidade) entre o que é chamado o nascimento e a morte. Quando sua forma desaparece, o que permanece?: o sem forma.
Nesse momento, não há mais nem mandala, nem estrutura geométrica perfeita. Mas a forma é um dos suportes da manifestação Dimensional.


Pergunta: por que a confiança ainda pode alternar com a dúvida, em particular no sentido de não se sentir pronto no que se vive hoje?
Bem Amado, a personalidade nunca estará pronta para qualquer outra coisa além de si mesma. Enquanto você considera que é necessário estar pronto ou não pronto, enquanto há a inquietude quanto ao sentimento de estar pronto ou não pronto, diga-se que isso é apenas uma interrogação de seu próprio mental.

Assim, então, existem possibilidades de viver experiências. Essas experiências estão (como eu já desenvolvi nas últimas semanas) diretamente ligadas a uma aprendizagem. Mas é profundamente diferente viver as experiências e viver um estado estabilizado. O que você coloca como questão decorre diretamente desse princípio.

Enquanto há a experiência (mas não a estabilização de um estado), haverá (e, sobretudo, durante este período, extremamente breve, de sobre-impressão ou de justaposição), verdadeiramente, esse mecanismo de observação de sua própria consciência que passa de um estado a outro porque, justamente, nenhum dos dois estados está estabilizado.


A personalidade jamais poderá estar estabilizada. A Eternidade estará estabilizada, em totalidade, quando seu ponto de vista estiver exclusivamente aí onde você É: em meio a sua Eternidade.

Você não é concernido nem pelas dúvidas, nem pela inquietude. O que lhe sugere que isso vem de você não é nada além do que a ação da Luz sobre seu próprio mental. Tornar-se observador, é não mais tomar parte no que se desenrola em meio à própria consciência, que isso diga respeito ao Samadhi, que isso se refira ao fato de conduzir um veículo a motor, que isso se refira a uma interação com um outro Irmão ou Irmã de sua humanidade.

Os sentimentos de inquietude, de ansiedade, de agitação, de questionamento, de dúvida, de raiva ou de medo, serão sempre apenas o reflexo da própria personalidade.

Aquele que toca a Infinita Presença, aquele que está estabelecido além de todo estado (quer dizer Absoluto com forma), ri de tudo isso. Porque mesmo se isso chega no nível do limiar de percepção consciente, isso é vivido como uma intromissão e não modifica em nada o que foi estabilizado (seja no Absoluto, na Infinita Presença).

Mas o processo atual, ele mesmo, os coloca diante do que eu chamaria as últimas dúvidas, as últimas raivas e, sobretudo, os últimos medos: aqueles de deixar, aqueles de se Abandonar, aqueles de confiar no que você É, em Eternidade, e que, no entanto, você não conhece enquanto você não está estabilizado.

A Luz é a Paz: eu lhes repito, a cada vez. Se vocês São Luz, em que a Paz poderia ser perturbada por qualquer transformação deste mundo, desse corpo, de uma relação, de um trabalho, ou do que quer que seja?

Vocês vão, de algum modo, se darem conta disso uma vez que vocês se tornam cada vez mais observadores de vocês mesmos: não como uma doença nociva visando descortinar tudo o que se desenrola (em busca de um sentido ou de significação), mas, bem mais, como a clara consciência do que se desenrola em vocês.

Da mesma maneira que em um dado momento a Luz iluminou a Sombra, hoje, a Luz vem lhes dizer: “você é Luz, em totalidade”. Em que a Luz que você É, se preocupa com o que quer que seja concernente a qualquer efêmero, qualquer que ele seja?

Aquele que está na Paz, o permanece, mesmo em guerra.

Nós não temos mais perguntas, nós lhe agradecemos.

Bem Amados Filhos da Luz, Bem Amadas Sementes Estelares e Libertadores, eu terminarei com estas palavras: que a Paz, o Amor, a Luz e a Alegria se inscrevam em vocês e em Eternidade.

Com todo meu Amor, eu lhes digo: até uma próxima vez e até breve.
Até logo.

________________________________________________________________
NDR:

Lemniscata Sagrada    

  
Ponto ER da cabeça: sobre a fontanela do topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das duas orelhas e a linha que passa entre nariz e o occiptal.

Ponto ER do peito: sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, sobre a protuberância do esterno chamada ângulo de Louis.   


