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domingo, 22 de abril de 2012

SÉRIE: (75)A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS - O OUTORGAMENTO DO ESPÍRITO DA VERDADE

SÉRIE: (75)A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS - O OUTORGAMENTO DO ESPÍRITO DA VERDADE

Esta série foi extraída do Livro de Urântia. Os 77 capítulos, mais de 700 páginas, que ocupam um terço do livro, dão dia a dia, toda a vida de Jesus Cristo desde sua infância. Dão 16 vezes mais informações sobre a vida e os ensinamentos de Jesus do que a Bíblia. É o relato mais espiritual sobre Jesus até hoje escrito.



O OUTORGAMENTO DO ESPÍRITO DA VERDADE

Por volta de uma hora, no início da tarde e no momento em que cerca de cento e vinte crentes estavam empenhados na oração, todos se aperceberam de uma estranha presença na sala. Ao mesmo tempo os discípulos tornaram-se todos conscientes de uma sensação nova e profunda de alegria espiritual, de segurança e de confiança. Essa consciência nova de força espiritual foi imediatamente seguida por um vigoroso impulso de sair e de proclamar publicamente a palavra do Reino de Deus e as boas-novas de que Jesus havia ressuscitado de entre os mortos.

Pedro levantou-se e declarou que aquilo devia ser a vinda do Espírito da Verdade, que o Mestre lhes havia prometido; e propôs que fossem ao templo e iniciassem a proclamação das boas-novas confiadas às mãos deles. E todos fizeram aquilo que Pedro havia sugerido.

Esses homens haviam sido instruídos e treinados no sentido de que a palavra de Deus, que iriam pregar, devesse ser a paternidade de Deus e a filiação do homem, mas, exatamente nesse momento de êxtase espiritual e de triunfo pessoal, tudo o que esses homens conseguiam pensar, como sendo a melhor informação, como a grande nova, foi no fato de o Mestre haver ressuscitado. E assim eles saíram, dotados de um poder vindo do alto, pregando as boas-novas ao povo – e mesmo a salvação por meio de Jesus –, contudo, não intencionalmente, caíram no erro de substituir a mensagem em si do próprio evangelho, por alguns dos fatos ligados ao evangelho. Sem assim o querer, Pedro caiu nesse erro; os outros o seguiram; e até mesmo Paulo, o qual criou uma religião recente baseada numa nova versão das boas-novas.

O evangelho do Reino de Deus é: o fato da paternidade de Deus, combinado com a verdade resultante da filiação-irmandade dos homens. O cristianismo, como se desenvolveu a partir desse dia, é: o fato de Deus, enquanto Pai do Senhor Jesus Cristo, em associação com a experiência da crença-comunhão com o Cristo ressuscitado e glorificado.

Não é de se estranhar que esses homens, impregnados pelo espírito, se houvessem agarrado à oportunidade de expressar os seus sentimentos de triunfo sobre as forças que tinham tentado destruir o seu Mestre, deixando de lado, desse modo, a influência dos ensinamentos dele. Em momentos como esses mais fácil era lembrarem-se da sua ligação pessoal com Jesus e enlevarem-se com a segurança de que o Mestre ainda estava vivo, de que a sua amizade com ele não havia chegado ao fim; e de que o espírito tinha realmente vindo sobre eles tal como ele havia prometido.

Esses crentes sentiram-se subitamente transladados para um outro mundo, em uma nova existência na alegria, poder e glória. O Mestre havia dito a eles que o Reino viria em poder; e alguns deles pensaram que estavam começando a vislumbrar o que ele havia desejado expressar.
E quando tudo isso é levado em consideração, não fica difícil entender o modo como esses homens puseram-se a pregar um novo evangelho sobre Jesus, em lugar da sua mensagem anterior da paternidade de Deus e da irmandade entre os homens.

1. O SERMÃO DE PENTECOSTES

Os apóstolos haviam permanecido escondidos por quarenta dias. Ocorreu que era o dia do festival de Pentecostes, e milhares de visitantes de todas as partes do mundo estavam em Jerusalém. Muitos vieram para essa festa, mas a maioria havia permanecido na cidade desde a Páscoa. E, agora, os amedrontados apóstolos saíam de uma reclusão de semanas, para aparecer ousadamente no templo, onde começavam a pregar a nova mensagem de um Messias ressuscitado. E todos os discípulos estavam igualmente conscientes de que haviam recebido algum novo dom espiritual de visão interior e de poder.

Eram aproximadamente duas horas quando Pedro postou-se exatamente naquele mesmo lugar em que o seu Mestre havia ensinado da última vez, nesse templo, e que pronunciou o chamamento, cheio de paixão, que resultou na conquista de mais de duas mil almas. O Mestre havia ido embora, mas eles descobriram subitamente que esse relato sobre Jesus exercia um grande poder junto ao povo. E não era de se admirar que eles estivessem sendo levados agora, a continuar proclamando aquilo que justificava a sua devoção anterior a Jesus e que, ao mesmo tempo, era o que forçava a todos acreditarem nele. Seis dos apóstolos participaram desse encontro: Pedro, André, Tiago, João, Filipe e Mateus. Eles conversaram por mais de uma hora e meia e pronunciaram mensagens em grego, hebreu e aramaico, bem como umas poucas palavras noutras línguas das quais tinham algum conhecimento.

Os líderes dos judeus estavam estupefatos diante da audácia dos apóstolos, mas, por causa do grande número dos que acreditavam no seu relato, temiam incomodá-los.
Lá pelas quatro e meia, mais de dois mil novos crentes seguiram os apóstolos até as águas de Siloé, onde Pedro, André, Tiago e João batizaram-nos em nome do Mestre. E estava escuro quando eles acabaram de batizar essa multidão.

Pentecostes era a grande festa do batismo, o tempo de dar as boas-vindas aos prosélitos convertidos de fora, os gentios que desejavam servir a Yavé. Era, portanto, mais fácil que um grande número, tanto de judeus quanto de gentios crentes, se submetesse ao batismo nesse dia. Ao fazer isso, eles não estavam de nenhum modo desligando-se da fé judaica. Mesmo algum tempo depois, esses crentes em Jesus, continuram sendo uma seita dentro do judaísmo. Todos eles, incluindo os apóstolos, permaneciam leais aos requisitos essenciais do sistema cerimonial judaico.

2. O SIGNIFICADO DE PENTECOSTES

Jesus viveu na Terra e ensinou um evangelho que redimiu a humanidade da superstição de que o homem era um filho do mal; e elevou-o à dignidade de filho de Deus pela fé. A sua mensagem, tal como Jesus a pregou e viveu-a nos seus dias, foi uma solução eficaz para as dificuldades do homem, na época em que foi proposta. E agora, que ele deixou pessoalmente o mundo, ele enviou no seu lugar o Espírito da Verdade, que está destinado a viver no homem e, para cada nova geração, a restabelecer a mensagem de Jesus, de um modo tal que cada grupo novo de mortais, a surgir na face da Terra, tenha uma versão nova e atualizada da palavra de Deus, como um esclarecimento pessoal e um guiamento grupal, que se constituirá em uma solução efetiva para as dificuldades espirituais variadas e sempre novas.

A primeira missão desse espírito é, está claro, fomentar e personalizar a verdade, pois é a compreensão da verdade que constitui a mais elevada forma de liberdade humana.

Em seguida, o propósito desse espírito é destruir o sentimento de orfandade do crente. Tendo Jesus estado entre os homens, todos os crentes iriam experienciar uma sensação de solidão, não houvesse o Espírito da Verdade vindo para residir nos corações dos homens.
Esse outorgamento, do espírito do Filho, preparou efetivamente todas as mentes dos homens comuns para a dádiva posterior do espírito do Pai (o Ajustador) a toda a humanidade. Num certo sentido, esse Espírito da Verdade é o espírito, tanto do Pai Universal como do Filho Criador.

Não cometais o erro de esperar ter uma consciência intelectualmente forte e nítida do Espírito da Verdade efundido. O espírito nunca gera uma consciência de si mesmo, mas cria uma consciência de Michael, o Filho. Desde o princípio, Jesus ensinou que o espírito não falaria de si mesmo. A prova, entretanto, do vosso envolvimento com o Espírito da Verdade, não há de ser encontrada na vossa consciência desse espírito, mas, muito mais intensamente, na vossa experiência de uma irmandade mais elevada com Michael.

O espírito veio também para ajudar os homens a relembrarem-se das palavras do Mestre e compreenderem-nas; bem como para iluminá-los, na re-interpretação da vida dele na Terra.
Em seguida o Espírito da Verdade veio para ajudar aos que acreditam a testemunhar sobre as realidades dos ensinamentos de Jesus e sua vida, como ele a viveu na carne e como novamente a vive, de modo renovado e pujante, no indivíduo que crê, em cada nova geração de filhos de Deus plenificados pelo espírito.

Assim, torna-se, pois, evidente que o Espírito da Verdade vem, realmente, para conduzir todos os que crêem, a toda a verdade, ao conhecimento expansivo da experiência da consciência espiritual viva e crescente, na realidade da filiação ascendente e eterna a Deus.

Jesus viveu uma vida que é uma revelação do homem submetido à vontade do Pai, e não um exemplo que todo homem deva literalmente tentar seguir. Essa vida na carne, junto com a sua morte na cruz e a ressurreição subseqüente, tornou-se atualmente um novo evangelho para o resgate, que é pago, assim, com o fim de retomar o homem, de volta, das garras do mal – da condenação de um Deus ofendido. Entretanto, mesmo havendo a palavra de Deus sido grandemente distorcida, permanece o fato de que essa nova mensagem sobre Jesus traz em si muitas verdades e os ensinamentos fundamentais das suas primeiras palavras ao Reino. E, mais cedo ou mais tarde, essas verdades ocultas, da paternidade de Deus e da irmandade dos homens, emergirão para transformar efetivamente a civilização de toda a humanidade.

Mas esses erros do intelecto não interferem, de modo algum, no grande progresso de crescimento, em espírito, dos que crêem. Menos de um mês depois do outorgamento do Espírito da Verdade, os apóstolos fizeram um progresso espiritual maior do que durante os quatro anos, quase, de convívio amoroso pessoal com o Mestre. Nem a substituição da verdade do evangelho salvador, que é a filiação a Deus, pelo fato da ressurreição de Jesus, tampouco, interferiu na rápida difusão dos seus ensinamentos; ao contrário, os novos ensinamentos sobre a sua pessoa e sobre a sua ressurreição, mesmo ofuscando a mensagem de Jesus, parece haverem também facilitado grandemente a pregação das boas-novas.

O termo “batismo do espírito”, que veio a ter um uso tão geral nessa época, significou meramente a recepção consciente dessa dádiva do Espírito da Verdade e a tomada de consciência desse novo poder espiritual, como uma ampliação de todas as influências espirituais experienciadas até então pelas almas conscientes de Deus.

Desde o outorgamento do Espírito da Verdade, está o homem sujeito ao ensinamento e ao guiamento de um dom espiritual tríplice: o espírito do Pai, o Ajustador do Pensamento; o espírito do Filho, o Espírito da Verdade; o espírito do Espírito, o Espírito Santo.

De um certo modo, a humanidade está sujeita à influência dupla, de apelo sétuplo, das influências espirituais do universo. As raças evolucionárias primevas, de mortais, estão submetidas ao contato progressivo com os sete espíritos ajudantes da mente do Espírito Materno do universo local. À medida que o homem progride, escala acima, em inteligência e em percepção espiritual, vão chegando até ele e residindo nele as sete influências dos espíritos superiores. E esses sete espíritos, dos mundos em avanço, são:

1. O espírito outorgado, do Pai Universal – o Ajustador do Pensamento.

2. A presença espiritual do Filho Eterno – a gravidade espiritual do universo dos universos; e o canal certo para a comunhão de todos os espíritos.

3. A presença espiritual do Espírito Infinito – o espírito-mente de toda a criação, a fonte espiritual da semelhança intelectual de todas as inteligências progressivas.

4. O espírito do Pai Universal e do Filho Criador – o Espírito da Verdade, geralmente visto como o espírito do Filho do Universo.

5. O espírito do Espírito Infinito e do Espírito Materno do Universo – o Espírito Santo, geralmente considerado o espírito do Espírito do Universo.

6. O espírito-mente do Espírito Materno do Universo – os sete espíritos ajudantes da mente do universo local.

7. O espírito do Pai, dos Filhos e dos Espíritos – o espírito, com um nome novo, dos mortais ascendentes dos reinos, depois da fusão da sua alma mortal, nascida do espírito, com o Ajustador do Pensamento; e após haverem-se elevado, subseqüentemente, até a divindade e atingido a glorificação, por meio do status que atingem, no Corpo de Finalidade do Paraíso.
E assim o outorgamento do Espírito da Verdade trouxe ao mundo e aos seus povos o último dom do espírito, destinado a ajudar na busca ascendente de Deus.

3. O QUE OCORREU EM PENTECOSTES

Muitos ensinamentos estranhos e raros estão ligados às primeiras narrativas do Dia de Pentecostes. Os acontecimentos deste dia, em que o novo mestre, o Espírito da Verdade, veio para residir com a humanidade, tornaram-se confusos, em épocas posteriores, por causa das explosões tolas de uma emoção exagerada. A missão principal dessa efusão do espírito do Pai e do Filho é a de ensinar aos homens sobre as verdades do amor do Pai e da misericórdia do Filho. Essas são as verdades da divindade que o homem pode compreender muito melhor que todos os outros traços do caráter divino. O Espírito da Verdade ocupa-se, principalmente, da revelação da natureza do espírito do Pai e do caráter moral do Filho. O Filho Criador, quando esteve encarnado, revelou Deus aos homens; o Espírito da Verdade, no coração, revela o Filho Criador aos homens. Quando o homem colhe, na sua vida “os frutos do espírito”, ele está simplesmente comprovando as características que o Mestre manifestou na sua própria vida terrena. Quando Jesus esteve na Terra, ele viveu a sua vida como uma personalidade – Jesus de Nazaré. Como espírito residente do “novo instrutor”, desde Pentecostes, o Mestre tem sido capaz, novamente, de viver a sua vida na experiência de todos os crentes que aprenderam e assimilaram a verdade.

Muitas das coisas que acontecem no decurso de uma vida humana são duras para serem compreendidas, difíceis de serem reconciliadas com a idéia de que este é um universo no qual prevalece a verdade e no qual a retidão triunfa. Muito frequentemente parece que o insulto, as mentiras, a desonestidade e a falta de retidão – o pecado – prevalecem. E a fé, afinal, triunfa sobre o mal, o pecado e a iniquidade? Sim, triunfa. E a vida e a morte de Jesus são a prova eterna de que a verdade da bondade e da fé, na criatura conduzida pelo espírito, serão justificadas sempre. Quando crucificado, chegaram a zombar de Jesus na cruz dizendo: “Vamos ver se Deus virá para libertá-lo”. E o dia da crucificação ficou escuro, mas, na manhã da ressurreição, estava gloriosamente luminoso; e ainda mais brilhante e mais cheio de júbilo esteve o Dia de Pentecostes. As religiões do desespero pessimista buscam obter a liberação das cargas da vida, elas almejam a extinção em um repouso e em um sonho sem fim. Essas religiões são as do medo e pavor primitivos. A religião de Jesus é uma palavra nova de fé, que há de ser proclamada à humanidade, em meio à sua luta. Essa nova religião está fundada na fé, na esperança e no amor.

A vida mortal deu os mais duros, cruéis e amargos golpes em Jesus; e este homem recebeu todos os golpes desesperados, com fé, coragem e com a determinação inarredável de cumprir a vontade do Pai. Jesus aceitou a vida, em toda a sua realidade terrível, com mestria – até mesmo na morte. Ele não usou a religião como uma liberação para a vida. A religião de Jesus não procura escapar desta vida, com o fito de desfrutar da felicidade de uma outra existência. A religião de Jesus proporciona a felicidade e a paz de uma outra existência espiritual que eleva e enobrece a vida que os homens vivem agora na carne.