Triângulos Elementares



Mensagem de ANAËL no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1711
01 de dezembro de 2012 (Publicado em 02 de dezembro de 2012)
Tradução para o português: Ligia Borges

M.M - http://minhamestria.blogspot.com.br/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/


 

SRI AUROBINDO - 01-12-2012 - AUTRES DIMENSIONS


Eu sou SRI AUROBINDO. Irmãos e Irmãs em Humanidade, que a nossa Presença e o nosso Encontro deste dia situem-se sob os auspícios do Amor, da Luz e da Paz.

Eu os convidarei, primeiramente, a rememorar-se do que eu pude expressar, há alguns anos, referente ao Choque da Humanidade (nota: sua intervenção de 17 de outubro de 2010).

E eu vou convidá-los, em seguida, em relação ao que eu vou expressar, por minhas palavras e pela Presença Una, do nosso Encontro, a mergulhar, mais profundamente, no que nós Somos, todos, além de toda aparência, de toda a história e até mesmo, de todo cenário.

Peço-lhes para, de bom grado, considerar este Choque da Humanidade, antes de tudo, como um evento individual antes de ser coletivo. Evento individual, desenrolando-se, para alguns de vocês, já desde algum tempo, e para outros, dentre vocês, aflorando, somente, a Consciência. Vocês necessitam, de alguma forma, voltar o seu olhar para o Si e para o centro do Centro, a fim de reposicionar as diferentes etapas deste Choque da Humanidade em uma perspectiva Interior pessoal, resultando, diretamente, de um conjunto de circunstâncias sendo produzido no sistema solar (aos quais eu não voltarei) e sendo, de maneira concomitante, produzido no Interior do Ser que vocês São, na totalidade das possibilidades de percepções da sua Consciência, de seu corpo.

O Choque da Humanidade, a título individual, desenrola-se, em vocês, como uma forma de questionamento, de uma diferença de ponto de vista, função, justamente, de seu estado, mais ou menos afastado do Si, ou ainda, do centro do Centro. O questionamento, a dúvida, a negação, a raiva, a negociação e a aceitação não são mais do que a consequência de uma atividade do que é chamado de mental, permitindo, através de diferentes mecanismos de percepção, encontrar (ou não encontrar), no que vocês São, uma espécie de congruência entre o que vocês São, fundamentalmente, ou uma distância entre o que vocês São, fundamentalmente, e o conjunto das manifestações sensíveis da vida sobre este mundo. Isto foi nomeado (outras vezes, por outros Anciãos e outras Estrelas) o mecanismo de sobreposição e de justaposição (nota: ver as intervenções de IRMÃO K de 16 de outubro de 2012, de MA ANANDA MOYI de 17 de outubro de 2012 e de UM AMIGO de 10 de novembro de 2012).

Eu não voltarei, é claro, ao conjunto das mudanças que lhes foram enumeradas, concernentes ao conjunto dos seus mecanismos de vida (quer a nível fisiológico, ao nível da Consciência) ou, ainda, da interação podendo produzir-se entre os mecanismos íntimos e os mecanismos temporais ou históricos da Terra. O ponto de vista, tal como exprimido como localização da consciência ou da a-consciência, situa-os, pelo instante, ainda, seja no antigo, seja no presente, seja no futuro.

Qualquer localização da sua consciência dentro de um questionamento decorre, justamente, de um ponto de vista que não é aquele do Instante Presente, mas do tempo seguinte, ou seja, tocante aos cenários, às histórias, ainda não atualizados dentro da consciência. Nós temos sido numerosos a intervir entre vocês a fim de dizer-lhes, de diferentes maneiras, que o conjunto do que devia ser cumprido, o foi, sobre os Planos mais sutis como sobre o Plano, eu diria, o mais próximo de sua Dimensão de vida em encarnação.

O mecanismo de ajustamento, de sincronização (resultante da sobreposição e da justaposição), deve levá-los a um ritmo que lhes é próprio (mas, no entanto, extremamente rápido) para posicioná-los, de maneira definitiva, em uma ou outra das possibilidades de sua consciência, e de seu Ser como de seu não Ser.

Quando a sobreposição (a justaposição) é realizada, a título individual, não pode mais existir, em vocês, o menor sentido de uma pergunta a respeito, tanto do que vocês São, como da história, ou por assim dizer, do futuro deste mundo. O velho e o novo (o velho que desaparece, o novo que apareceu ou aparecerá, dependendo do seu ponto de vista) são levados, de alguma forma, a Fusionar-se.