Se a religião é um ópio para o povo, assim não é a religião de Jesus. Na cruz ele recusou-se a beber a droga mortal, e o seu espírito, efusionado em toda a carne, é uma influência mundial poderosa que conduz o homem à elevação, levando-o a progredir. O impulso espiritual para o progresso é a força mais poderosa presente neste mundo; aquele que é o verdadeiro crente no aprendizado da verdade possui a alma que progride ativa e dinamicamente sobre a Terra.

No Dia de Pentecostes, a religião de Jesus quebrou todas as restrições das nações e das prisões raciais. Para sempre será verdade que “onde está o espírito do Senhor, há liberdade”. Nesse dia, o Espírito da Verdade tornou-se a dádiva pessoal do Mestre a cada mortal. Esse espírito foi concedido com o propósito de qualificar os crentes mais eficazmente, para que preguem a palavra do Reino de Deus, mas eles confundiram a experiência, de receber o espírito efusionado, com uma parte do novo evangelho que eles estavam formulando inconscientemente.

Não desconsidereis o fato de que o Espírito da Verdade foi outorgado a todos aqueles que têm uma crença sincera; essa dádiva do espírito não veio apenas para os apóstolos. Todos os cento e vinte homens e mulheres reunidos na sala superior receberam o novo mestre, como o receberam todos os homens honestos de coração em todo o mundo. Esse novo mestre foi concedido à humanidade e cada alma o recebeu na proporção do seu amor pela verdade e da sua capacidade de apreender e compreender as realidades espirituais. Afinal, a verdadeira religião libera-se da custódia dos sacerdotes e de todas as castas sagradas e encontra sua manifestação real nas almas individuais dos homens.

A religião de Jesus desenvolve o tipo mais elevado de civilização humana, pois cria o tipo mais elevado de personalidade espiritual e proclama a condição sagrada da pessoa.

A vinda do Espírito da Verdade, em Pentecostes, tornou possível uma religião que não é nem radical nem conservadora; não é nem a velha nem a nova, que não irá ser dominada nem pelos velhos nem pelos jovens. A existência da vida terrena de Jesus proporciona um ponto fixo para a ancoragem do tempo, enquanto o outorgamento do Espírito da Verdade proporciona a expansão eterna e o crescimento interminável da religião que ele viveu e da palavra de Deus por ele proclamada. O espírito conduz para dentro de toda a verdade; ele é o mestre de uma religião que se expande e cresce sempre, de progresso sem fim e de revelação do divino. Esse novo mestre desvelará, para sempre, ao crente em busca a verdade, tudo aquilo que esteve tão divinamente velado e contido na pessoa e na natureza do Filho do Homem.

As manifestações ligadas ao outorgamento do “novo mestre”, e o modo como os homens de várias raças e nações, reunidas em Jerusalém, receberam a pregação dos apóstolos, indicam a universalidade da religião de Jesus. O evangelho do Reino de Deus não se devia identificar com nenhuma raça, cultura ou língua em particular. Esse Dia de Pentecostes testemunhou um grande esforço do espírito, no sentido de liberar a religião de Jesus dos seus elos herdados dos judeus. Mesmo após essa demonstração da efusão do espírito sobre toda a carne, os apóstolos, no princípio, ainda tentaram impor os quesitos do judaísmo aos convertidos. E até mesmo Paulo teve problemas com os seus irmãos de Jerusalém, porque ele se recusou a submeter os gentios às práticas judaicas. Nenhuma religião revelada pode difundir-se pelo mundo inteiro se comete o grave erro de se deixar permear por uma cultura nacional ou de se ligar a práticas raciais, sociais ou econômicas.

O outorgamento do Espírito da Verdade foi independente de todas as formas, cerimônias, lugares sagrados e comportamentos especiais da parte daqueles que receberam, em plenitude, a sua manifestação. Quando o espírito veio sobre as pessoas reunidas no salão superior, elas estavam simplesmente sentadas lá, tendo acabado de orar em silêncio. O espírito foi concedido tanto no campo como na cidade. Não foi necessário que os apóstolos se dirigissem a um local isolado, durante anos de meditação solitária, para que recebessem o espírito. Para todo o sempre, Pentecostes desligou a experiência espiritual, da noção de que houvesse locais especialmente favorecidos.

Pentecostes, com o seu dom espiritual, estava destinada a desligar a religião do Mestre de qualquer dependência de força física; os mestres dessa nova religião estão agora equipados com armas espirituais. Devem sair para conquistar o mundo com o perdão infalível, com uma boa vontade incomparável e amor abundante. Eles estão equipados para sobrepor o bem ao mal, para vencer o ódio pelo amor, para destruir o temor com uma fé corajosa na verdade. Jesus já havia ensinado aos seus seguidores que a sua religião nunca era passiva; e que os seus discípulos deviam ser sempre ativos e positivos nas suas ministrações de misericórdia e nas suas manifestações de amor. Esses crentes já não consideravam Yavé como o “Senhor das Hostes”. Eles agora consideravam a Deidade eterna como o “Deus, e Pai do Senhor Jesus Cristo”. Pelo menos esse progresso eles fizeram, ainda que não tenham apreendido, inteiramente, a verdade de que Deus é também o Pai de todos os indivíduos.

Pentecostes dotou o homem mortal com o poder de perdoar as agressões pessoais, de manter-se doce em meio à injustiça mais grave, de permanecer firme em face do perigo mais tremendo, e de desafiar os males do ódio e da ira, por meio de atos audazes de amor e de paciência. Urântia passou, na sua história, pela destruição de guerras grandes e arrasadoras. Todos os participantes dessas lutas terríveis encontraram a derrota. Houve apenas um vitorioso; houve apenas um, que saiu dessas lutas amargas com a sua reputação mais elevada – e este foi Jesus de Nazaré e a sua palavra divina, de sobrepujar o mal com o bem. O segredo de uma civilização melhor está contido nos ensinamentos do Mestre, sobre a irmandade dos homens, a boa vontade do amor e confiança mútuos.

Até Pentecostes, a religião havia revelado apenas o homem à procura de Deus; desde Pentecostes, permanece o homem na busca de Deus, mas brilha sobre o mundo o espetáculo de Deus, que também busca o homem e que, tão logo o tenha achado, envia o Seu espírito para residir dentro dele.

Antes dos ensinamentos de Jesus, que culminaram em Pentecostes, as mulheres tinham pouca ou nenhuma posição espiritual, segundo os pequenos dogmas das religiões mais antigas. Depois de Pentecostes, na irmandade do Reino, as mulheres colocaram-se perante Deus em igualdade com os homens. Entre os cento e vinte que receberam essa visitação especial do espírito, estavam muitas das mulheres discípulas e elas compartilharam dessas bênçãos igualmente com os crentes masculinos. Não mais pode o homem presumir monopolizar o ministério dos serviços religiosos. O fariseu poderia continuar a agradecer a Deus por não “haver nascido mulher, nem leproso, nem gentio”, mas entre os seguidores de Jesus, a mulher foi para sempre libertada de todas as discriminações baseadas no sexo. Pentecostes pôs fim a todas as discriminações religiosas fundadas em distinções raciais, diferenças culturais, castas sociais, ou preconceito de sexo. Não é de se estranhar que os crentes da nova religião clamassem aos brados: “Onde está o espírito do Senhor, lá está a liberdade”.

Tanto a mãe quanto um irmão de Jesus estavam presentes entre os cento e vinte crentes e, como membros desse grupo comum de discípulos eles também receberam o espírito efundido. Eles não receberam, de tal dom do bem, nada mais do que os seus semelhantes. Nenhuma dádiva especial foi conferida aos membros da família terrena de Jesus. Pentecostes marcou o fim dos sacerdócios especiais e de toda a crença em famílias sagradas.

Antes de Pentecostes os apóstolos haviam renunciado a muitas coisas por Jesus. Tinham sacrificado os seus lares, famílias, amigos, bens mundanos e posição. Em Pentecostes eles entregaram-se a Deus; e o Pai e o Filho responderam, dando-se ao homem – enviando os Seus espíritos para residir dentro do homem. Essa experiência de perder o eu, e de encontrar o espírito, não foi apenas a da emoção; foi um ato de auto-rendimento inteligente e de consagração sem reservas.

Pentecostes foi o chamado à unidade espiritual, entre os que acreditam na palavra sagrada. Quando o espírito desceu sobre os discípulos, em Jerusalém, a mesma coisa aconteceu na Filadélfia, Alexandria e em todos os outros lugares onde estavam os crentes verdadeiros. Era verdade, literalmente, que “havia uma só alma e só um coração, na multidão dos crentes”. A religião de Jesus é a mais poderosa influência unificadora que o mundo jamais conheceu.

Pentecostes teve o propósito de minimizar a presunção dos indivíduos, grupos, nações e raças. A tensão desse sentimento de presunção aumenta tanto que, periodicamente, desemboca em guerras destrutivas. A humanidade pode ser unificada apenas pelo enfoque espiritual; e o Espírito da Verdade é, neste mundo, uma influência universal.

A vinda do Espírito da Verdade purifica o coração humano e conduz a pessoa que o recebe, a formular um único propósito de vida, na vontade de Deus e para o bem-estar dos homens. O espírito material do egoísmo foi engolfado por esse novo outorgamento de altruísmo. Pentecostes, então e agora, significa que o Jesus da história tornou-se o Filho divino da experiência vivente. A exultação, que esse espírito traz ao ser efundido, e, quando é experimentado conscientemente na vida humana, é um tônico para a saúde, um estímulo para a mente e uma energia infalível para a alma.

A prece não trouxe o espírito no Dia de Pentecostes; mas teve muito a ver com a determinação da capacidade de receptividade que caracterizou cada indivíduo crente. A prece não conduz o coração divino à generosidade da dádiva da graça, mas, muito freqüentemente, forma canais mais largos e mais profundos pelos quais a graça e os outorgamentos divinos podem fluir até os corações e as almas daqueles que assim lembram-se de manter uma comunhão ininterrupta com o seu Criador, por meio da prece sincera e da adoração verdadeira.

4. OS PRIMÓRDIOS DA IGREJA CRISTÃ

Quando Jesus foi subitamente aprisionado pelos seus inimigos e tão rapidamente crucificado, entre os dois ladrões, os seus apóstolos e discípulos ficaram inteiramente desmoralizados. O pensamento de que o Mestre houvesse sido preso, amarrado, açoitado e crucificado, era demais, até mesmo para os apóstolos. Eles esqueceram-se dos seus ensinamentos e das suas advertências. Ele podia, de fato, ter sido “um profeta poderoso nos feitos e nas palavras, perante Deus e todo o povo”, mas dificilmente seria o Messias que restauraria o reino de Israel, e disso é que eles tinham esperança.

Então veio a ressurreição, que os livra do desespero e que os leva de volta à sua fé na divindade do Mestre. De novo e de novo eles falam com ele; e ele os leva ao monte das Oliveiras, onde despede-se e lhes diz que está indo de volta ao Pai. Ele lhes havia dito para permanecer em Jerusalém, até serem dotados com o poder – até que o Espírito da Verdade viesse. E, no Dia de Pentecostes, este novo mestre vem; e eles saem imediatamente para pregar o seu evangelho, com um novo poder. São os seguidores audazes e valentes de um Senhor vivo, não de um líder morto e derrotado. O Mestre vive nos corações desses evangelistas; Deus não é uma doutrina nas suas mentes; tornou-Se uma presença viva nas suas almas.

“Dia a dia eles continuaram perseverando unânimes no templo e repartindo o pão nas suas casas. Comiam juntos com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e em favores com todo o povo. Estavam todos preenchidos pelo espírito e falavam da palavra de Deus com ousadia. E as multidões dos que acreditavam estavam com um único coração e uma só alma; e nenhum deles dizia que as suas coisas pertenciam apenas a ele; e possuíam todas as coisas dividindo-as”.

O que aconteceu àqueles homens a quem Jesus havia ordenado que saíssem para pregar a palavra do Reino de Deus, a paternidade de Deus e a irmandade entre os homens? Eles têm um novo evangelho; estão ardentes pelo fogo de uma nova experiência; estão repletos de uma energia espiritual nova. A sua mensagem transformou-se subitamente na proclamação do Cristo que ressuscitou: “Jesus de Nazaré, um homem que Deus aprovou por meio de obras poderosas e prodigiosas; a ele, que foi enviado com conhecimento prévio e com o conselho determinado de Deus, vós o crucificastes e matastes. As coisas que Deus havia prenunciado pela boca de todos os profetas, Ele as cumpriu. A esse Jesus, Deus o ressuscitou. Deus o fez tanto Senhor quanto Cristo. Tendo sido, pela mão direita de Deus, exaltado e havendo recebido do Pai a promessa do espírito, ele derrama sobre vós, isso que vedes e ouvis. Arrependei, para que sejam apagados os vossos pecados; para que o Pai, pois, possa enviar o Cristo, antes anunciado a vós, o mesmo Jesus; a quem os céus devem receber até os tempos da restauração de todas as coisas”.

O evangelho do Reino, a mensagem de Jesus, subitamente havia sido transformada no evangelho do Senhor Jesus Cristo. Eles agora proclamavam os fatos da sua vida, morte e ressurreição e pregavam a esperança de um pronto retorno dele a este mundo, para concluir o trabalho que começara. Assim, a mensagem dos primeiros crentes tinha a ver com a pregação sobre os fatos da sua primeira vinda e com o ensinamento da esperança da sua segunda vinda, um evento que eles consideravam estar muito próximo.

Cristo estava a ponto de se transformar no credo da igreja que rapidamente se formava. Jesus vive; ele morreu pelos homens; ele trouxe o espírito; e ele virá de novo. Jesus preencheu todos os pensamentos dos homens e determinou todo o conceito novo sobre Deus e sobre tudo o mais. Eles estavam por demais entusiasmados com a nova doutrina de que “Deus é Pai do Senhor Jesus” para preocuparem-se com a velha mensagem de que “Deus é o Pai amantíssimo de todos os homens”, e mesmo de cada indivíduo. É bem verdade que uma manifestação maravilhosa de amor fraternal e de uma boa vontade inigualável surgiu nas primeiras comunidades de crentes. Mas era uma irmandade de crentes em Jesus, não uma comunidade de irmãos na família do Reino do Pai nos céus. A boa vontade deles cresceu do amor nascido do conceito da auto-doação de Jesus e não do reconhecimento da irmandade do homem mortal. Contudo, estavam repletos de alegria e viveram vidas tão novas e únicas que todos os homens foram atraídos para os seus ensinamentos sobre Jesus. Cometeram o grande erro de tomar os comentários vivos e ilustrativos a respeito do evangelho do Reino de Deus, pelo evangelho em si, mas ainda assim aquela era a maior religião que a humanidade havia conhecido até então.

Inequivocamente, uma nova comunidade estava surgindo no mundo. A multidão de crentes continuava perseverante nos ensinamentos e na comunhão com os apóstolos, na partilha do pão e nas orações. Eles chamavam-se de irmão e irmã entre si, saudavam-se com um beijo sagrado e ministravam aos pobres. Era uma comunidade de vida, bem como de adoração. Não eram comunitários por obrigação, mas pelo desejo de compartilhar os seus bens com os seus irmãos de crença. Eles esperavam, confiantes, que Jesus fosse retornar, para completar o estabelecimento do Reino do Pai, ainda naquela geração. Essa espontaneidade ao compartilhar as posses terrenas não era um aspecto direto do ensinamento de Jesus, ela surgiu porque esses homens e mulheres confiavam sinceramente que ele retornaria a qualquer dia, para completar o seu trabalho e consumar o Reino. Mas os resultados finais, desse experimento bem-intencionado de amor fraternal irrefletido, foram desastrosos e trouxeram sofrimentos. Milhares de crentes honestos venderam as suas propriedades e dispuseram de todos os seus bens capitais e outros bens produtivos. Com o passar do tempo, os recursos minguantes daquele sistema cristão de “compartilhar por igual” chegaram ao fim – mas o mundo não. Muito cedo os crentes em Antióquia estavam fazendo uma coleta para que os demais crentes, em Jerusalém, não morressem de fome.

Naqueles dias eles celebraram a Ceia do Senhor, do modo como foi estabelecida; quer dizer, reuniram-se para uma refeição social de bom companheirismo e compartilharam do sacramento ao final da refeição.
Inicialmente eles batizavam em nome de Jesus; passaram quase vinte anos antes que começassem a batizar em “nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. O batismo era o único quesito para admissão à comunidade de crentes. Não tinham ainda nenhuma organização; era simplesmente a irmandade de Jesus.

Essa seita de Jesus estava crescendo rapidamente e uma vez mais os saduceus preocupavam-se com ela. Os fariseus pouco se incomodavam com a situação, vendo que nenhum dos ensinamentos, de nenhum modo, interferia com a observância das leis judaicas. Mas os saduceus começaram a encarcerar os líderes da seita de Jesus, até que fossem convencidos a aceitar os conselhos de Gamaliel, um dos rabinos líderes, que lhes aconselhou: “Afastem-se desses homens e deixem-nos em paz, pois se esse conselho ou essa obra for dos homens, derrubar-se-á por si; mas, se for de Deus, não sereis capaz de derrubá-la, e que não sejais apanhados lutando contra Deus”. Eles decidiram seguir o conselho de Gamaliel e sobreveio um período de paz e calma em Jerusalém, durante o qual o novo evangelho sobre Jesus espalhou-se rapidamente.

E assim tudo andava bem em Jerusalém, até a época da chegada dos gregos, em grande número, vindos de Alexandria. Dois dos alunos de Rodam chegaram em Jerusalém e converteram muitos entre os helenistas. Entre os seus primeiros convertidos estavam Estevão e Barnabé. Esses hábeis gregos não tinham o ponto de vista dos judeus e não se adequaram tão bem ao seu modo de adoração e a outras práticas cerimoniais. E foram os feitos desses crentes gregos que acabaram com as relações pacíficas entre a irmandade de Jesus e os fariseus e saduceus. Estevão e o seu companheiro grego começaram a pregar mais conforme o que Jesus ensinara, e isso os colocou em conflito imediato com os potentados judeus. Num dos sermões públicos de Estevão, quando ele chegou ao ponto objetável do discurso, eles dispensaram todas as formalidades do julgamento e começaram a apedrejá-lo ali mesmo, até a morte.

Estevão, o líder da colônia grega dos crentes de Jesus em Jerusalém, assim, tornou-se o primeiro mártir da nova fé e a causa específica para que acontecesse a organização formal da igreja cristã inicial. Essa nova crise levou ao reconhecimento de que os crentes não podiam continuar como uma seita dentro da fé judaica. Todos eles concordaram que deviam separar-se dos não crentes; e um mês depois da morte de Estevão a igreja em Jerusalém foi organizada, sob a liderança de Pedro; e Tiago, o irmão de Jesus, passou a ser o seu dirigente titular.

E então irromperam as novas e incansáveis perseguições feitas pelos judeus, de modo que os instrutores ativos da nova religião sobre Jesus, que subseqüentemente em Antióquia foi denominada de cristianismo, saíram até os confins do império proclamando Jesus. Para levar essa mensagem, antes do tempo de Paulo, a liderança estava nas mãos dos gregos; e esses primeiros missionários, como também os posteriores, seguiram a rota antiga dos passos de Alexandre, indo até a Antióquia, por Gaza e Tiro e, depois, até a Macedônia, pela Ásia Menor; e então para Roma e na direção de todos os confins do império.

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SÉRIE: (74)A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS - Ultimas aparições e ascensão

SÉRIE: (74)A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS - Ultimas aparições e ascensão

Esta série foi extraída do Livro de Urântia. Os 77 capítulos, mais de 700 páginas, que ocupam um terço do livro, dão dia a dia, toda a vida de Jesus Cristo desde sua infância. Dão 16 vezes mais informações sobre a vida e os ensinamentos de Jesus do que a Bíblia. É o relato mais espiritual sobre Jesus até hoje escrito.



ÚLTIMAS APARIÇÕES E ASCENSÃO

A décima sexta manifestação moroncial de Jesus ocorreu na sexta-feira, 5 de maio à noite, no jardim de Nicodemos, por volta das nove horas. Nessa noite os crentes de Jerusalém haviam feito a primeira tentativa de congregarem-se, desde a ressurreição. Reunidos ali, naquele momento, encontravam-se os onze apóstolos, o grupo das mulheres e amigos e ainda cerca de cinqüenta outros discípulos importantes do Mestre, incluindo alguns gregos. Esses crentes estiveram conversando informalmente, por mais de meia hora; nisso, subitamente, o Mestre moroncial surgiu, plenamente visível, e começou imediatamente a instruí-los. Disse Jesus:

“Que a paz esteja convosco. Este é o grupo mais representativo de crentes – apóstolos e discípulos, tanto de homens quanto de mulheres – para o qual eu apareci, desde o tempo da minha libertação da carne. Agora vos conclamo a testemunhar o que eu vos disse de antemão, que a minha permanência entre vós deveria ter um fim; eu vos disse que, em breve, deveria voltar para o Pai. E, naquele momento, eu vos disse claramente que os principais sacerdotes e governantes dos judeus me entregariam, para que fosse levado à morte, e que eu ressuscitaria do túmulo. E por que, então, vos permitistes ficar assim desconcertados, quando tudo isso de fato veio a acontecer? E por que ficastes tão surpresos quando me levantei do túmulo ao terceiro dia? Não acreditastes em mim, porque ouvistes as minhas palavras sem compreender o significado delas.

“E agora deveríeis dar ouvidos às minhas palavras, para que não cometais novamente o erro de escutar os meus ensinamentos com a mente, enquanto nos vossos corações deixais de compreender os significados. Desde o começo da minha passagem, como um de vós, eu vos transmiti que o meu único propósito era revelar meu Pai do céu para os filhos Dele, na Terra. Eu vivi a auto-outorga da revelação de Deus, para que vós pudésseis experienciar a carreira de conhecimento de Deus. Revelei Deus como o vosso Pai no céu, e revelei a vós como filhos de Deus na Terra. É um fato que Deus ama os filhos Seus. Pela fé, na minha palavra, esse fato torna-se uma verdade eterna e viva nos vossos corações. Quando, pela fé viva, vos tornais divinamente conscientes de Deus, então nasceis do espírito tal como filhos da luz e da vida, e da vida eterna mesmo, por meio da qual ascendereis, no universo dos universos, e atingireis a experiência de encontrar Deus, o Pai, no Paraíso.

“Eu exorto-vos a lembrar sempre de que a vossa missão, entre os homens, é de proclamar o evangelho do Reino – a realidade da paternidade de Deus e a verdade da filiação do homem. Proclamai toda a verdade das boas-novas, não uma parte apenas do evangelho da salvação. A vossa mensagem não mudou com a experiência da minha ressurreição. A filiação a Deus, pela fé, é ainda a verdade salvadora do evangelho do Reino. Deveis sair e pregar o amor de Deus e o serviço aos homens. O que o mundo mais necessita saber é: que os homens são filhos de Deus e que, pela fé, eles podem de fato compreender, e experimentar, diariamente essa verdade enobrecedora.

A minha auto-outorga deveria ajudar todos os homens a saber que são filhos de Deus, mas esse conhecimento não será suficiente se eles não conseguirem captar pessoalmente, por meio da fé, a verdade salvadora de que eles são filhos espirituais vivos do Pai eterno. O evangelho do Reino interessa-se pelo amor do Pai e pelo serviço aos seus filhos na Terra.

“Aqui, entre vós, compartilhais do conhecimento de que eu ressuscitei dos mortos, e isso não é estranho. Eu tenho o poder de sacrificar a minha vida e de retomá-la; o Pai dá esse poder aos Seus Filhos do Paraíso. Deveríeis animar-vos, nos vossos corações, pelo conhecimento de que os mortos de uma idade entraram na ascensão eterna logo depois que eu deixei o novo túmulo de José. Vivi a minha vida na carne para mostrar como podeis, por meio do serviço do amor, tornar-vos os reveladores de Deus para vossos semelhantes, do mesmo modo que, amando-vos e servindo a vós, eu me tornei o revelador de Deus para vós. Entre vós eu vivi como o Filho do Homem, para que vós e todos os outros homens soubesseis que todos são de fato filhos de Deus. E, portanto, ide agora a todo o mundo pregar este evangelho do Reino do céu a todos os homens. Amai a todos os homens, como eu vos tenho amado; servi aos vossos semelhantes mortais, como eu vos servi. De graça recebestes e de graça deveis dar. Apenas permanecereis aqui em Jerusalém até que eu vá para o Pai, e até que vos envie o Espírito da Verdade. Ele irá conduzir-vos até a verdade mais ampla, e eu irei convosco a todo o mundo. Estarei sempre convosco, e a minha paz eu a deixo convosco”.

Quando acabou de falar-lhes, o Mestre desapareceu da sua vista. E já era quase o romper do dia quando esses crentes dispersaram-se; havendo permanecido juntos durante toda a noite, falando com seriedade sobre as exortações do Mestre e refletindo sobre tudo o que havia acontecido. Tiago Zebedeu e outros dos apóstolos expuseram-lhes sobre a experiência deles com o Mestre moroncial na Galiléia e explicaram como ele havia, por três vezes, aparecido a eles.

1. A APARIÇÃO EM SICHAR

Por volta das quatro horas da tarde de sábado, 13 de maio, o Mestre apareceu para Nalda e cerca de vinte e cinco crentes samaritanos perto do poço de Jacó, em Sichar. Os crentes tinham o hábito de encontrar-se nesse lugar, perto de onde Jesus havia falado a Nalda a respeito da água da vida. Nesse dia, exatamente quando haviam acabado as suas discussões sobre a descrição da ressurreição, Jesus apareceu de súbito diante deles e então disse:

“A paz esteja convosco. Vós vos rejubilais de saber que eu sou a ressurreição e a vida, mas isso de nada vos valerá, a menos que nasçais primeiro do espírito eterno, chegando, por meio disso, a possuir pela fé o dom da vida eterna. Se fordes os filhos, pela fé, do meu Pai, vós nunca morrereis; vós nunca ireis perecer. O evangelho do Reino vos ensinou que todos os homens são filhos de Deus. E essas boas-novas, a respeito do amor do Pai celeste pelos seus filhos na Terra, devem ser levadas a todo o mundo. É chegada a hora em que não ireis adorar a Deus apenas em Gerizim ou em Jerusalém, mas sim onde estiverdes e como estiverdes, em espírito e em verdade. É a vossa fé que salva as vossas almas. A salvação é dádiva de Deus a todos os que são filhos Dele. E não vos deixeis enganar; ao mesmo tempo em que a salvação é uma dádiva livre de Deus e é concedida a todos aqueles que a aceitam pela fé, em seguida virá a experiência de conceber os frutos dessa vida espiritual, tal como é vivida na carne. A aceitação da doutrina da paternidade de Deus implica que vós aceitais também, graciosamente, a verdade consequente que é a irmandade dos homens. E se o homem é vosso irmão, ele é mais do que o vosso semelhante, a quem o Pai exige que ameis como a vós próprios. Sendo da vossa própria família, não só amareis ao vosso próprio irmão com uma afeição familiar, mas também servireis a ele como serviríeis a vós próprios. E assim amareis e servireis ao vosso irmão porque, sendo meus irmãos, vós fostes amados e servidos por mim. Ide, então, a todo o mundo falar dessas boas-novas a todas as criaturas de todas raças, tribos e nações. O meu espírito preceder-vos-á, e eu estarei para sempre convosco”.

Esses samaritanos ficaram bastante atônitos com a aparição do Mestre e partiram apressados para as cidades e aldeias vizinhas, divulgando as novas de que haviam visto Jesus e que ele lhes havia falado. E essa foi a décima sétima aparição moroncial do Mestre.

2. A APARIÇÃO NA FENÍCIA

A décima oitava aparição moroncial do Mestre aconteceu em Tiro, na terça-feira, 16 de maio, um pouco antes das nove horas da noite. De novo aparecia ele, ao final de uma reunião de crentes, pouco antes de se dispersarem, dizendo:

“A paz esteja convosco. Vós vos rejubilais de saber que o Filho do Homem ressuscitou dos mortos, porque por meio disso sabeis que vós e os vossos irmãos também sobreviverão ao falecimento mortal. Mas essa sobrevivência depende de que tenhais nascido previamente para o espírito da busca da verdade e do encontro com Deus. O pão e a água da vida são dados apenas àqueles que têm fome da verdade e sede de retidão – por Deus. O fato de que os mortos ressuscitam, em si, não é o evangelho do Reino. Essas grandes verdades e esses fatos do universo relacionam-se, todos, com este evangelho, pois são uma parte do resultado da crença nas boas-novas e porque estão incluídas na experiência subseqüente daqueles que, pela fé, se tornam, de fato e na verdade, filhos perenes do Deus eterno. Meu Pai enviou-me ao mundo para proclamar a todos homens essa salvação da filiação. E assim eu vos envio ao mundo para pregardes essa salvação da filiação. A salvação é uma dádiva livre de Deus, mas aqueles que nascem do espírito, imediatamente, começarão a mostrar os frutos do espírito no serviço pleno de amor às criaturas semelhantes. E os frutos do espírito divino, que são gerados nas vidas dos mortais nascidos do espírito e sabedores de Deus, são: serviço pleno de amor, devoção não-egoísta, lealdade corajosa, eqüidade sincera, honestidade esclarecida, esperança imorredoura, confiança segura, ministração misericordiosa, bondade infalível, tolerância plena do perdão e paz duradoura. Se os crentes declarados não conceberem esses frutos do espírito divino nas suas vidas, eles estão mortos; o Espírito da Verdade não está neles; eles são ramos infrutíferos da videira viva, e logo serão podados. O meu Pai exige dos filhos da fé que dêem muitos frutos do espírito. Contudo, se vós não derdes frutos, Ele cavará em volta das vossas raízes e podará os vossos ramos infrutíferos. Cada vez mais deveis dar frutos do espírito no vosso progresso para dentro do Reino de Deus, na direção do céu. Vós podeis entrar no Reino como crianças, mas o Pai exige que cresçais, por meio da graça, até a estatura plena da maturidade espiritual. E quando fordes longe, dar a todas as nações a boa-nova deste evangelho, eu vos precederei e o meu Espírito da Verdade habitará nos vossos corações. A minha paz eu a deixo convosco”.

E então o Mestre desapareceu da vista deles. No dia seguinte, aqueles que levariam essa história a Sidom, e mesmo até Antióquia e Damasco, saíram de Tiro. Jesus tinha estado com esses crentes quando estivera na carne, e eles o reconheceram, muito rapidamente, quando Jesus começou a dar-lhes ensinamentos. Ainda que os seus amigos não conseguissem reconhecer a sua forma moroncial prontamente, assim que ela se tornava visível, eles nunca demoraram para identificar a sua personalidade, tão logo ele começava a falar.

3. A ÚLTIMA APARIÇÃO EM JERUSALÉM

Cedo pela manhã, na quinta-feira, 18 de maio, Jesus fez a sua última aparição na Terra, enquanto uma personalidade moroncial. No momento em que os onze apóstolos iam sentar-se para o desjejum, na sala de cima da casa de Maria Marcos, Jesus apareceu para eles e disse: “A paz esteja convosco. Eu pedi-vos que permanecêsseis aqui em Jerusalém até que eu ascendesse ao Pai, e até que enviasse a vós o Espírito da Verdade, que em breve será vertido sobre toda a carne, e que vos irá dotar com o poder do alto”. Simão zelote interrompeu Jesus, perguntando: “Então, Mestre, tu irás restaurar o Reino; e nós veremos a glória de Deus manifestada na Terra?” Quando Jesus ouviu a pergunta de Simão, respondeu: “Simão, tu ainda te aténs às idéias antigas sobre o Messias judeu e o reino material. Mas receberás um poder espiritual, quando o espírito houver descido sobre ti, e logo irás a todo o mundo pregar este evangelho do Reino. Do mesmo modo que o Pai enviou-me ao mundo, eu vos envio. E desejo que todos vós ameis uns aos outros e confieis uns nos outros. Judas não mais está conosco, porque o seu amor esfriou e porque ele recusou-se a confiar em vós, os leais irmãos dele. Não lestes nas escrituras onde está escrito: ‘Não é bom para o homem ficar sozinho. Nenhum homem vive para si próprio’? E também onde é dito: ‘Aquele que gostaria de ter amigos deve mostrar-se amigável’? E eu não vos enviei longe para ensinar, dois a dois, para que não vos tornásseis solitários e para que não caísseis nos erros e tristezas do isolamento? Também sabeis que, quando eu estava na carne, não me permiti permanecer só por períodos longos. Desde o princípio da nossa associação sempre vim mantendo dois ou três de vós constantemente ao meu lado ou muito perto e à mão, até mesmo quando eu comungava com o Pai. Entregai-vos, portanto, confiando uns nos outros. E isso se faz ainda mais necessário, pois, neste dia, vou deixar-vos sós no mundo. A hora é chegada; estou na eminência de ir para o Pai”.