Este princípio de Fusão (ilustrado, até o momento, por vários meses, pelos diferentes mecanismos de apreensão, de compreensão, e de vivência de sua própria consciência) deixou lugar aos mecanismos (que, eles também, foram-lhes fartamente explicados) sobre a capacidade de Comungar, de Fusionar, ou de se Dissolver com um Duplo, com um Irmão ou uma Irmã, do lado onde vocês estão ou do conjunto das manifestações que, até agora, não lhes eram visíveis.

A aproximação da Luz (como eu o descrevi, na minha vida, referente ao Supramental) realizou, em vocês, as melhores condições, para vocês, deste face a face. Este face a face vai ver se desdobrar, em vocês, certo número de mecanismos, certo número de histórias pessoais precisas, durante esta fase que, eu o lembro a vocês, inaugura-se neste dia.

Existe, como vocês o constataram, por causa das modificações sobrevindas nestes últimos tempos (de forma bastante ampla, eu diria, desde poucas semanas ou desde poucos anos), em vocês, o sentimento, por vezes profundo, de existir sobre dois modos de funcionamento, sobre dois modos de realidade e sobre dois modos que podem parecer-lhes, às vezes, antônimos, até opostos, até mesmo contraditórios.

O que é percebido, pela sua consciência, naquele momento, é (e será), sempre, o reflexo de sua própria atividade nomeada mental: capacidade de reflexão, capacidade de comparação, capacidade de discernimento, de discriminação, de julgamento, de constatação ou de escolha. Toda constatação, toda escolha, toda discriminação e toda intuição, em definitivo, não podem resultar, durante este período (e, de modo geral, em toda atividade humana), que da atividade precisa deste órgão (deste corpo) que é nomeado "mental".

De sua capacidade de imergir-se, doravante (durante períodos temporais cada vez mais expandidos, durante espaços cada vez mais profundos) em vocês mesmos (quer seja no Si ou no Absoluto), resulta na Tranquilidade da qual nós lhes temos, também, falado.

Aquele que é Tranquilo é aquele que pode, de fato, continuar a levar o que a Luz o deixa levar ou impõe-lhe a levar. E a capacidade de aceitar, neste mecanismo de Abandono do Si ou do Abandono à Luz, de deixar a Luz tomar lugar, de deixar (como foi nomeado), a Inteligência da Luz atualizar-se em vocês e realizar a natureza profunda do Ser como do não Ser que todos nós somos. Amor ou medo. Amor ou a raiva. Amor ou negociação. Amor ou escolha deliberada de prosseguir, por sua própria Liberdade, o que vocês desejam viver.

A problemática que pode, no entanto, manifestar-se, corresponderá, necessariamente, no momento oportuno, à adequação entre o seu posicionamento e o posicionamento da Terra ou de uma dificuldade de pôr em adequação o movimento da Terra, como o movimento do que vocês São. Daí decorre a Tranquilidade ou a atividade do mental concernente ao devir, concernente a uma evolução ou concernente, ainda, a uma transformação.

Enquanto isso lhes parece depender de uma circunstância qualquer exterior para levar por bem a sua vida, aqui como em outros lugares, vocês ainda não estão suficientemente na Tranquilidade. A Tranquilidade não decorre de uma escolha de atitude, nem mesmo de um posicionamento resultante de uma escolha, mas, bem, realmente, concretamente e fisicamente, de deixar trabalhar, em vocês, os mecanismos da Fusão, os mecanismos da Fusão dos Éteres como da Fusão podendo sobrevir dentro da consciência (entre todas as consciências), mas, também, de deixar estabelecer-se o que não pode ser descrito em palavras.

O período atual vai, portanto, vê-los inscrever-se seja em sua Eternidade, seja no efêmero. A Eternidade tomará cada vez mais lugar, de espaço, e de tempo onde o efêmero se manifestará, ao oposto, de maneira cada vez mais barulhenta, misturando aí os elementos de natureza emocional e mental. A capacidade de viver o que é para se viver, no nível coletivo, não depende de sua capacidade Interior para estabelecer a Tranquilidade ou não.

Desde os momentos em que eu lhes falei (do meu lugar dentro da Assembleia de Anciãos) da Liberação do Sol, da Fusão dos Éteres e da Liberação da Terra, vocês puderam constatar (ou não), em vocês, a capacidade de deixar viver este corpo, como a sua consciência, no fluxo da Luz Vibral, como no fluxo da Onda da Vida (ndr: ver suas intervenções de 2 de novembro de 2010, de 21 de novembro de 2010, 13 de abril de 2011, de 28 de outubro de 2011).