Quando acabou de falar, fez um sinal para que saíssem com ele e os conduziu ao monte das Oliveiras, onde fez a sua despedida preparatória antes de partir de Urântia. Essa foi uma caminhada solene ao monte das Oliveiras. Nenhuma palavra foi pronunciada por qualquer pessoa, desde o momento em deixaram a sala superior, até que Jesus parou junto com eles no monte das Oliveiras.

4. AS CAUSAS DA QUEDA DE JUDAS

Foi na primeira parte da mensagem de adeus do Mestre aos seus apóstolos que ele fez alusão à perda de Judas e mostrou o destino trágico do companheiro de trabalho traidor, como uma advertência solene contra os perigos do isolamento social e fraternal. Pode ser de muita ajuda aos crentes, neste e nos tempos futuros, que um breve exame das causas da queda de Judas seja feito, à luz das observações do Mestre e tendo em vista os esclarecimentos acumulados dos séculos seguintes.

Olhando essa tragédia de um modo retrospectivo, concebemos que, primariamente, se Judas desviou-se para o erro, foi porque era muito marcadamente uma personalidade isolada, uma personalidade fechada em si e distante dos contatos sociais comuns. Ele recusou-se persistentemente a confiar nos amigos apóstolos ou a confraternizar-se livremente com eles. Mas ser um tipo isolado de personalidade não teria, em si e por si só, forjado tal erro de Judas, não fosse pelo fato de ele também não haver crescido em amor e em graça espiritual. E então, como se para agravar ainda mais um ponto fraco, ele deu abrigo persistente a ressentimentos e deu forças a inimigos psicológicos, tais como a vingança e a aspiração generalizada de “tirar a diferença”, fosse com quem fosse, por todas as suas decepções.

Essa combinação infeliz de peculiaridades individuais e de tendências mentais conspirou para destruir um homem bem-intencionado, que não conseguiu vencer esses males por meio do amor, fé e confiança. Que Judas não tivesse necessariamente de seguir esse caminho do erro é bem comprovado pelos casos de Tomé e de Natanael: ambos foram também amaldiçoados pela mesma espécie de desconfiança e por um desenvolvimento exagerado das tendências individualistas. Mesmo André e Mateus apresentavam muitas tendências nessa direção; mas todos esses homens cresceram no seu amor por Jesus e pelos companheiros apóstolos, cada vez mais e não menos, com o passar do tempo. Eles cresceram em graça e no conhecimento da verdade. E tornaram-se cada vez mais confiantes nos seus irmãos e, aos poucos, desenvolveram a capacidade de confiar nos companheiros. Judas recusou-se com persistência a confiar nos seus irmãos. Quando se sentia, por causa do acúmulo dos seus conflitos emocionais, compelido a buscar o alívio em alguma expressão própria, ele invariavelmente buscava um conselho pouco sábio, recebendo o consolo dos seus parentes não espiritualizados ou de conhecidos casuais que, ou eram indiferentes, ou mesmo hostis ao bem-estar e ao progresso das realidades espirituais do Reino do céu, do qual ele era um dos doze embaixadores consagrados na Terra.

Judas encontrou a derrota nas suas batalhas de lutas terrenas por causa da fraqueza do seu caráter e dos seguintes fatores, nas suas tendências pessoais:

1. Era um ser humano do tipo isolado. E, sendo altamente individualista, escolheu tornar-se uma espécie de pessoa confirmadamente fechada e anti-social.

2. Quando era criança, a vida se fez fácil demais para ele. Ele ressentia-se amargamente ao ser contrariado. A sua expectativa era a de ganhar sempre; ele era um péssimo perdedor.

3. Nunca adquiriu uma técnica filosófica para defrontar-se com a decepção. Em vez de aceitar os malogros como um aspecto regular e comum da existência humana, ele recorria infalivelmente à prática de culpar alguém em particular, ou os seus companheiros, como um grupo, por todas as dificuldades e frustrações pessoais.

4. Era dado a conservar os ressentimentos; e estava sempre alimentando idéias de vingança.

5. Não gostava de enfrentar os fatos com sinceridade; e era desonesto na sua atitude para com as situações da vida.

6. Não gostava de discutir os seus problemas pessoais com os seus companheiros próximos; recusava-se a falar sobre as suas dificuldades com os seus amigos verdadeiros e com aqueles que o amavam de fato. Em todos os anos da sua relação, nem por uma vez ele recorreu ao Mestre com um problema puramente pessoal.

7. Nunca aprendeu que as recompensas verdadeiras, pelo viver com nobreza, são, afinal, prêmios espirituais, os quais nem sempre são distribuídos durante essa curta vida na carne.

O resultado do isolamento persistente da sua personalidade, foi que as suas mágoas multiplicaram-se, as tristezas cresceram, as ansiedades aumentaram e o seu desespero aprofundou-se a um ponto quase intolerável.

Conquanto esse apóstolo autocentrado e ultra-individualista haja tido muitos problemas psíquicos, emocionais e espirituais, as suas principais dificuldades foram: na personalidade, ele ser isolado; na mente, ele ser vingativo e cheio de suspeição; no temperamento, ele ser áspero e dado à desforra; emocionalmente, ele ser sem amor e incapaz de perdoar; socialmente, ele não confiar e permanecer fechado em si próprio; no espírito, ele tornar-se arrogante e egoisticamente ambicioso; na vida, ele ignorar aqueles que o amavam; e, na morte, ficar sem amigos.

Esses, pois, são os fatores mentais e as más influências que, juntas, explicam porque um crente de Jesus, outrora bem-intencionado e também sincero, mesmo depois de vários anos de ligação íntima com a personalidade transformadora de Jesus, abandonou os seus companheiros, repudiou uma causa santa, renunciou à sua sagrada convocação e traiu o seu Mestre divino.

5. A ASCENSÃO DO MESTRE

Eram quase sete horas e meia da manhã, dessa quinta-feira 18 de maio, quando Jesus chegou à rampa oeste do monte das Oliveiras, com os seus onze apóstolos silenciosos e um tanto desorientados. Desse local, a dois terços da subida até o alto da montanha, podiam contemplar Jerusalém e o Getsêmane. Jesus agora se preparava para dar o seu último adeus aos apóstolos antes de deixar Urântia. Enquanto Jesus permanecia ali diante deles, todos ajoelharam-se em volta dele em um círculo, sem que fossem mandados, e o Mestre disse:

“Eu vos pedi que ficassem em Jerusalém até que fôsseis dotados com o poder do alto. E, agora, estou a ponto de deixar-vos e de ascender ao meu Pai; e, muito em breve, nós enviaremos o Espírito da Verdade a este mundo onde estive; e, quando ele houver chegado, vós ireis começar a nova proclamação do evangelho do Reino, inicialmente em Jerusalém e depois nas partes mais distantes do mundo. Amai aos homens com o amor com o qual eu vos amei, e servi aos semelhantes mortais como eu servi a vós. Pelos frutos do espírito nas vossas vidas, levai as almas a acreditar na verdade de que o homem é um filho de Deus, e de que os homens são irmãos. Lembrai-vos de tudo o que eu vos ensinei e da vida que eu vivi entre vós. O meu amor vos abriga, o meu espírito residirá convosco e a minha paz habitará em vós. Adeus”.

Depois que o Mestre moroncial assim falou, ele desapareceu da vista de todos. Essa assim chamada ascensão de Jesus não foi de nenhum modo diferente dos seus outros desaparecimentos da vista mortal, durante os quarenta dias da sua carreira moroncial em Urântia.

O Mestre foi para Edêntia, passando por Jerusém, onde os Altíssimos, sob a observação do Filho Eterno do Paraíso, liberaram Jesus de Nazaré do seu estado moroncial e, por meio dos canais espirituais da ascensão, devolveram-lhe o status de filiação do Paraíso e a soberania suprema em Sálvington.

Eram cerca de sete horas e quarenta e cinco minutos, dessa manhã, quando o Jesus moroncial desapareceu da vista dos seus onze apóstolos, para iniciar a ascensão à mão direita do seu Pai, a fim de receber a confirmação formal da sua soberania completa do universo de Nébadon.

6. PEDRO CONVOCA UMA REUNIÃO

Atuando sob as instruções de Pedro, João Marcos e os outros foram reunir os principais discípulos na casa de Maria Marcos. Lá pelas dez horas e trinta minutos, cento e vinte dentre os mais notáveis discípulos de Jesus, que viviam em Jerusalém, haviam-se reunido para ouvir o relato da mensagem de despedida do Mestre e para saber da sua ascensão. Entre esses estava Maria, a mãe de Jesus. Ela havia retornado de Jerusalém com João Zebedeu, quando os apóstolos vieram de volta da sua recente viagem à Galiléia. Logo depois de Pentecostes, ela retornaria à casa de Salomé, na Betsaida. Tiago, o irmão de Jesus, também esteve presente a esse encontro, a primeira conferência dos discípulos do Mestre a ser convocada depois do fim da sua carreira planetária.

Simão Pedro tomou a si a incumbência de falar pelos seus amigos apóstolos e fez um relato apaixonado do último encontro dos onze, com o seu Mestre e, de modo bastante tocante, retratou o adeus final do Mestre e o seu desaparecimento para a ascensão. Foi um encontro como não houvera nenhum igual antes neste mundo. Essa parte do encontro durou quase uma hora. Pedro então explicou que eles haviam decidido escolher um sucessor para Judas Iscariotes; e que um recesso seria concedido para que os apóstolos pudessem decidir entre os dois homens que haviam sido sugeridos para essa posição: Matias e Justo.

Os onze apóstolos então desceram e, lá embaixo, concordaram em tirar a sorte para determinar qual desses dois homens deveria tornar-se um apóstolo e servir no lugar de Judas. A sorte escolheu Matias e ele foi declarado como o novo apóstolo. Foi devidamente instalado no seu posto e então apontado como tesoureiro. Mas Matias teve pouca participação nas atividades subsequentes dos apóstolos.

Logo depois de Pentecostes, os gêmeos voltaram para as suas casas na Galiléia. Simão zelote esteve afastado por algum tempo, antes de sair pregando o evangelho. Tomé distanciou-se por um período menor e então reassumiu os seus ensinamentos. Natanael divergia cada vez mais de Pedro, a respeito de uma pregação sobre Jesus, em lugar de proclamar o evangelho anterior do Reino. Esse desacordo tornou-se tão intenso, por volta de meados do mês seguinte, que Natanael retirou-se, indo para a Filadélfia visitar Abner e Lázaro; e, depois de permanecer lá, por mais de um ano, ele foi para as terras além da Mesopotâmia pregar o evangelho, como ele entendia que devia ser.

Isso deixou apenas seis dos doze apóstolos originais, participando da cena da proclamação inicial do evangelho em Jerusalém: Pedro, André, Tiago, João, Filipe e Mateus.

Por volta do meio-dia, os apóstolos voltaram para os seus irmãos na sala de cima e anunciaram que Matias havia sido escolhido como o novo apóstolo. E então Pedro convocou os crentes para que orassem, a fim de ficarem preparados para receber a dádiva do espírito que o Mestre havia prometido enviar.

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sexta-feira, 20 de abril de 2012

NÓS FIZEMOS (REPOSTAGEM)

NÓS FIZEMOS (REPOSTAGEM)



Olá Anthonio e Thais


Acordei com um texto hoje. Parecia que alguém recitava perto de mim, e na hora as lágrimas desceram. Escrevi logo, pra não esquecer.
Estou enviando pra vocês.

Beijos
Beth
(06/02/2012)
_________________________________________________

O que vocês ganharam?
Onde está a sua vitória?
Privando-nos da Luz.
Prendendo-nos nas grades da ilusão.

Não perceberam ainda?
Vocês se aprisionaram também.
E agora que tudo termina eu lhes pergunto:
O que pode ser pior do que tornar-se prisioneiro na cela criada por vocês mesmos?
Muitos se iludiram, e, privados da Luz, seguiram às cegas sem saber desta prisão.

Mas vocês sabiam. Vocês a construíram.
Como podem se olhar? Como conseguem se ver agora?

Pensaram estar usurpando uma criação.
Mas usurparam apenas seus próprios Corações.
E acreditem, vocês tem Coração.
Este mesmo Coração que por tanto tempo tentaram nos negar.
E até mesmo matar.

Mas ninguém os avisou?
É difícil acreditar que vocês realmente não sabiam o que faziam
É difícil acreditar que escolheram caminhos tão escuros sem saber a que final eles os levariam.
Na dor da separação muitas vezes procuramos por vocês.
Muitas vezes acreditamos que vocês nos salvariam.
Mas agora que tudo acaba, como vocês podem nos olhar de frente?

Como dirão que não sabiam?
Vocês tentaram apagar o Sol.
O mesmo Sol que em vocês confiou.
E agora que tudo termina, em quem vocês confiam?
Na prisão em que estivemos por tanto tempo, vocês também se aprisionaram.
Da dor que sentimos por tanto tempo, vocês se alimentaram.
Mas agora que tudo termina, do que se alimentarão?
Como poderão nos olhar de frente novamente?
Nós os olhamos com Amor.

Como vocês se vêem no espelho?
Olhamos para nós e vemos rostos sofridos e marcados pela dor da prisão.
Mas acima disto, vemos rostos vitoriosos de quem jamais desistiu da liberdade.
Estivemos exilados. Mas jamais estivemos esquecidos.

Fomos além do que acreditávamos.
Fomos fortes, corajosos, fomos Amor
E vocês? O que podem dizer de si mesmos agora que tudo chega ao fim?
Vocês tentaram nos ensinar a vingança. Nós recordamos da liberdade de escolha.
Vocês tentaram nos ensinar o ódio. Nós resgatamos o Amor.
Vocês quiseram nos manter na prisão.
E agora que tudo termina, nós pedimos pela sua liberdade.

Tudo chega ao fim.
A usurpação, a prisão, a dor.
A distância da Fonte que jamais nos abandonou.
A tentativas frustradas de romper as grades.
Tudo termina agora. As grades se romperam.
Até mesmo para vocês, elas se romperam.
Um novo Sol. Uma nova Vida. O mesmo Amor.
Vocês tentaram.

Nós fizemos.

***

Olá Rosa

O sonho foi o seguinte:

Eu estava deitada em um campo gramado, sozinha, à noite. Estava olhando as estrelas. Não havia nenhuma nuvem no céu. Percebi um binóculo ao meu lado e resolvi usá-lo. Mas logo no começo fiquei surpresa porque ele não aumentava o tamanho de nenhuma estrela. Olhar com ele ou sem ele não fazia diferença.

Desisti de usar o binóculo, e então vi surgir na minha frente uma constelação enorme. No primeiro momento até me assustei com o tamanho e o brilho daquela constelação. Era algo que nunca vi em lugar nenhum, em nenhuma foto. Uma visão que eu acho que nem os cientistas com seus telescópios mais possantes jamais viram.

Não havia espaço entre as estrelas. Elas estavam muito próximas umas das outras, como se fossem um corpo só. A luz era muito branca e intensa. Era lindo demais. Mas então eu percebi que o desenho que aquelas estrelas formavam era o de um dragão. O corpo comprido e fino, quase totalmente esticado, com apenas algumas pequenas curvinhas. Um rosto muito largo e que me olhava de frente.

Sempre achei que dragões tinham o rosto fino, talvez pelas imagens que normalmente aparecem em filmes. Mas aquele tinha o rosto quase como o de um leão.

Reagi imediatamente. Pensei coisas como: "Dragão? Por que dragão? O que estou vendo, e porque? Eu não os quero perto de mim. Será que estou com a vibração tão baixa a ponto de me identificar com eles? O que exatamente esta visão quer me dizer? Ai, será que isto tem a ver com linhagem? Será que sou um monstro?"

Pensei tudo isto muito rapidamente, mas não estava nervosa, apenas meu mental se manifestava enquanto meu coração se mantinha tranquilo. Nessa hora eu vi surgir ao lado do dragão uma outra constelação, que era uma rosa. As estrelas também estavam muito próximas, e também tinham um brilho intenso. Mas diferente do dragão, ela não era branca, e sim azul. Um azul bem clarinho, muito singelo.

O dragão e a rosa estavam quase que colados um ao outro. Era como se estivessem tentando me dizer que naquele momento os dois estavam unidos.



Então olhei mais uma vez para o rosto do dragão, e percebi que ele era simpático, quase sorridente. Os olhos dele se voltavam diretamente pra mim, e eu não conseguia enxergar neles nenhuma maldade. Era um olhar quase infantil.

Fiquei lá olhando para o dragão e a rosa juntos. Uma beleza indescritível. Tudo estava muito calmo. Não sei explicar direito, mas senti que havia uma paz, uma união entre todas aquelas estrelas.

Outra coisa que me chamou a atenção, foi o tamanho da rosa perto do dragão. Era um dragão gigantesco, e a rosa apesar de enorme, tinha a metade do tamanho dele.
Acordei logo em seguida.

Beijos
Beth
(08/02/2012)

***
Nota Rosa: Os Arcontes são da Constelação da Ursa Maior, onde fica a Constelação do Dragão. A nossa Galáxia forma uma imagem de uma rosa azul, por estar ligada à Sírius. É importante lembrar que não devemos generalizar, pois existem diversos tipos de Dragões, como Aïvanhov explica, e que nem todos estão envolvidos nesta falsificação, mas sim os que são chamados "Dragões Negros".

Aí vai uma parte da mensagem de Aïvanhov que fala dos Dracos:

Questão: o que é da linhagem dos Dragões? Podem ser da Sombra, da Luz?
Certamente, como existem Humanos do lado da Sombra e do lado da Luz.
Mas, estar do lado da Sombra ou estar do lado da Luz é uma afiliação temporária porque vocês estão religados à Luz.

Se você não estivesse, mesmo os «maus rapazes», religados à Luz, não existiriam simplesmente mais. Portanto, existem Dragões de diferentes cores, do mesmo modo que você tem, ao nível energético, cores de almas Humanas diferentes: você tem almas de cor vermelha, verde, azul, branca, etc., etc.

Do mesmo modo, ao nível de Dragões, há várias linhagens: Dragões negros, vermelhos, verdes e dourados. Os Dragões Dourados são os redimidos, ou seja, aqueles que pararam de jogar com a Sombra e a Luz.
Eles voltaram a sua Dimensão inicial.

São certamente os maiores, agora (e não gosto dessa palavra, mas como encontrar?), defensores (não é palavra adaptada) mas digamos os mais fiéis apoiadores da Fonte. Eles não pertencem às linhagens Humanas. Eles pertencem a outras linhagens. São Dracos, se preferem. São muito potentes. Eles têm uma potência, como dizer, física, além do mental, colossal. Frequentemente, entre nós, dizemos: «coloque quatro Dracos dourados, eles lhe criam um mundo em cinco minutos». Eles são capazes e é por isso, aliás, que eles realizaram as experiências que vocês conhecem e vivem.

Mas os Dracos dourados têm uma potência Vibratória colossal, mantendo no nível Vibratório, capaz de ir da quinta Dimensão até Dimensões muito elevadas. Então, os Dracos vermelhos são os que foram identificados como o Diabo, nas representações antropomórficas com os chifres, o rabo, os cascos e a forma vermelha. É Baphomet, se prefere, é Satã.

Foram os Dragões vermelhos que criaram o Diabo sobre a Terra. Você tem, agora, Dracos negros. São eles que servem, de modo preferencial, os Annunakis, e que nada têm a fazer com Humanos. Para eles, vocês são nada. E, por fim, os Dracos verdes que estão vivendo a transição entre a Sombra e a Luz. Estão em curso de unificação
O.M. AÏVANHOV – 1º de novembro de 2009

Trecho extraído do site
http://www.autresdimensions.com
Tradução para o português: Célia G.
http://leiturasdaluz.blogspot.com

M.M - http://minhamestria.blogspot.com/
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de abril de 2012

OS ANUNNAKI E A CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA

OS ANUNNAKI E A CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA 

 

Apresentação: É importante fazer esta apresentação para evidenciar que, segundo todas as orientações que recebemos, sobretudo para os "momentos críticos", tenhamos, além de muita tranquilidade, a LUCIDEZ, pois ela é um dos elementos mais importantes. E estar lúcido limita o mental em suas contestações e questionamentos.
 
É claro, o material a seguir despertará muita curiosidade nos dependentes de lógicas e, mais ainda, naqueles que vivem o estado de medo e não percebem como estão. São exatamente aqueles que buscam, pesquisam e querem respostas devido às meias verdades (contra-informação) dos assuntos conspiratórios espalhados pela internet. Também são aqueles com necessidade de entender, compreender com um cérebro geneticamante manipulado para estes "curiosos", que são os reféns da pior das manipulações inseridas nos humanos: o instinto de sobrevivência. Instinto este, que comprova que aqueles que confinaram e controlaram os humanos, não queriam a sua morte física, jamais, o seu verdadeiro objetivo sempre foi mantê-los em estado de medo. 

O medo traduz-se em toda busca, toda necessidade de compreensão, toda necessidade de lógica linear, pois a necessidade de compreensão promove a falsa sensação de segurança. Esta energia que alimenta a dualidade, independentemente de "bem" e "mal" que é o modus operandi deste mundo, é a maior tradução deste caos que é este mundo. E ele é exatamente como os senhores da matriz projetaram. O humano que caminha hoje sobre a superfície do planeta Terra, foi tão manipulado e confinado, que as coisas mais simples, mais óbvias, ele não consegue alcançar. É muito importante ter a lucidez que o material a seguir é apenas uma versão, a versão daqueles que confinaram todo este sistema solar e esta humanidade, e deixaram, intencionalmente, um vasto material arqueológico contando a história pela visão deles.  

E conforme mencionei nas linhas acima, o instinto de sobrevivência é, senão o maior dos instrumentos de limitação dos seres humanos. Por exemplo: Todas as religiões e seres espirituais têm suas referências mentoras ou de devoção, mortas fisicamente. Ou seja, no além, em outro mundo ou dimensão. Tomemos Jesus para exemplificar mais detalhadamente: Jesus está no "céu", morreu fisicamente e nenhum crente a isto contesta. Mas se Jesus foi pro "céu" (morreu fisicamente), se ele atende a todos, se Jesus é o máximo para todos os seus seguidores, então por que se borram de medo de morrer fisicamente?

Ora ora, se Jesus está lá, está bem, nos ajuda e é o máximo, então por que eu teria pavor de ir para lá? Do que eu poderia chamar isso? Estupidez, burrice, limitação? É tudo isso e muito mais para aqueles que se consideram "inteligentes". Quando penso nisso, eu sempre lembro dos cristãos quando cantam um trecho de uma famosa oração/canção: " ...e é morrendo que se vive para a vida eterna..." Desde quando eles são conscientes sobre o que sai de suas bocas? Eles têm medo de "morrer", de ir para o outro lado que seus mentores e ícones estão. Mas coitados, o mais óbvio eles jamais cogitaram, eles nem desconfiam que são eles é que estão "mortos".

Com este simples exemplo, pudemos ilustrar o quanto são confinados, manipulados, limitados e mesmo assim se julgam inteligentes. Então, pelo menos durante esta leitura, permitam-se apenas observar este lado da história, esta versão, pois todos os lados, todas as versões têm verdades, mas tudo é questão de onde a sua Vibração aponta para a criação da sua verdade (para quem depende de uma). No final deste material colocaremos o link do podcast contando a outra versão, a versão daqueles que vieram liberar os confinamentos desta humanidade. Mas o melhor é que as versões se encaixam, os fatos históricos se complementam às descobertas e confirmações atuais de muitos de nós que têm trabalhado muito, muito além de qualquer possibilidade de compreensão de quem apenas lê e acessa estes materiais. 

Também acrescentaremos alguns trechos de telepatias cósmicas nos encaminhado com muita antecedência sobre alguns fatos que viriam ocorrer, e ocorreram precisamente. Não há malvado, não há vitima, não há drama, há apenas seres, embora aparentemente diferentes, da mesma Fonte vivendo muitas experiências. Esteja na plateia, mas saiba que por detrás das cortinas os atores deste teatro galáctico são irmãos, se amam e vivem papeis diferentes em locais e épocas diferentes, mesmo que neste palco chamado planeta Terra, eles estejam em posições opostas e distantes.  

Então, caros "espectadores", o material a seguir é uma versão estrategicamente deixada para esta humanidade. O podcast é a parte da história omitida pelos meninos denominados Anunnaki, mas não sugerimos adesões ou escolhas de lado, o que importa é para onde a sua vibração vai apontar. Observe-a. Agora, falando para as ex sementes, atuais Liberados Viventes: o nosso olhar, hoje, está além do bem e do mal, além dos trabalhos de liberação e até além da Vibração, seja ela qual for. Hoje nos reconhecemos como o TODO. Somos todos os lados, todas as situações, tudo que é hoje, somos a liberdade de escolha sem necessidade de escolha e sendo todas as escolhas, justamente por sermos todos os espetáculos, todos os palcos, todos os espectadores e todas as histórias e, como cada Um, mesmo incosnciente ainda, todos somos a Fonte. Nós somos o Absoluto.
 
Pronto, desfrute do material à sua maneira, boa viagem (esta é uma viagem divertida e apaixonante, no presente, no agora).

A Lucidez é um estado que o Absoluta.

Anthonio & Thaís  
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Nota MM: O texto a seguir apresenta apenas uma parte da história contada a partir dos achados arqueológicos da civilização suméria, que datam desde 6.000 anos. Não podemos nos esquecer que isto representa apenas um período dentro dos 320.000 anos de falsificação e confinamento de todo este sistema solar. É importante lembrar que a história da nossa criação, antes da falsificação e das manipulações genéticas que sofremos, data de mais 20 milhões de anos, no momento em que as matrizes cristalinas se formaram, trazidas pelos Mestres Geneticistas de Sírius, que evoluem desde a 18ª Dimensão e que são chamados Delfinóides ou Grandes Golfinhos (linhagens). 

O modo como os nomes "Elohim" e "Nefilins" são citados neste texto, não devem ser confundidos com o que reacessamos através das mensagens via Autres Dimensions. Logo abaixo deste texto, disponibilizamos alguns trechos das muitas mensagens que abordaram esses temas, assim como sobre Nibiru (que foi afastado de nosso sistema solar desde 2009) e os Anunnaki (ou Arcontes). 

   

OS ANUNNAKI E A CIVILIZAÇÃO SUMÉRIA  

O objetivo deste texto é revelar a ponta do iceberg sobre o surgimento e a evolução do homo-sapiens na Terra. Desconsidere tudo que aprendeu nas instituições de ensino, sobre criacionismo ou evolucionismo! Tudo que tem sido ensinado, tem somente o objetivo de manter a humanidade ignorante e submetida aos sombrios interesses das corporações político-econômicas das nações. O material contido aqui tem o único objetivo de abrir sua mente para a verdade. Não é ficção! Não é fantasia!

A mais completa fonte de informações à respeito da nossa origem, se encontra entre os achados arqueológicos da civilização suméria. Os sumérios foram os co-fundadores da primeira grande civilização da Mesopotâmia, como era chamada à região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Turquia e desembocam no Golfo Pérsico. Onde atualmente está situado o Iraque. Sua organização social foi literalmente responsável pelo mundo como conhecemos hoje. Elementos que influenciaram na formação das sociedades greco-romanas, que por sua vez influenciaram todo o mundo ocidental e estão fortemente presentes até os dias de hoje:
  • Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas!... Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".
  • Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
  • Sistema de leis baseados nos costumes;
  • Habilidosas práticas comerciais;
  • Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
  • Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
  • Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;
  • Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.
  • Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.
O maior especialista vivo (falecido em 2011), em cultura suméria, é o historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental. Formado em história pela Universidade de Londres, é um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas, trabalhou como jornalista e editor em Israel e atualmente é escritor e consultor da NASA. Sitchin tem traduzido massivamente, ao longo de sua vida, os escritos de mais de 2.000 placas sumérias encontradas em suas pesquisas arqueológicas. E tem escrito inúmeros livros contendo essas traduções e sua interpretação sobre o assunto. Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat

Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X") foi desviado de um sistema binário, há milhões de anos, e capturado pela gravidade do nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-o em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra.
 
   

Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. 

Em fevereiro de 2.000, chegava ao fim a "Missão Near" (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo). Nibiru tem um período órbital de 3.600 anos se comparado com a Terra e orbita dois sóis. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, durante suas passagens através de nosso sistema solar.

   

Eles explicam que a aproximação desse planeta foi a causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Os estudiosos do legado sumério, têm se questionado como seria possível que uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia, numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin. O conhecimento sumério, sobre o sistema solar, só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa. Que fosse capaz de viajar pelo espaço e observar esses eventos.
A dimensão do trabalho de Sitchin é tão importante que ele foi consultor pessoal dos generais norte-americanos Colin Powell e Norman Schwarzkopf, durante a guerra do Golfo. Powell, que posteriormente se tornou Secretário de Estado, tinha um particular interesse na organização militar dos sumérios. Coincidência ou não, nos últimos quinze anos as campanhas militares norte-americanas se tornaram extremamente intensas na região que foi o berço da civilização suméria. As placas sumérias têm informações precisas sobre os planetas do sistema solar. O mais impresionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se "desprendeu" e ganhou uma nova órbita.

Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma 'cabaça' de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados... Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos atrás? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou oficialmente que admitia a provável existência do chamado Planeta X. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Anderson declarou: “Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão”. A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização suméria e de outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo. A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é, de fato, extremamente delicada, porque ameaça completamente o mainstream social moderno (pelo menos nas sociedades ocidentais).
 
A humanidade é guiada pela ciência e/ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. Entretanto, tanto um como o outro se tornaram instrumentos de poder para grupos poderosos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois extremos têm ocultado ou distorcido, ao longo da história, informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como Charles Darwin induziram a humanidade à acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide. Essas afirmações foram baseadas nas observações e pressuposições de Darwin, que em suas viagens de estudos pelo mundo, desenvolveu a idéia de que um processo de seleção natural era responsável pelas mutações das diversas espécies de animais, para se adaptarem às mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado.

Até aí tudo coerente, porém Darwin, precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Para ele um lemurie voador poderia se transformar em um morcego, sobre uma determinada circunstância: - "Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lemurie voador, até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego". Seguindo essa linha de pensamento, ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural. Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de "teoria da origem inferior das espécies". A antítese ao "evolucionismo" de Darwin é a "teoria da origem superior das espécies", uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e ruínas de construções megalíticas, encontrados em várias partes do mundo.  