Isto teve como resultante, para alguns de vocês, e até agora, quer estabelecer-se além de todo estado, no Absoluto, quer de destacar as possibilidades de discriminação (as possibilidades de discriminar as escolhas como as percepções, mesmo, deste corpo e de sua consciência) referente à adequação entre o seu Ser Interior e o seu ser exterior. Dito de outra forma, como foi o caso para SNOW, isto diz respeito, em vocês, à ação dos Elementos e a possibilidade de fazer ressoar a ação dos Elementos, em vocês, de acordo com os Elementos da Terra. Eu lhes remeto, para isso, às três últimas intervenções da Estrela SNOW (ndr: ver as suas intervenções de 18 de outubro, 1º de Novembro e 17 de novembro de 2012).

Hoje, além do que havia sido dito por nosso Comandante (ndr: O. M. AÏVANHOV) há numerosos anos, referente ao conjunto da humanidade, ao aparecimento de uma humanidade empreitando caminhos diferentes é completamente real. Da mesma forma que na encarnação vocês têm a escolha, enquanto vocês acreditam nisso, de seguir este ou aquele preceito, esta ou aquela religião, este ou aquele ensinamento (nota: ver as intervenções de O.M. AÏVANHOV de 21 de outubro de 2010, de 29 de novembro de 2010 e de 4 de dezembro de 2010).

O conjunto das nossas intervenções, durante esses anos, visaram fazê-los viver, por si mesmos, os aspectos Vibratórios da consciência, os diferentes aspectos do Si, diferentes Samadhis, como a eventualidade de vocês estabelecerem o Absoluto.

Isso resultou, como foi especificado por UM AMIGO, como a adequação e a correspondência entre a consciência e a Vibração (nota: ver a sua intervenção de 24 de novembro de 2012). Muitos de vocês viveram certo número de experiências, certo número de mecanismos destinados a recriar as condições naturais da multidimensionalidade da consciência. Os mecanismos, vividos atualmente (chamados, por sua vez, a multiplicar-se, nesse dia), concernente tanto à atividade elementar, em vocês, quanto à ação do que vocês São, dentro deste mundo, vão tomar um relevo, uma acuidade e uma intensidade particular.

Lembrem-se de que o mais importante desdobrar-se-á, sempre, em vocês. Que a interação, sobre este mundo, tanto no sentido histórico, como social, tem pouco interesse, para o Si como para aquele que é Absoluto. Perceber isto é uma etapa maior no plano de Liberação da consciência, que eu lembro a vocês, já está atualizada sobre os Planos sutis e os mais próximos de sua Dimensão, para muitos de vocês.

O que ocorre, nestes mecanismos de Fusão das diferentes Dimensões do Ser como do não Ser, permite-lhes (sem a intervenção do que é nomeado "mental" ou ainda "emocional") não vir alterar a qualidade da percepção e também não renunciar ao que deseja expressar a sua consciência, nestes tempos.

O Encontro, entre o que é chamado de sua personalidade e a Luz, torna-se uma sobreposição que vai, necessariamente, chamá-los a posicionar-se, em um determinado momento, de maneira definitiva, final e terminal, em um estado, ou em outro, da consciência. O mecanismo individual do Choque da Humanidade corresponde, talvez, a etapas que lhes foram dadas a viver, de maneira individual, face a vocês mesmos, às suas próprias circunstâncias de vida. O Amor não é, nunca, uma pergunta. A Luz não será, nunca, uma escolha. Ambos são uma evidência: uma evidência mascarada, simplesmente, por, precisamente, o que é chamado de "mental" e de "emoções".

Como vocês o sabem, os incontáveis ensinamentos, por este planeta, sempre lhes falaram do mental e das emoções. Mesmo se os meios de alcançá-los divergem, de modo importante (de um continente para outro, ou de uma cultura para outra), a finalidade de toda a pesquisa é estabelecer-se em um sentimento onde não pode mais existir uma utilidade qualquer, um sentido qualquer e uma questão qualquer relativa a uma pesquisa, qualquer que seja ela. É diferente, como vocês o sabem (e, talvez, como vocês o vivem), projetar o Amor e é profundamente diferente deixar o Amor Ser. No primeiro caso, intervirá, sempre, a lenda pessoal, a história pessoal, a referência a um passado ou a referência a um futuro ou um porvir.