O pesquisador suíço Erich Von Däniken foi um dos primeiros defensores modernos, da teoria da origem superior. Tendo viajado meio mundo e dedicado boa parte de sua vida ao estudo das civilizações antigas, como os sumérios, babilônios, hindus, incas, maias e astecas, Däniken é pioneiro na abordagem técnica sobre a influência de seres extraterrestres no desenvolvimento da vida na Terra. À despeito de inúmeras difamações e ataques sofridos, escreveu diversos livros, entre os quais o clássico "Eram os Deuses Astronautas?", enfatizando sistematicamente que as mutações fisiológicas, além do fator "inteligência", foram introduzidos no hominídeo ancestral, via engenharia genética, resultando no homo-sapiens. E todo o processo civilizatório foi igualmente, introduzido pelos mesmos seres, supostamente superiores, gradativamente.
  
Däniken, através de seminários e palestras, foi o primeiro pesquisador a confrontar o sistema e expor publicamente essa linha de pensamento. Seus trabalhos, muito ricos em detalhes, são referências obrigatórias para quem estuda esse assunto, sendo, inclusive mencionados por Sitchin. Segundo os sumérios, essa raça de extraterrestres eram os Anunnaki (Os Do Céu Que Estão Na Terra), que mais tarde foram chamados de Elohim (Senhores do Céu). Humanóides gigantes vindos do planeta Nibiru e que devido à problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, por volta de 450 mil anos atrás.

A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista ENKI (Senhor da Terra), aterrissou na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a primeira base de operações: ERIDU (Lar Longínquo Construído). O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair o minério do sudeste da África, que já havia sido explorada por ENKI. Sem perda de tempo ele partiu para o continente africano, com uma equipe e ergueu o complexo ABZU. O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado em embarcações até a Mesopotâmia, para derretimento e refinamento.

   

Em seguida os lingotes eram enviados, através de uma nave de carga até uma outra nave que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada periódica de uma nave-mãe que levava o precioso metal para Nibiru, para ser usado como partículas suspensas, na atmosfera, a fim de conter o avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.

A ampliação das atividades de mineração, trouxe uma segunda expedição liderada pelo comandante ENLIL (Senhor do Comando), meio-irmão de ENKI e logo os Anunnaki ergueram um gigantesco complexo logístico nas imediações do Monte Ararat.

ENKI e ENLIL eram filhos do governante de Nibiru, ANU (Senhor das Alturas) e rivais, devido ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão do trono nibiruano, mas sim ENLIL.

   

 Posteriormente uma terceira missão foi enviada, liderada pela médica-geneticista NINTI (Senhora da Vida), meia-irmã dos dois líderes, acirrando a disputa entre eles. Contudo, ao longo do trabalho dos Anunnaki, que já eram aproximadamente 600 na Terra, além de mais 300 em órbita, uma série de conflitos culminaram em um motim, durante uma inspeção de rotina, nas minas africanas.
 
Os Anunnaki, astronautas e cientistas, improvisados como operários mineradores, reclamavam das tarefas designadas. Pressionado, ENLIL informou a ANU sobre a revolta e se dispôs à abandonar o comando da missão e retornar ao seu planeta. Uma corte marcial foi instaurada e ANU, tendo vindo à Terra, exigia que os líderes do motim se revelassem.

Ouvindo os depoimentos, ANU concluiu que o trabalho era realmente muito duro e as reivindicações dos Anunnaki eram justas. Mas como interromper a mineração do ouro? O equilíbrio do ecossistema de Nibiru dependia do metal. ENKI, imediatamente ofereceu uma solução genial. Ele informou que no sudeste africano, vagava um ser que poderia ser treinado para executar o trabalho de mineração e desde que a "marca dos Anunnaki" (DNA) pudesse ser colocada nele. ENKI se referia à uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na Terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente distante do atingido pelos habitantes de Nibiru, não obstante ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra, possuíam material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se iniciado com esporos orgânicos trazidos de lá, após a colisão com Tiamat. Esse tipo de fenômeno, denominado de Panspermia Cósmica, segundo cientistas de vanguarda, é comum nas galáxias, podendo ocorrer de forma acidental ou dirigida, como fizeram os Anunnaki.

   

Na unidade médica de ABZU, ENKI e NINTI concluíram que poderiam extrair o óvulo de uma fêmea primata, fertilizá-lo, in vitru, com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantá-lo no útero de uma fêmea Anunnaki. Após muitas tentativas e erros, estava criado o modelo perfeito do homo-sapiens.

O processo foi repetido várias vezes, formando a primeira geração de híbridos humano-alienígenas, na Terra, que contudo eram estéreis. E à medida que os LULU (Trabalhadores Primitivos) eram desenvolvidos e encarregados no trabalho de mineração na África, os Anunnaki que trabalhavam na Mesopotâmia começaram a invejar os seus colegas e a clamar pela presença de humanos naquela região. Apesar das objeções de ENKI, ENLIL apoderou-se de um grupo de terráqueos e os levou para a principal base do Golfo Pérsico, ERIDU.

"Iahweh (ENLIL) tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivar e guardar". Gênesis
 
A característica de longevidade do relógio biológico dos Anunnaki, onde 1 ano corresponde à 3.600 anos terráqueos, não foi inicialmente introduzida no material genético da primeira geração de humanos, que envelhecia rapidamente e tinha vida curta, o que levou ENKI a aperfeiçoar a manipulação genética dos híbridos, usando seu próprio esperma.

Ele e NINTI desenvolveram um outro "modelo perfeito" de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica. O ADAMU ou ADAPA (Aquele Nascido na Terra) possuía alto grau de inteligência e longevidade maior. Em princípio, os primeiros híbridos machos e fêmeas eram estéreis e foram gerados no útero de NINTI e das enfermeiras voluntárias de sua equipe médica. Sitchin ressalta que durante as muitas tentativas e erros dos dois cientistas nibiruanos, para a criação do "humano ideal", várias espécies de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes, foram utilizados como doadores de material genético. 

O resultado dessas ousadas experiências foram seres antropomórficos, de aspecto exótico ou monstruoso, que ficaram conhecidos, ao longo da história, como quimeras (centauros, cíclopes, hárpias, tritões, sereias, minotauros, hidras, górgonas, sátiros, etc). Criaturas que possuíam cabeça e tronco humanos e membros inferiores de animais ou as vezes, o inverso, ou uma bizarra combinação de ambos ou de vários animais, ou ainda seres humanos com dois pares de membros superiores. Algumas placas sumérias com anotações de ENKI, à respeito dessas experiências, revelam que muitos tinham sérias disfunções biológicas, mas outros se adaptavam bem e desenvolviam, inclusive alto grau de inteligência. Ao contrário do que se pensa, esses seres não eram meros mitos, mas sim resultado de avançada engenharia genética. A ciência moderna, secretamente, tem dado os primeiros passos em direção à essas atividades (Por exemplo: Transplante de órgãos de animais em seres humanos). 

O fato é que esses seres fantásticos conviviam com os humanos criados pelos Anunnaki, e foram citados em muitos textos de civilizações antigas, principalmente as greco-romanas e indo-européias. Alguns deles ficaram famosos em seus tempos, como a górgona Medusa, o sátiro Pan e o ser minotauro, da ilha de Creta, ou o homem-pássaro hindu Garuda. Inicialmente eram considerados semi-deuses, mas à medida que as civilizações iam ficando mais sofisticadas, esses seres passaram a ser vistos como ameaças e foram perseguidos e combatidos por homens como Gilgamesh, Perseu e Hércules.

À despeito das quimeras, o projeto do homo-sapiens foi bem sucedido, mas a primeira geração de híbridos não procriava, então ENKI decidiu criar clones modificados, utilizando o DNA mitocondrial de sua esposa NINKI (Senhora da Terra) combinado com o DNA do tecido retirado de ADAMU, criou uma fêmea apta para procriação. Sendo assim "Adão e Eva", do livro do Gênesis, receberam o "fruto do conhecimento", ou seja, foram iniciados no conhecimento sobre procriação, além de outros assuntos. Sitchin diz ainda, que o mito da "serpente tentadora" do Éden, se refere ao termo "Nahash" (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que enalteciam suas habilidades científicas. O brilhante Anunnaki possuía um cajado de metal, em forma de haste circundado por duas serpentes, em referência a dupla hélice do DNA humano. Esse símbolo, o Caduceu, foi adotado pela Medicina em todas as épocas. O fato é que ENKI e NINTI eram brilhantes cientistas e dominavam plenamente a ciência da manipulação genética, se referindo à ela como a ciência da "Árvore da Vida". Sitchin revela uma curiosidade interessante: A palavra "mãe" se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora da Vida.
"Com amplo entendimento ele o aperfeiçoara...

Para ele dera o Conhecer...

A vida eterna não lhe concedeu."  
Gênesis

ENLIL, além de comandante e administrador, também tinha profundos conhecimentos científicos em engenharia genética mas era totalmente contra a sua aplicação em seres humanos e animais, só tendo permitido as experiências de ENKI porque o ecossistema de Nibiru dependia do sucesso delas. ENLIL fazia uso dos seus conhecimentos somente para modificação de sementes e grãos de vegetais e ENKI, além das experiências com os humanos, modificava animais que seriam usados para alimentação ou produção, como vacas e ovelhas.

Não é possível afirmar se ENLIL realmente era contra as experiências com humanos, por valores morais ou somente para rivalizar o irmão. Ele sempre mantinha ANU informado sobre tudo que ocorria na Terra, que curioso para ver o resultado do trabalho de ENKI e NINTI, ordenou que ADAPA fosse levado à sua presença.
ENKI, temia que este consumisse alguma substância, que aumentasse o seu ciclo biológico e o induziu à evitar os alimentos que lhe fossem oferecidos, contudo, ANU, surpreso com a perfeição da "criação", quis que o ADAPA fosse mantido em Nibiru, mas ele acabou sendo trazido de volta à Terra e ficou temporariamente sob a guarda de ENLIL, na base EDIN/Éden (Lar dos Justos), no Oriente Médio.

Eventualmente ADAPA e sua fêmea começaram a amadurecer sexualmente e esse fato irritou profundamente ENLIL que sempre se opunha aos planos de ENKI e tomado pela ira, os expulsou da base. Eles retornaram para a base africana ABZU e começaram a reproduzir. Sua prole era então clonada por ENKI para acelerar e ampliar a descendência e as gerações futuras geravam mais e mais humanos de agradável aparência física e portadores do gen de longevidade Anunnaki, embora vivessem bem menos que eles. Mas ainda assim atingiam idades fantásticas para os padrões biológicos atuais.

   

Os textos do Antigo Testamento falam que os homens das primeiras gerações adâmicas, viviam centenas de anos e em alguns casos quase atingiam a idade de 1.000 anos, como exemplo, Matusalém, Noé e Enoque, que foram alguns dos principais patriarcas pré-diluvianos. Mas Sitchin faz uma revelação perturbadora: Segundo ele as primeiras civilizações humanas aprenderam a fazer cálculos baseados numa média orbital entre Nibiru e a Terra. Como os Anunnaki controlavam o seu tempo baseado na órbita do seu planeta, os homens foram instruídos a fazer cálculos com esse referencial.  

A primeira grande civilização pós-diluviana, a sumérica, dominava o complexo sistema matemático elaborado pelos Anunnaki, para aplicação na Terra, onde o dígito 1 correspondia à 60 unidades (o atual sistema cronográfico onde 1 h. = 60 min. = 3.600 seg. é baseado nesse modelo), portanto o ciclo de vida dos primeiros homens adâmicos, seguindo esse padrão, poderia ter durado alguns milhares de anos. Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias, quando então começou a se deteriorar, porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pela vida neste planeta.  

Sitchin faz uma observação, em seus livros, à respeito da raça adâmica e da origem do nome Adão: Ele admite que possivelmente não havia um indivíduo assim chamado, mas de fato o primeiro modelo ideal do homo-sapiens ficou famoso entre os Anunnaki e os homens da Terra, porque foi a primeira matriz biológica e porque gozava da proteção de ENKI, que o chamava de ADAPA (Nascido na Terra). Se de fato ele foi clonado, é possível que em determinado momento o termo passou a se referir a toda a primeira geração de homens. Sendo assim, é provável que algumas citações históricas distorceram o termo ADÃO/ADAMU/ADAPA para o singular, assim como foi feito com a palavra Elohim ("deuses" e não "Deus").

Um detalhe interessante sobre a descendência de Adão e Eva, pode ser observado no incidente de Caim e Abel. Sitchin tem uma teoria muito interessante: ENKI teria ensinado a pecuária aos homens e ENLIL, a agricultura. Caim e Abel eram respectivamente agricultor e pastor e lideravam grupos de trabalhadores nessas atividades. As constantes disputas entre os dois líderes Anunnaki, acabaram influenciando o comportamento dos humanos. E desentendimentos e ciúmes entre os trabalhadores acabaram culminando no assassinato de Abel. Então Caim foi condenado ao exílio por ENLIL, que ficara perplexo diante da primeira demonstração de violência entre os homens e pretendia evitar que aquilo gerasse uma reação em cadeia. Tomado de pavor de uma vingança, Caim teria implorado a ENLIL que o protegesse. O comandante Anunnaki, irado pelo crime contra seu pupilo, Abel, se manteve irredutível na sua decisão, mas pediu a NINTI que lhe fizesse uma modificação genética para que os outros homens soubessem que ele carregava um "sinal de Deus" e não o molestassem. A famosa "marca de Caim", citada no Antigo Testamento, consistia numa alteração cromossômica para que os seus descendentes não tivessem pêlos faciais.

Banido, Caim teria vagado com sua família e seguidores por longas distâncias e Sitchin sugere que eles teriam chegado até a América Central e se fixado lá. Sua descendência, ignorada pela história, teria sido a base genética dos ameríndios, que têm como característica principal a ausência de pêlos faciais. Ao longo dos milênios as gerações de humanos, deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Eventualmente aprendiam novas tarefas e logo cozinhavam, dançavam, tocavam músicas, eram instruídos em todas as ciências e até construíam "casas" para os "deuses", que eles chamavam de "templos".

Logo o objetivo central da missão, foi desaparecendo e os Anunnaki pareciam se agradar daquela excelente vida na Terra. Porém, como havia poucas mulheres nibiruanas na Terra, muitos Anunnaki se sentiram atraídos pelas fêmeas humanas e começaram à tomá-las por suas mulheres: "Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas". Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs.

Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível. O fato é que em alguns milênios eles acabaram organizando os homens em centros urbanos e os instruíam em todos os seguimentos possíveis, gerando então poderosas civilizações. Däniken, em seus estudos, cogita a possibilidade das lendárias civilizações da Lemúria e Atlântida, terem sido as primeiras erguidas por esses seres, que conviviam com a humanidade, e foram adorados como deuses e semi-deuses.
Porém, em certo momento as relações entre homens e Anunnaki ficaram comprometidas por ódios e paixões, levando-os à toda sorte de comportamentos bizarros, que se agravavam mais ainda pela aproximação do planeta gigante Nibiru, que já estava causando terríveis mudanças no clima agradável do planeta e logo os flagelos naturais somados às perturbações sociais, causaram a deterioração moral daquela sociedade híbrida.

Esses fatos irritavam seriamente ENLIL que estimulava cada vez mais a desconfiança em ANU e nas altas hierarquias Anunnaki, que já repudiavam o comportamento dos alienígenas nesse planeta. Cedendo a pressão de ENLIL, ANU ordenou que os chefes Anunnaki se reunissem em conselho para julgarem a humanidade e decidirem o que deveria ser feito, como punição. Aproveitando a nova passagem de Nibiru, pelo nosso sistema solar, que causaria um cataclisma na Terra, ENLIL e ANU votaram por deixar a humanidade ser dizimada. Essa decisão acabou aceita pela maioria do conselho, mas sob protestos veementes de NINTI e ENKI. O fato é que preveleceu a pressão e o poder de persuasão de ENLIL sobre ANU que obrigou o conselho à prestar juramento de que não alertaria os homens quanto à catástrofe iminente.

A grande verdade é que o transtorno planetário, foi usado por ENLIL p/ fazer uma "limpeza racial" na Terra porque não admitia a miscigenação entre os Anunnaki e os terráqueos.
 
"Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito."  
Gênesis 6:1, 7.

Inconformado e temendo pela sua obra, ENKI designou, secretamente, um homem, de nome sumério ZIUSUDRA (Noé ou Noah, em hebraico), para reunir grupos de humanos e espécies animais diferentes, que seriam salvas das inundações do planeta causadas pelo deslocamento dos pólos, devido à aproximação de Nibiru, em uma nave submarina submergível desenvolvida por ele, para essa finalidade. (Nota MM: Não nos lembramos agora onde conseguir, mas há um documentário em que o Governo dos EUA após localizar via satélite um "gigantesco objeto" no Monte Ararat, enviou suas tropas de elite para isolar a área e transportar a descoberta para a sua base mais próxima. Neste documentário sugere-se que seja a Arca de Noé, porém, não admitido pelas autoridades americanas. Mas, se dermos a devida atenção ao que esta leitura diz, o esforço de atravessar continentes para buscar uma "nave", é bem mais lógico do que uma arca de madeira com pretextos históricos e arqueológicos.) ENKI elaborou ocultamente um plano de sobrevivência para os seres selecionados por ZIUSUDRA, pois não ousava desafiar seu pai ANU, nem as hierarquias de Nibiru. Sem tomar conhecimento do seu plano , os Anunnaki evacuaram a Terra e de suas naves estacionadas na órbita do planeta, observaram o desastre e se entristeceram, sofrendo pela destruição daquela grandiosa obra e amargurados por terem abandonado os humanos ao terrível cataclisma. Com a passagem de Nibiru, duros tempos se iniciaram na Terra.

Um detalhe curioso, revela o grau de comprometimento de ENKI com a humanidade naquele momento: Tendo sido obrigado a prestar juramento, ele não podia revelar aos homens sobre o perigo iminente e nem ajudá-los, mas incorfomado com a situação encontrou uma peculiar maneira de alertar pelo menos um pequeno grupo. Nos tabletes sumérios, referentes ao episódio do dilúvio, é mencionado que ENKI tinha ciência que não podia contar aos homens, mas nada o impedia de "falar com as paredes".

Uma noite ele se aproximou da casa onde morava ZIUSUDRA, se detendo do lado de fora perto do aposento onde este dormia, e falando alto ou através de algum aparelho, propagou sua voz pelo local dizendo: "Parede, o teu senhor ENKI te ordena que construa uma embarcação, reúna quantos familiares e agregados puderes, abandona tuas posses e salva tua vida, pois os elohim condenaram a humanidade à morte..." ENKI teria deixado um tipo de relógio regressivo, sensível às oscilações geodésicas e um projeto de construção de um submergível à cargo de um Anunnaki de sua confiança designado para ajudar Noé. Além de ter feito uma seleção de animais e espécies de plantas ara/ redistribuir pelo planeta após o holocausto. Entre muitos pontos em comum, nos textos de Däniken e Sitchin, um particular chama a atenção: Os dois autores afirmam que no processo de exploração do nosso sistema solar, os Anunnaki teriam construído bases de operações em Marte e nas suas luas. Nos primeiros milênios após sua chegada à Terra, essas bases teriam servido de "escalas" até Nibiru, durante o período de transporte do ouro extraído aqui e além da mineração na Terra, os Anunnaki também extraíam silício na nossa lua. Sendo assim, Sitchin argumenta que essas bases teriam servido de refúgio para os extraterrestres durante os anos pós-diluvianos, quando o elevado nível dos oceanos não permitia o retorno à Terra. Quando o nível das águas cedeu e as camadas de lama que cobriam a Mesopotâmia secaram o suficiente para permitir o repovoamento, os Anunnaki retornaram à Terra e se surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclisma. E num primeiro momento se indignaram quando ENKI revelou ter elaborado o plano de sobrevivência das espécies terráqueas.

Contudo, a revolta cedeu lugar ao contentamento, pela possibilidade de reconstruir a humanidade. NANNAR, um dos filhos de ENLIL, recebeu uma extensão de terra que ia do oeste até o Mediterrâneo e ficou encarregado de reconstruir ERIDU, que viria a se tornar Summer ou Suméria e fundando outras, como Ur, a cidade onde nasceu Abraão. Ao filho mais novo de ENLIL, ISHKUR (Senhor das Montanhas Distantes), coube as terras a noroeste. Ásia menor e as ilhas do Mediterrâneo, onde a "realeza" Anunnaki se espalhou, dando origem ao panteão dos deuses greco-romanos. ENKI e seus descendentes, entre eles seu filho NINGISHSIDA ( Senhor da Árvore da Vida) ficaram encarregados de reconstruir ABZU, nas terras africanas. De fato, todo planeta foi repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias indo-européias, asiáticas e andinas.

Däniken, menciona que em determinado momento, NINGISHSIDA (chamado de TOTH pelos egípcios), teria ido para a América Central explorar a região dos Andes, juntamente com um grupo de sobreviventes africanos e teria erguido a civilização dos olmecas, que seriam os mentores dos astecas (segundo Däniken, a palavra asteca deriva da raiz az-tlan e se refere aos sobreviventes que vieram das terras da Atlântida). Ele ainda expecula que a base do povo asteca era formada pela descendência de Caim misturada com os exilados atlantes.
Sitchin não faz menções sobre a Lemúria e Atlântida, mas as peças acabam se encaixando. No comando dos olmecas e dos astecas, o hábil e engenhoso NINGISHSIDA teria ficado conhecido, como o deus Quetzalcoatl (A Grande Serpente Emplumada). ISHKUR, posteriormente, também teria ocupado as terras da península de Yucatán, no México, e ficou conhecido como o deus Viracocha.

As civilizações reerguidas na Mesopotâmia, fizeram várias citações aos Anunnaki e a mais peculiar é a que deu base para a referência bíblica dos "Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!" . Zecharia Sitchin relata que na sua juventude, durante uma aula de hebraico, sobre o capítulo VI do livro do Gênesis, ousadamente questionou seu professor sobre o termo "gigantes" ser o significado da palavra Nefilim. Sitchin enfaticamente afirmou que mesmo derivando da raiz "nefal" (queda), o significado real seria "aqueles que foram lançados" ou "aqueles que aterrissaram na Terra". Nos anos que se seguiram, à medida que aprendia a língua, a história e a arqueologia do antigo Oriente Médio, os Nefilins tornaram-se uma obsessão. Os achados arqueológicos e a decifração dos textos sumérios, babilônicos, assírios, hitititas, cananitas e outros textos antigos e contos épicos foram progressivamente confirmando a precisão das referências bíblicas à reinos, cidades, governos e culturas na antiguidade. Não havia mais dúvidas de que os Nefilins foram os visitantes da Terra, vindos do céu, num passado distante.

"Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade."  
Gênesis 6.4
 
"Antes haviam habitado nela os Emins, povo grande e numeroso, e alto como os Anaquins; eles também são considerados Refains como os Anaquins; mas os moabitas lhes chamam Emins." Deuteronômio 2.10-11
 
"Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso."  
Deutoronômio 3.11
 
"Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos."  
Números 13.33
 
"Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros]."  
1 Samuel 17.4
 
Os relatos das civilizações antigas estão repletos de referências à seres de tamanho gigantesco, força descomunal e portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades, eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da mitologia hebraica, o panteão egípcio, os deuses do Olimpo, cíclopes e titãs da mitologia greco-romana; os suras, asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia escandinava não eram outros senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais, vindos do planeta Nibiru.

Particularmente, os sumérios, sempre foram pragmáticos ao explicar de onde eles vieram, porque estavam aqui e porque agiam como agiam. E sem sombra de dúvida, as gritantes marcas das atividades desses seres estão, definitivamente, espalhadas pelo mundo. Em monumentos, monolitos e ruínas milenares espalhadas pelos continentes e mesmo no fundo dos oceanos e certamente na estrutura genética dos seres humanos (gens recessivos), desafiando à nossa medíocre compreensão. Não admitir tal verdade é uma tolice, que pode ter um custo muito alto para a humanidade!

Óbviamente imagens valem mais do que palavras, então definitivamente as imagens abaixo são indiscutíveis:
Eu gostaria de ressaltar um fato ocorrido, que foi divulgado amplamente na internet. Recentemente uma empresa árabe de fornecimento de gás natural chamada ARAMCO, durante uma de suas escavações numa região desértica, ao sudoeste da Arábia Saudita, chamada "RAB-UL-KHAALEE" (quartel vazio), encontrou um esqueleto humanóide absurdamente gigantesco. Provavelmente o maior revelado até hoje. Quando a notícia foi divulgada, em sites de notícias na internet árabe, imediatamente as forças armadas árabes isolaram toda a área, impedindo totalmente o acesso ao local. Exceto aos funcionários da ARAMCO.  

Helicópteros militares sobrevoaram a área e tiraram várias fotos e o governo árabe negou-se a qualquer esclarecimento, considerando o assunto extritamente secreto. Porém, algumas dessas surpreendentes fotos vazaram e foram publicadas em inúmeros sites na web. Poucos dias após a divulgação mundial do caso, surgiram posts em fóruns de ufologia explicando que a foto do esqueleto seria uma fraude. (Nota MM: Como sempre, os limitados que se dizem ufólogos e seus simpatizantes devido às suas sempre exteriorizadas ignorâncias, fazem o "servicinho" sujo de contra-informação em favor dos interessados em omitir revelações desta natureza. São milhares de exemplos somente no Brasil). Uma montagem, resultado do trabalho da empresa de designer gráfico Worth1000, para fazer proganda dos produtos Corel Draw e Photoshop. Junto com o texto uma outra foto foi divulgada, que supostamente seria a mesma tirada no local das excavações da ARAMCO, porém o fóssil encontrado teria sido de um mastodonte e a foto teria saído dos arquivos da Cornell University, norte-americana. 

Então os sites que publicaram o primeiro material sobre o evento, imediatamente retificaram seus textos, concluindo que as imagens foram renderizadas por alguém ligado à empresa. Um "hoax"! Será? Analise os detalhes:

  • Se a ossada encontrada no local era realmente de um mastodonte, por que o governo da Arábia Saudita, onde seguramente achados arqueológicos são comuns e corriqueiros, deslocaria o exército para isolar a área e se negaria a dar informações sobre o caso, alegando que se tratava de "assunto sigiloso"?
  • Por quê, se de fato foram tiradas fotos da ossada de um mastodonte, as outras fotos não foram divulgadas para eliminar qualquer dúvida de uma "fraude"? Obviamente que diversas fotos de ângulos e distâncias diferentes seriam incontestáveis e no entanto apenas duas fotos foram usadas para comparação. E todas "tiradas" do alto. Quem conhece o básico sobre designer gráfico e utiliza com certa frequência programas como Corel Draw e Photoshop, sabe que é muito mais fácil fazer montagens com fotos tiradas do alto, do que no mesmo nível do objeto.
  • Ao analisar a primeira foto, você vai perceber a complexidade com o que o esqueleto humanóide está misturado com o terreno, semi enterrado, a disposição dos ossos, a iluminação e sombras no fosso.
  • O DETALHE DEFINITVO: SE HOUVE MONTAGEM DA MESMA FOTO (PRIMEIRA E TERCEIRA), POR QUE, NA SUPOSTA "MONTAGEM", ONDE APARECE O HUMANÓIDE, O SOLO ESTÁ SECO? E NO SUPOSTO "ORIGINAL" ONDE APARECE O MASTODONTE, O SOLO ESTÁ ENLAMEADO, ENCHARCADO D´ÁGUA. PRESTE ATENÇÃO NA FOTO DO MEIO: UM CANO OU MANGUEIRA MOLHANDO O FOSSO.
Qual foto realmente foi alterada? Tire suas conclusões!

 

Ainda tem dúvidas?? Saiba que achados arqueológicos de esqueletos, pegadas fossilizadas, artefatos, geoglifos e pinturas rupestres denunciando a atividade de humanóides gigantes extraterrestres, no passado, são mais comuns do que as autoridades da ciência admitem e ainda que a prática da desinformação aumenta na mesma proporção que as fantásticas descobertas, os disinformers e debunkers não conseguem ocultar a verdade! Contra fato não há argumento!
É impossível ignorar essas imagens. As evidências estão em toda parte, denunciando um passado que desafia e ao mesmo tempo completa a ciência moderna. Ao vê-las, você pode estar se perguntando: "Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das nações árabes, não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é simples!  

Porque a revelação de que humanóides alienígenas gigantes, conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na formação da raça humana, causaria a ruína de todo o establishment (estabelecimento) contemporâneo (Nota MM: O nosso podcast diz muito mais.). Todas as instituições entrariam em colapso, porque fraudes milenares seriam descobertas. O que aconteceria com a Igreja Católica, se as pessoas tomassem conhecimento de que são herdeiras genéticas de alienígenas? Os cristãos se perguntariam: "- Então não somos feitos à imagem e semelhança de Deus? Então Adão não existiu?" O problema é que a mente humana, atualmente, está atrofiada! Os praticantes do Cristianismo e do Islamismo, crêem cegamente em um ícone divino criador de todas as coisas, mas têm sido enganados pelas falsas interpretações das escrituras onde estão descritas as atividades dos "deuses-astronautas" no passado: A bíblia e o alcorão, versões cristãs e islâmicas do Antigo Testamento, são compilações de antigas escrituras sumérias e mesmo os textos Vedas hindus, foram influenciados pelos babilônios.


Nestes textos, os Anunnaki têm sido sistematicamente citados como "anjos" e "mensageiros do Senhor", criando, acidentalmente ou intencionalmente, um equívoco histórico que tem mantido a humanidade submissa aos cleros e aos governos seculares e manipuladores, que desde de milhares de anos se organizam em sociedades secretas, manipulando o antigo conhecimento mesopotâmico.
No oriente as escrituras asiáticas são mais naturais e abertas em suas referências aos grandes "devas" que, no passado, voavam pelos céus em naves vímanas. No ocidente ocorre o ocultamento total do assunto. Instrumentos de repressão, como a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Inquisição, foram usados para suprimir esses conhecimentos da humanidade e mantê-los nos porões da igreja católica ou sob o domínio de obscuros rabinos.

O que as pessoas pensariam se soubessem que a expressão "ser feito à imagem e semelhança de Deus", no caso do planeta Terra, se refere à manipulação genética de uma espécie semi-humana por outra super-humana, resultando numa outra espécie humana peculiar? E temos que considerar que o termo "Deus" não era usado pelos sumérios. Eles eram cientes da condição extraterrestre dos Anunnaki. O aspecto "divino" desses seres começou à ser atribuído na medida em que seus herdeiros diretos na hierarquia de poder, os faraós do Egito, utilizavam essa condição para legitimar e garantir sua posição no poder, como "filhos dos deuses".

As sociedades que foram influenciadas diretamente pelos Suméria, como as greco-romanas e indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos sumérios, passaram a adorá-los como "deuses" e acabaram consolidando o politeísmo. Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Posseidon, na Grécia; Ptah, Ra e Hórus no Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India ou Odin, Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmos Anunnaki.

Entretanto, os hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo "elohim"(que é plural = deuses) para se referir à um Deus único. Sitchin revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação serviente à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que, se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por quarenta anos, em direção à Cashemira, na Índia, que segundo Däniken, seria a verdadeira terra prometida e não a Palestina. 