Aquele que está estabelecido na precisão e, se vocês preferirem, na sobreposição e a justaposição completa do efêmero e da Eternidade, não pode mais deixar o menor espaço para a expressão do efêmero nas qualidades nomeadas: personalidade, pessoa, identidade com um mental e emoções. A facilidade para deslizar ou para passar do lado da Eternidade ou do efêmero decorre, muito exatamente, do que vocês observam em vocês mesmos: as últimas resistências à Luz, às vezes resultando de medos justificados e inscritos, mesmo, no funcionamento do habitual (que este habitual pegue a sua fonte na hereditariedade, no DNA, nos cromossomos ou na experiência pessoal ou coletiva deste mundo).

Hoje vocês vão ver mais e mais claramente, não pelo olho (ou os olhos), não pelo Olho Etérico mas, muito mais, para além mesmo da resposta do Coração, pela possibilidade de manifestar a Paz, a Tranquilidade e, em contrapartida, completamente válida, o que eu nomearia a capacidade de não se perguntar e de ficar em Paz.

É claro, aquele que se colocará no efêmero terá sempre razão de criticar este laissez-faire (deixar como está) como uma não-intervenção da personalidade que vai evitar, à própria personalidade, inscrever-se em uma atitude de pesquisa, de espiritualidade, de evolução ou transformação. O conjunto dos elementos (Vibratórios e orais) que nós lhes temos dado permitiu-lhes constatar, por vocês mesmos, que existiam estados múltiplos do Ser que lhes são dados a experimentar, de maneira importante, mais ou menos ampla e mais ou menos com uma acuidade intensa.

A ausência de oscilações, ou a presença de oscilações, dentro de seu humor, de seu comportamento, de sua fisiologia, ou mesmo ainda, de suas relações sociais, afetivas e o conjunto do que constitui a sua vida, está impregnado, de alguma forma, por esta capacidade (presente ou não) de ficar Tranquilo. Ou seja, de ficar, não somente o espectador, não somente o observador, mas sim, aquele que encontrou, de certa maneira, o centro do Centro. Quer corresponda ao Si, como a possibilidade de estabelecer-se, além de todo estado, no Absoluto ou, ainda, de dar a volta em torno do Centro, na Infinita ou Última Presença.

O que quer que seja, o que acontece, em vocês, é claro, tornar-se-á cada vez mais sincronizado pela ação dos Elementos, da Luz Vibral e da Onda da Vida, bem como pelos fenômenos cósmicos anunciados pelo Arcanjo ANAEL que serão reespecificados depois de mim.

Tudo isso vai, de alguma forma, e de maneira figurada, fazê-los chegar ao fundo do funil. O sentimento de movimento, da agitação do que se dirige para o fundo do funil, são somente as zonas de interferência entre a Eternidade e o efêmero. Se vocês estiverem identificados com o efêmero, vocês serão afetados por este movimento. Se vocês estiverem identificados ao que não se move, nenhum movimento desse tipo pode alterar, tanto a consciência, o Ser e o corpo em que vocês estão. 

As circunstâncias da re-União, produzindo-se, agora e já, em seu Coração (através da “Protocolos a praticar/Implementação do Coração Ascensional , mecanismos diversos e variados, na fronteira da Vibração, tremores do peito ou do conjunto do corpo), tudo isso pode manifestar-se sob forma de resistência ou de Abandono.

No Abandono, vocês vivem um processo, seja qual for, mas vocês não estão mais identificados com este processo que se desenrola. Vocês estão, de alguma forma, totalmente extraídos da história, do futuro, ou dos resultados mesmo de um passado.

Aí situa-se a capacidade de transcender e, de alguma forma, de desembaraçar-se, de modo Vibratório, do que é nomeado o corpo causal (ligado, como vocês o sabem, ao carma e à dualidade e também às leis de confinamento e de isolamento deste mundo). Se, no entanto, vocês dão a sua Atenção e a sua Intenção aos movimentos de sua Consciência e às suas flutuações, vocês não poderão manter a Tranquilidade. Eu diria, portanto que, nesse Choque da Humanidade, individual e coletivo, o testemunho de sua Passagem é, e permanecerá sempre, a Tranquilidade, na fronteira da Infinita Presença e sua Alegria, ou até mesmo, para o Absoluto e em Sua Beatitude de Shantinilaya.