Ele afirma que esse longo período no deserto, foi uma experiência feita por ENLIL para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (enlititas). Apesar de ENKI ter sido literalmente o "senhor da criação" na Terra, a "administração" do planeta ficava sobre o comando de ENLIL, que na condição de sucessor direto de ANU, no governo de Nibiru, fazia valer sua autoridade entre os Anunnaki e os homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando feitos notórios que o deixavam na condição de "senhor da humanidade". Alguns desses feitos foram decisivos para que ENLIL viesse a ser confundido como o Logos Criador do universo, ao longo da história:
  • A decisão de manter o ADAPA e sua fêmea, sob sua guarda, quando ele foi trazido de volta de Nibiru.
  • A decisão de expulsá-los da base EDIN quando atingiram a maturidade sexual.
  • A decisão de deixar a humanidade perecer no dilúvio, que foi interpretada pela humanidade, não como uma demonstração de arrogância, mas como uma demonstração de poder sobre a vida e a morte.
  • A decisão de assumir para si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia, após o dilúvio, o que consolidou sua condição de "senhor" das antigas nações do Oriente Médio.
  • As vitórias do seu clã em várias disputas travadas com o clã de ENKI, mostravam o peso do seu poder de comando. Ele era sempre enaltecido como "Aquele que Decide os Destinos".
  • A decisão de permitir que seu clã propagasse diversas línguas diferentes entre as civilizações dos homens para manter a dispersão dos povos, evitando a coesão de grupos rebeldes, uma vez que o incidente da Torre de Babel trouxe sérios problemas para os Anunnaki.
  • A decisão de permitir que Sodoma e Gomorra fossem destruídas, em mais uma disputa com o clã de ENKI.
  • A aliança com a nação hebraica, que acabou sendo o berço do Cristianismo.
  • A entrega dos mandamentos recebidos por Moisés para manter o equilíbrio moral e social da sua nação protegida.
  • A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas, no deserto, durante o êxodo.
  • O combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki (politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI que ainda era forte no Oriente Médio.
Como o planeta Nibiru está diretamente relacionado com a atual formação do nosso sistema solar, assim como os Anunnaki estão relacionados com o surgimento do homo-sapiens, naturalmente os povos influenciados pelos sumérios passaram a deturpar essas informações e a confundir os líderes extraterrestres com o criador de todo universo. O Logos primordial. Os fatos mencionados acima e esse detalhe peculiar devem ser analisados friamente para se entender porque as duas principais religiões da humanidade, o islamismo e o cristianismo (ambas com raízes hebraicas) adotaram o conceito de "deus único". 

Contudo, não deixa de ser uma grande ironia o fato de que ENLIL/Elohim, o mesmo que determinou que a humanidade devesse perecer no dilúvio, fosse adotado como "Deus" e não ENKI, que foi o criador do homo-sapiens. Uma questão importante tem que ser levantada para entendermos como a cultura Anunnaki influenciou o Cristianismo: Podemos presumir que Jesus, de descendência sumérico-hebraica, certamente sabia da existência dos Anunnaki. Então como ele lidava com isso? Não se pode afirmar que Cristo se referia à ENLIL quando falava em Deus, porque na sua real condição de avatar ele dispunha de conhecimentos transcendentais que certamente iam muito além do mundo físico. Pode se supor que ele diferenciava as coisas, evitando a confusão de informações culturais e separando os conceitos de "espírito criador" e "matéria criadora". 

Dessa forma, quando falava de Deus, pregando sua filosofia de vida, ele estaria se referindo ao Logos Criador e não à ENLIL ou à qualquer outro Anunnaki. Porém o peso da influência hebraica prevaleceu e a grande massa de cristãos e judeus não teria assimilado a filtragem feita por Jesus, e acabou mantendo o conceito distorcido de que ENLIL seria "O Deus Criador". E até hoje o seu nome adotado pelos hebreus, Yahwe ou Javé (YWHW), é mencionado como sendo o nome de Deus. Nesse contexto, podemos levantar uma ousada hipótese: Tendo sido o império romano, um clone do império faraônico egípcio, sabemos que o politeísmo romano "sampleou" as deidades egípcias. Aprendendo a história da mesopotâmia, sabemos que os seus deuses e semi-deuses, não eram outros senão ENLIL, ENKI e seus descendentes e agregados.

Muitos corrompidos pelo poder e pela adoração dos homens, eram capazes de tudo para perpetuar suas glórias. Lembremos que o ofício do sacerdócio começou na Mesopotâmia (ou mesmo antes, na Lemúria e Atlântida), onde os Anunnaki transmitiam conhecimentos de ciências e ocultismo para um seleto grupo de iniciados. O que no começo era para o bem comum, com o passar do tempo acabou sendo usado para manutenção de poderes. E esses grupos/sociedades secretas se tornaram ferramentas políticas. Então ficam no ar, as seguinte questões:
  • Os sacerdotes e profetas que não se prestavam à esses objetivos obscuros, não teriam se tornado uma ameaça ao poder de grupos Anunnaki, e seus afins (faraós, imperadores, reis, césares, etc)?
  • Teria sido, a perseguição dos egípcios e romanos aos que pronunciavam mudanças sociais com o nascimento de avatares, como Cristo, uma repressão programada para impedir ameaças à estrutura de poder criada pelos Anunnaki?
  • Não teria sido, a perseguição e crucificação de Cristo e seus seguidores, uma medida tomada "acima" da esfera de poder romana?
Quero deixar claro aqui, que não tenho a intenção de questionar ou negar a existência do Logos Criador e nem afirmar que todos os Anunnaki agiam como deuses, pois mesmo entre os Anunnaki, havia o conhecimento desse poder original.

Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Sitchin e publicado com o título "O Livro Perdido de ENKI". Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para "brincar de Deus". 

Eles sabiam perfeitamente da existencia do Logos primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra para a mineração da Terra, como já foi dito antes (Nota MM: Este é um registro, embora indireto, de que os Anunnaki estavam conscientes quando se apropriaram de uma criação e oportunamente se posicionaram como criadores, coisa que eles jamais foram.). Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica para acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas.  

A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnaki, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior. Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru. (Nota MM: Tarde demais!)
Leia com atenção à trechos de uma entrevista concedia por Zecharia Sitchin, onde ele revela o seu trabalho de tradução das placas sumérias:

P - Da palavra hebraica Nafal, que significa "queda"? - Exato. Queda, vir abaixo, descer. Assim, o que isto significa? Isto me levou aos estudos bíblicos e então às mitologia, arqueologia e todos os outros assuntos, inclusive ao estudo das linguas antigas, que se tornou a minha educação e vocação. Então, daí vem a minha pesquisa e decisão de escrever sobre isto começando com uma pergunta: quem eram os Nefilins?

Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei às suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, "planeta da passagem [travessia]."

A questão em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que não, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter também .

Sendo capaz de ir diretamente à fonte, os tabletes de argila e a escrita cuneiforme, a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter. E então uma noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Júpiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.

Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico onde são baseados os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro! Os Sumérios tinham um enorme conhecimento. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram, e eles sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassava o dos dias modernos. Eles diziam, "Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki."
A publicação do primeiro livro, seu impacto, foi a compreeensão de que povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nossso sistema solar. Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos). Plutão foi uma descoberta astronômica muito interessante, os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X) então os Anunnaki existem.


Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas mais avançadas do que nós em nosso sistema solar.

P - O que acontecerá da próxima vez? - Quem sabe como eles se sentirão a nosso respeito quanto voltarem? Será que decidirão nos dar mais conhecimento, e mais avanço técnico e mais civilização, ou eles decidirão que não somos bons, como aconteceu nos tempos do Dilúvio, e tentarão se livrar de nós?

Então, o primeiro livro, estabelece os fundamentos e descreve o conhecimento Sumério e conclui sobre a existência de um planeta a mais e realmente é a chave para a compreensão do que seja tudo isto. Que são as lendas do Gênesis, o que são as lendas da criação, qual foi o nosso passado, e uma maneira pela qual será o futuro.  

P - O que mais você pode nos dizer sobre os Anunnaki, se temos livre arbítrio ou se isto é deteminado pelos mesmos Anunnaki? - Me perguntaram, "Eles se parecem conosco?" e eu disse, não, nós nos parecemos com eles. Eles nos fizeram por engenharia genética. Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: "Vamos fazer Adão a nossa semelhança e imagem." Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós.

Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita deles ao redor do Sol. Assim, um ano deles equivale a 3.600 anos nossos. Esta é diferença chave entre eles e nós.

Então há a diferença entre o avanço tecnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos eram consideradas milagres.

Fonte: http://osnefilins.tripod.com/

Nota MM: "... e Deus criou o homem à sua imagem e semelhança..." O deus que esta humanidade e todas as religiões se referem não é outro senão Anu. "Se deus quiser", "Só deus sabe", "Graças a deus", "deus me livre", "deus me ajude" e etc, tudo, indiscutivelmente é acolhido por Anu, aquele que tomou, roubou, usurpou, manipulou e confinou uma criação que não era dele. E sua posição não difere de deus ou o que chamam de diabo, o endereço é o mesmo, pois trata-se da mesma criação e controle do sistema dualitário neste mundo.

Sugestão de postagens complementares a este texto:

 2012 - OS ANUNNAKIS RETORNARÃO? - PALESTRA DE ZECHARIA SITCHIN

ALIENS "DIVINOS" - DOCUMENTÁRIOS _____________________________________________  

Nota MM: Apresentamos agora apenas alguns trechos das telepatias cósmicas via Autres Dimensions sobre os temas referidos, que foram amplamente desenvolvidos pelos intervenientes:

Existia antes, bem antes da vinda dos «maus rapazes», nesta densidade, formas de Vida Humanóides, mas que não tinham o aspecto que vocês têm hoje, eis que, obviamente, há 20 milhões de anos, as Consciências encarnadas sobre Dimensões extremamente elevadas, tinham trazido sobre esta Terra (em fusão, em alqum lugar, em certos estados) a Consciência e as matrizes cristalinas (e não as matrizes de Vida ligadas aos «maus rapazes»), eram formas humanóides de natureza Delfinóide. Esses Delfinóides eram um cruzamento entre o humano e o Golfinho. Eles se deslocavam no ar e não na água, como vocês. A primeira vinda, a precipicação de uma forma humanóide, já existiu, obviamente, antes do episódio dos «maus rapazes», eis que os Nephilim existiram há 300.000 anos.

Mas eu não lhes preciso sua duração de preexistência nesta Dimensão.
Existem hoje esqueletos de gigantes, encontrados em diferentes lugares do planeta e cuja datação poderia mostrar que eles existiam há milhões de anos.
Entretanto, embora tendo esta forma humanóide, eles não eram humanos.
Entretanto, embora tendo esta forma humanóide, eles não eram das mesmas Dimensões que vocês. Convém também compreender que a maior parte de Sementes Estelares encarnadas hoje num corpo humano o são desde esse último ciclo. Para alguns dentre vocês, alguns estão aí desde vários ciclos. Isso remonta, portanto, ao máximo a 300.000 anos.
Muito precisamente, 320.000 anos.  
ANAEL - 31-10-2009  

Este planeta [Nibiru] não é um planeta, mas uma Embarcação de forma esférica, que permitiu a instalação de forças gravitacionais limitantes e aprisionantes desse mundo, como dentro de 90 outros mundos que foram privados de sua Unidade. Essa Embarcação foi, desde o ano passado [2009], desviada de sua rota. Existe, em outra parte, uma outra Embarcação, de Luz desta vez, autêntica e Vibral, chamada ela também Nibiru. Existem portanto dois Nibiru profundamente distintos. Isso não é de nosso feito mas saibam, e assim como o vêem nesse mundo, os falsificadores gostam muito de se servir de tudo o que existia para invertê-lo. Assim o foi nas religiões e nas Crenças no papel de Cristo, que foram estabelecidas por essas elites que quiseram dominá-los e que os dominam ainda um pouco. Existem, portanto, dois Neberu ou Nibiru, existe um só Hercólubus. Não há qualquer laço ou qualquer relação direta entre Hercólubus, Nibiru e Neberu.  
 ANAEL - 12-06-2010  

Questão: quem são aqueles que vocês chamam os maus rapazes?
Em sua dimensão, não são mais de, vamos dizer, 500 pessoas que dirigem o planeta. Eles estão aterrorizados pela Luz e são seres humanos. Há vários maus rapazes. Há maus rapazes que você vê, que são seres humanos a Serviço dos maus rapazes que, eles, estão em outras dimensões que estão na quarta dimensão, ou na segunda dimensão, que você não percebe de modo algum. Alguns de vocês podem vê-los às vezes, eles são verdes, aliás. São o que chamamos os Répteis ou chamados, também, nos Sumérios: os Anunnaki. Os Anunnaki amam manipular nos bastidores. Portanto, há maus rapazes, lá em cima, se preferem, que estavam curvando o espaço/tempo desde 320.000 anos, que nós quebramos, literalmente, em 15 de agosto.
Eles desapareceram.

Eles se manifestaram sobre a Terra todos os 4.000 anos, aproximadamente.
Aqueles não existem mais, eles foram enviados a outros lugares. Aqueles que existem são os maus rapazes sobre a Terra que eram seus retransmissores. Esses, eles têm muito, muito medo, porque sabem que a Luz vem. São eles que têm acesso aos telescópios. São eles que têm acesso ao que acontece perto do sol e compreenderam o que estava acontecendo mas eles querem sobretudo que você não o saiba e que você creia, ainda menos. Eles querem sobretudo que você não saiba que a frota intergaláctica está aí, e realmente aí. Eles vão lhes fazer crer, até o último momento, que são os maus rapazes que vêm para tomá-los, enquanto que nós somos os libertadores. Eles falsificaram tudo, tudo está invertido, recordem-se disso: os ensinamentos dos Arcanjos deste verão.  
AÏVANHOV - 27-09-2009

Os Elohim são Seres de cristal pertencentes à 11ª Dimensão e se
aproximando de seu status de 18ª Dimensão. Os Elohim são agentes criadores, o que foi chamado vulgarmente os Deuses Criadores ou os Mestres geneticistas também, por alguns. Entretanto, eles participam da inicialização de um ciclo e de uma Criação
específica.

Os Nefilins são Seres pertencentes a Dimensões totalmente diferentes.
Eles não pertencem às Dimensões de Seres de cristal, eles vêm de
Dimensões situadas em relação com Sírius e antes com a 18ª Dimensão.
Os Nefilins são seres que podem tomar corpo de carne. Eles não são esses seres nefastos que foram descritos pelas Escrituras. Obviamente, a Bíblia falsificou a totalidade do que eram os Nefilins. Os Nefilins eram os grandes Seres de Luz que foram chamados os Titãs ou os Gigantes. Foram eles que construíram os Círculos de Fogo dos Anciões.
Foram eles que estiveram em Vida sobre a Terra, naquele momento.
Eles fizeram um certo número de experiências de criações ligadas à Fonte,
quando a irrupção dos Dragões (Nota MM: "A queda". A tomada da criação.) os obrigou a se retirarem, a fim de não entrar na dualidade.  
 ANAEL - 31-10-2009  

Sugestões de postagens:  

PODCAST: ANUNNAKIS, MATRIZ, NOSSA HISTÓRIA E A ÚNICA SAÍDA DESTA PRISÃO

COLETÂNEA: "OS MAUS RAPAZES" (OS ARCONTES) - AUTRES DIMENSIONS
COLETÂNEA: CÉREBRO REPTILIANO - AUTRES DIMENSIONS

COLETÂNEA: NIBIRU - AUTRES DIMENSIONS

ESPECIAL - NEMESIS, NIBIRU, HERCÓLUBUS E COMETAS - A GRANDE ÓPERA CÓSMICA

JERUSALÉM CELESTE, FENÔMENOS SOLARES, INTRATERRESTRES. ELENIN?, ELOHIM E CRÂNIOS DE CRISTAL, ALIMENTAÇÃO - ANAEL

A ATUAÇÃO DAS FORÇAS DE LUZ PARA O AFASTAMENTO DE NIBIRU - ANAEL E AÏVANHOV  

Nota MM: Este é um trabalho de preparação, exercício de lucidez e neutralidade para o que fomos preparados e estamos muito prestes a viver. Nós do MM tivemos muito cuidado e cautela na montagem deste material, no entanto, solicitamos àqueles que queiram reproduzir este material (não nos opomos) em seus respectivos espaços, que não o usem para apenas preencher ou sugerir curiosidades ou especulações, pois antes de tudo, é essencial que aquele que o reproduza, tenha conteúdo, esclarecimento e muita lucidez sobre estes assuntos e este principal propósito.  

Trechos extraídos das mensagens do site http://www.autresdimensions.com  
Traduzidas para o português por: Célia G. http://leiturasdaluz.blogspot.com  e Zulma Peixinho http://portaldosanjos.ning.com  
 Seleção e Edição: MINHA MESTRIA  

M.M - http://minhamestria.blogspot.com/  
C.R.A - http://a-casa-real-de-avyon.blogspot.com/