O processo de justaposição e de sobreposição, coletivo como individual, mostra-lhes, pelo que se desdobra, aí onde vocês estão, precisamente. Aquele que está em sua consciência Eterna, aquele que é Absoluto, não pode e não manifestará cada vez menos interações com este mundo, seja qual for.

Aí se encontra a Beatitude tal como eu pude descrevê-la quando da minha última experiência na Terra ou tal como lhes descreveram muito numerosas Estrelas. A Luz é a Força do Amor. A Luz é a Força da Vida. Quer vocês estejam na Vida. Quer vocês resistam e lutem para manter o efêmero. Cada vez mais, isto aparecer-lhes-á claramente, para vocês como para o conjunto dos seres que vocês têm levado a aproximar-se, ou mesmo, a observar, no simples curso desta vida sobre a Terra.

O seu posicionamento não resulta de uma escolha de seu mental, mas, bem mais, da sua capacidade de experimentar, de sentir e manifestar a Tranquilidade que desaguará, se já não estiver feito, em Shantinilaya. Durante o que nós nomeamos, com vocês, meditação, Alinhamento, oração, recolhimento, relaxamento, foi-lhes possível observar mudanças sensíveis, seja pela Revelação de suas Linhagens, seja por sua capacidade de desaparecer dentro de uma consciência manifestada (qualquer que seja), de maneira mais e mais rápida, como por sua capacidade de observar o seu próprio comportamento nos caprichos da dualidade da vida. Vocês observarão (e constatarão), por si mesmos, aí onde vocês estão, como aí onde estão todos os seres humanos.

Em resumo, o Choque da Humanidade e a existência do que parece (como nosso Comandante lhes havia especificado) como duas Humanidades (que, na verdade, não resultam, de uma visão separada e efêmera), aparecer-lhes-á, todavia, neste momento, como uma evidência cada vez mais gritante. Esta evidência não deve demandar-lhes, nem comentários, nem perguntas, nem julgamentos, mas, muito mais, a aceitação da Liberdade de cada um para estabelecer-se onde ele está de maneira definitiva e permanente.

O Choque da Humanidade, a título coletivo, resultando de uma tomada de consciência coletiva (não se referindo mais, somente, aos seres em busca ou aos Seres Despertos, ou mesmo Realizados), é uma reviravolta importante nesta fase que vocês vivem. É neste momento preciso que vocês poderão observar-se e apreender, além de todo intelecto, de toda a imagem e de toda emoção, de maneira evidente e flagrante, onde vocês estão. Retenham que o marcador mais essencial é o que foi nomeado o fato de ficar Tranquilo. Eu mudaria esta expressão (se vocês bem o quiserem), adaptando-a a este tempo que se abre hoje. O "ficar Tranquilo" ainda é uma ação. Estar Tranquilo, é um estado.

Viver a Paz e a Beatitude, é outro estado. Esses estados são chamados a amplificar-se e a se desenvolver, mas eles podem, também, se vocês estão do lado da personalidade (de suas escolhas, de suas dúvidas, de suas perguntas, de suas raivas e de seus medos) ser marcados por uma maior volatilidade, um maior questionamento sobre si mesmos, sobre a história do mundo, e até mesmo, sobre alguns elementos que lhes foram comunicados e que, talvez, vocês não tenham vivido. De qualquer forma, eu os convido, como um último conselho, durante este período, que se abre hoje, a realmente ver onde vocês estão segundo o que se desenrola em vocês.

Isso não pode estar ligado, de forma alguma, a uma interpretação, a uma transposição ou um julgamento, mas, sim, estar de acordo, de uma forma ou de outra, com o tipo de humanidade que vocês escolheram manifestar, encarnar, mas também, de sair de uma história ou de ficar em uma história.

A Eternidade não tem o que fazer das histórias. A Luz e o Amor não têm o que fazer de todas as experiências exteriores. Tudo, absolutamente tudo, está presente no que vocês São, no coração do Coração visto que tudo emana dele e tudo volta a ele. Simplesmente, quer vocês creiam percorrer um caminho, quer vocês apreendam, pela ampliação do seu ponto de vista e de sua mudança de ponto de vista, que o caminho em si é uma Ilusão.

Não há que criticar, que julgar, que desvalorizar aquele que permanece na personalidade ou que valoriza o que é Absoluto. Pois cada escolha corresponde à Liberdade fundamental. Até agora, a única liberdade possível estava travestida pelo que é nomeado de "livre arbítrio". Numerosas experiências, vividas durante estes anos, levaram-nos a tocar e a viver estados, mais ou menos estáveis, mais ou menos experimentais, mais ou menos transformantes.

Hoje, desde hoje, o que se manifesta, em vocês, não é mais do que o reflexo direto de tudo o que aconteceu durante esses anos, e para alguns de vocês, desde muito mais tempo do que as encarnações neste mundo. Explicando que vocês podem ser tanto um Despertador, quanto um Libertador, um Ancorador da Luz, um Libertador da Ilusão, um Libertador da Terra, ou até mesmo, estar instalado nesses esquemas evolutivos, sugeridos e impostos, de alguma forma, para a consciência, através das múltiplas experiências vividas nesta Terra e resultantes da ocultação das outras Dimensões.

Assim, o Choque da Humanidade (e suas diferentes etapas) concerne a vocês, durante este período, individual e coletivamente.

Isto resulta, diretamente, da junção entre a Luz Supramental e a Onda da Vida, realizada, eu lembro a vocês, em alquimia no seu Coração e tendo permitido ativar o centro do Centro, enquanto um lugar de Passagem e lugar de Ascensão. Centro do Centro, ilustrado pelo ponto ER do peito correspondendo, lembro a vocês, ao corpo chamado "Radiação da Luz do Divino (ou d’A FONTE)" e o ponto ER do centro da cabeça (nota: o ponto ER do peito, chamado de nono corpo, está localizado sobre o eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, na saliência esternal chamada ângulo de Louis).

Isto estabeleceu em vocês, com facilidade, com resistência, ou então não se estabelecerá. Não há, ainda uma vez, nem que esperar, nem que julgar nem que condenar ou vislumbrar o que quer que seja, durante este período, além de estar, o mais possível, de acordo com o que os sinais, os sintomas de sua vida, de seu corpo, de sua consciência, dão-lhes a viver. O que é vivido, mesmo se não for explicável, mesmo não-integrável, em um primeiro momento, o será, sempre, quando chegar a hora.

Só o mental, a personalidade, o "eu", o ego, o "eu" dentro desta história, os faz considerar uma possibilidade de escolha, de evolução ou de caminho. Aquele (quando eu era São João) que ditou o Apocalipse insistiu muito sobre certo número de elementos referentes a este período, referentes a esta revolução, de alguma forma, esta transformação ou este desaparecimento ou esta continuação (dependendo da localização onde vocês se situam) da própria consciência, isto é, do Ser que vocês São, em Verdade e em Eternidade.

O Choque da Humanidade convida-os, portanto, quer a uma resistência, ou a uma Tranquilidade. Lembrem-se de que a Tranquilidade, ao contrário da resistência, é o que necessita o mínimo de mobilização do que vocês nomeiam Energia, seja a Energia Prânica como a Energia Luz (chamada Vibração).

Assim, a sua vida, no conjunto de seus componentes, vai se tornar, não mais somente, fluida, evidente, mas cada vez mais fácil, quaisquer que sejam as circunstâncias ditas exteriores. Na sobreposição, a justaposição, dos Éteres (Éter rarefeito, Éter re-Unificado) se desdobra a localização e os jogos de sua própria Consciência. Por sua Consciência, como pelo mental, é muito mais sábio e muito mais simples constatar, por vocês mesmos, o momento em que vocês se cansam e o momento em que vocês recarregam e vocês se revitalizam.

Isto decorre (e decorrerá), cada vez mais, de sua capacidade de ouvir os sinais, bem como de seu corpo, do mundo, não para procurá-los por uma história pessoal ou coletiva, mas sim, como uma sucessão lógica das intervenções dos Cavaleiros ou dos Elementos. Se vocês estão Tranquilos, vocês progredirão em Tranquilidade. Se vocês estão Tranquilos, vocês perceberão, cada vez mais claramente (além de toda explicação, de toda palavra, e, especialmente, de toda justificativa), o que vocês São.

Se vocês resistirem, vocês constatarão, sem qualquer dificuldade, que assim como este corpo como as interações (sociais, familiares, afetivas, morais) se tornam mais e mais complicadas, ilustrando, assim, o que nós lhes dizemos (desde muitíssimo tempo, seja desde as Núpcias Celestes, ou até mesmo por numerosos Seres Despertos ou Liberados desta Terra, que percorreram esta Terra): não há nada para acreditar, não há nada para seguir, não há nada para perguntar, não há nada para esperar, não há, mesmo, nada para duvidar. Há, apenas, que Ser ou, então, que não Ser. Há, apenas, o Absoluto, a Eternidade, ou o efêmero.

Esta escolha, aparente, só pode existir se vocês estiverem colocados, por si mesmos, no seio do efêmero. Na Eternidade, não existe qualquer questão, qualquer interrogação, qualquer dúvida, qualquer escolha e qualquer impaciência ou qualquer esperança. E não há nada, não mais, para temer. Pois aquele que está no centro do Centro vive o que acontece, no mundo, não mais como uma manifestação, uma expressão ou uma exteriorização da consciência, mas, bem mais, diretamente, como um estado de plenitude, quer esteja ligado a um Duplo, quer esteja ligado a KI-RIS-TI, quer esteja ligado ao desaparecimento total de todo efêmero.

A consequência e a resultante disso será sempre a mesma: uma maior Paz, uma maior Beatitude, uma maior Morada da Paz Suprema, contrastando (como vocês o verão cada vez mais) com as circunstâncias ditas do mundo visível e sensível. Lembrem-se de que a Luz não tem o que fazer do que é efêmero no seio do mental. Iluminar o mental não é o suficiente, certamente, para viver o Supramental. Nomeação que eu tinha dado, durante a minha última passagem sobre a Terra (ou Plano Supramental), que era, precisamente, destinada a permitir diferenciar o que se desdobra sob a influência mental (mesmo a mais perfeita, mesmo dentro de uma pesquisa espiritual) disso que é o Supramental, precisamente, o mental não pode mais dirigir, controlar ou impor qualquer decisão.

Somente aquele que transcendeu o seu próprio mental pode dar-se conta do que é o mental e o que ele não é. Aquele que está imerso, por uma razão ou outra (que lhe é própria), mas, em seu próprio mental, não poderá estar submetido, sempre e de forma definitiva, que a um princípio de escolha, de decisão, de incerteza, de dúvida, de medo ou de negação. Aquele que está, em Verdade, em sua Eternidade, não pode manifestar a menor questão, a menor dúvida, o menor medo, a menor raiva e a menor busca de sentido (qualquer que seja) referente ao que se desenrola, na consciência como no Absoluto.

Além dos eventos exteriores ligados à ação dos Elementos sobre a Terra, como à ação da consciência humana no que resta de limitado dentro da egrégora nomeada sistema de controle do mental humano, o seu ponto vista é essencial, não enquanto uma opinião do seu mental, mas localização real do Ser, como do não-Ser, ou ainda, da personalidade. Destas diferentes localizações, destas diferentes possibilidades de existência ou de não existência do mental, da pessoa, do Ser como do não-Ser, decorre, muito exatamente o que se desenrola em seu corpo, em sua vida, em seus hábitos, em suas experiências, como no estado mais fundamental de sua consciência correspondente à Infinita Presença.

Aqui estão, portanto, os elementos que eu desejava trazer ao seu conhecimento e, sobretudo, à sua reflexão, não discursiva, do seu mental, mas ainda mais, para ver, claramente, o que se desenrola, de maneira não pessoal como não coletiva, isto é, exclusivamente, sob o olhar da consciência, do observador ou, ainda, do Absoluto que vocês São e que nós Somos.

Irmãos e Irmãs em Humanidade, antes de deixar o meu lugar, eu lhes proponho viver um momento, juntos, através de uma qualidade particular da minha Presença e, de Ressonância com vocês, ligadas à Luz Azul. Assim, estabeleçamo-nos, alguns instantes de seu tempo, nesta Fusão dos Éteres pessoais do Encontro com a sua Eternidade.

... Partilha da Dádiva da Graça ...

Eu sou SRI AUROBINDO. Eu rendo Graças por sua Presença, seu acolhimento, a sua Luz e o seu Amor. Eu lhes digo até uma próxima vez. Até logo.

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NDR
Ponto ER do peito: no eixo do esterno, em sua parte superior, acima do chacra do Coração, na saliência esternal chamada de ângulo de Louis.


Ponto ER da cabeça: na fontanela do topo da cabeça, no cruzamento da linha que passa pela ponta das duas orelhas e da linha que passa pelo nariz e o occipital.


Mensagem de SRI AUROBINDO no site francês:
http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=1710
01 de dezembro de 2012 (Publicado em 02 de dezembro de 2012)
Tradução para o português: Josiane Oliveira - http://fontedeunidade.blogspot.com/

M.M - http://minhamestria.blogspot.com.br/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/